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  • FIEA sedia primeira reunião de 2026 do Comitê da Região Hidrográfica do Rio Pratagy

    FIEA sedia primeira reunião de 2026 do Comitê da Região Hidrográfica do Rio Pratagy

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) sediou, na manhã desta terça-feira (10), a primeira reunião de 2026 do Comitê da Região Hidrográfica do Rio Pratagy. O encontro, realizado na Casa da Indústria, também marcou a estreia da FIEA e do SENAI Alagoas como integrantes do colegiado, após a inclusão das instituições no grupo em dezembro do ano passado.

    Por ser o primeiro do ano e também o primeiro após a eleição da nova composição do Comitê, que é presidido pela representante do Cesmac, Marianny Monteiro, o encontro teve caráter de alinhamento entre os membros. Houve ainda discussões sobre assuntos como a conjuntura atual do CBH Pratagy, informes sobre o processo de cobrança pelo uso da água, entre outros.

    Na reunião, a analista de Sustentabilidade Industrial da FIEA, Marília Belo, apresentou iniciativas da Federação voltadas à agenda de sustentabilidade na indústria alagoana. Entre elas estão o Programa ESG da indústria, o Mapa Estratégico da Indústria de Alagoas 2025–2032 e ações relacionadas à descarbonização, energias renováveis e reuso de água e efluentes na indústria.

    A FIEA e o SENAI Alagoas, que é representado pelo diretor de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade da FIEA, Júlio Zorzal, passaram a integrar o Comitê em dezembro. A instância é responsável por discutir, planejar e acompanhar a gestão dos recursos hídricos da bacia do rio Pratagy, uma das mais importantes para o abastecimento e o desenvolvimento socioeconômico da Região Metropolitana de Maceió.

    Entre as instituições participantes do Comitê estão as prefeituras de Flexeiras e de Rio Largo, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (Crea-AL), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) e a Codevasf.

    Também integram o colegiado empresas e entidades do setor produtivo, como Norsa Refrigerantes (Solar), Cristal Águas do Nordeste (CAF), Usina Santa Clotilde, Usina Santo Antônio, Sindacúcar, Cimapra, Companhia Alagoana de Empreendimentos, Caetex Florestal, Usina Caeté, BRK, Frascali e Cesmac.

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  • Corrida Nacional do SESI em Maceió já ultrapassa 1,5 mil inscritos e confirma grande adesão do público

    Corrida Nacional do SESI em Maceió já ultrapassa 1,5 mil inscritos e confirma grande adesão do público

    A etapa Maceió da 2ª Corrida Nacional do SESI já registra forte adesão do público. Até esta segunda-feira (9), o evento contabilizava 1.549 inscritos, consolidando o sucesso da iniciativa e reforçando a expectativa de grande participação no dia da prova.

    As inscrições seguem abertas até 2 de abril ou até atingir o limite técnico da prova, e devem ser realizadas, exclusivamente, pelo site oficial do evento: corridanacionaldosesi.com.br. A corrida será realizada no dia 1º de maio, em celebração ao Dia do Trabalhador, com largada a partir das 16h, na Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, em frente à Casa da Indústria Napoleão Barbosa.

    Após o sucesso da edição anterior, que reuniu milhares de participantes em todo o país, o Serviço Social da Indústria (SESI) promove novamente a mobilização esportiva de forma simultânea em 26 estados brasileiros, com expectativa de reunir mais de 65 mil pessoas.

    Com o slogan “Correr é para todos”, a Corrida Nacional do SESI busca incentivar a prática de atividades físicas, estimular hábitos saudáveis e promover qualidade de vida. A iniciativa também mantém o caráter solidário: os participantes são convidados a doar alimentos não perecíveis, que serão destinados a entidades sociais.

    Em Maceió, a largada e a chegada ocorrerão na Casa da Indústria Napoleão Barbosa, no Farol. A programação inclui corridas de 5 km e 10 km, além de caminhada de 3 km, contemplando desde atletas iniciantes até corredores experientes e o público que prefere caminhar.

    A idade mínima para participar da prova de 5 km é de 14 anos, enquanto para a corrida de 10 km é de 16 anos. Já para a caminhada não há idade mínima. Atletas com 60 anos ou mais têm direito a 50% de desconto sobre o valor da inscrição inteira vigente, aplicado automaticamente no momento do cadastro.

    As provas contam com categorias masculina e feminina, premiação por faixa etária nas duas distâncias e categorias específicas para trabalhadores da indústria e pessoas com deficiência, ampliando a inclusão e a participação.

    Neste segundo lote, os valores são de R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meias). No terceiro lote, subirá para R$ 150 a inteira e R$ 75 as meias. Pessoas com deficiência têm direito à inscrição gratuita, dentro do limite de até 10% das vagas da prova, mediante apresentação da documentação exigida em regulamento.

    Todos os participantes inscritos receberão o kit atleta, que inclui camiseta oficial, número de peito com chip de cronometragem, viseira personalizada, sacochila e medalha de participação para quem concluir a prova.

    A retirada dos kits está prevista para os dias 29 e 30 de abril, na Casa da Indústria, não havendo entrega no dia do evento.

    Serviço:

    2ª Corrida Nacional do SESI

    Data: 1º de maio (Dia do Trabalhador)

    Site oficial: corridanacionaldosesi.com.br

  • Alagoas conquista prêmios e destaque nacional no Festival SESI de Educação 2026

    Alagoas conquista prêmios e destaque nacional no Festival SESI de Educação 2026

    A delegação do SESI Alagoas desembarcou em Maceió na manhã desta segunda-feira (9), ainda em clima de festa pelas importantes conquistas obtidas no Festival SESI de Educação 2026. A cerimônia de encerramento de uma das maiores competições de robótica educacional da América Latina ocorreu nesse domingo (8), no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Na capital paulista, estudantes das Escolas SESI Centro e SESI SENAI Benedito Bentes confirmaram o protagonismo alagoano no cenário nacional da educação tecnológica.

    Na modalidade FIRST Tech Challenge, a equipe SESI FTCAMB, do SESI Centro, foi destaque no coletivo e no individual. O aluno Bruno Felipe recebeu o Prêmio de Liderança FIRST (FIRST Leadership Award). “É um prêmio de extrema importância. É uma forma que a competição tem de declarar aquelas pessoas que mais demonstraram liderança, tanto na sua equipe, quanto na comunidade, desenvolvendo projetos sociais durante a temporada”, explica Bruno.

    Outra vitória alagoana foi no Prêmio Bússola (Compass Award), entregue ao técnico da equipe Matheus Lima, um reconhecimento ao mentor que conduz os estudantes com excelência ao longo da temporada. “As conquistas da nossa equipe são fruto de muito trabalho e dedicação coletiva. Já com relação ao Prêmio Bússola, entendo que me foi dado por todo o trabalho que tenho desenvolvido ao longo desse tempo aqui no SESI. Todas essas premiações são fruto do esforço de muita gente que passa pela escola. Então, se chegamos até aqui é porque nos apoiamos nos ombros de gigantes”, disse.

    Além das conquistas individuais, a FTCAMB ficou em 1º lugar no Prêmio Alcance (Reach Award), concedido a grupos que atuam como embaixadores da robótica, ampliando o impacto da tecnologia e incentivando a formação de novas equipes e participantes.

    Na categoria FIRST Robotics Competition, a estudante Maria Clara Brito, da equipe SESI SENAI BBTECH, do Benedito Bentes, foi reconhecida como finalista do FIRST Leadership Finalist Award. “É um grande prazer estar aqui, mostrar que, verdadeiramente, nós conseguimos impactar não só a nossa comunidade, mas a nossa escola e também os competidores. Isso, para mim, é incrível”, afirmou a jovem.

    O supervisor de Robótica do SESI Alagoas, professor Eduardo Monteiro, ressalta que o desempenho da delegação é resultado de um trabalho contínuo de formação e incentivo à inovação. “Cada prêmio conquistado representa horas de dedicação, pesquisa e colaboração entre estudantes e mentores. Mais do que competir, nossos jovens estão aprendendo a resolver problemas, criar soluções e trabalhar de forma integrada, competências fundamentais para a indústria e para a sociedade”, afirmou.

    O Festival

    O Festival SESI de Educação reuniu mais de 2,3 mil estudantes de todo o país em competições que envolvem desde robôs construídos com peças LEGO até máquinas de grande porte com sensores e programação avançada. A programação incluiu as modalidades FIRST LEGO League Challenge (FLLC), FIRST Tech Challenge (FTC), FIRST Robotics Competition (FRC) e STEM Racing, além do Seminário Internacional SESI de Educação, que debateu o uso da inteligência artificial no contexto educacional.

  • No Dia Internacional da Mulher, Sistema FIEA destaca presença feminina e avanço na equidade

    No Dia Internacional da Mulher, Sistema FIEA destaca presença feminina e avanço na equidade

    Elas estão nas salas de aula, nos laboratórios, nos bastidores administrativos e, cada vez mais, nas mesas onde as decisões são tomadas. No Sistema FIEA – que reúne a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – a presença feminina deixou de ser tendência para se consolidar como realidade.

    Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, os indicadores reforçam um movimento que vai além da simbologia da data. Considerando colaboradores, aprendizes e estagiários, o Sistema soma 1.060 profissionais, sendo 518 mulheres – 49% do quadro geral. Porém, o dado que simboliza a virada de chave está nos cargos de gestão: 44 posições são ocupadas por elas, frente a 40 por homens – 52,4% das lideranças do Sistema.

    “Mais do que números, trata-se de representatividade em espaços estratégicos”, afirma o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade. Das cinco diretorias, quatro são comandadas por mulheres – a de Gestão Estratégica por Nathália Romaguera; a de Saúde e Segurança para a Indústria por Cláudia Piatti, a de Educação por Cristina Suruagy; e a de Comercial e Marketing por Irene Simões.

    Ao ampliar a presença feminina nos espaços técnicos e de decisão, o Sistema FIEA consolida um ambiente que reconhece competências e contribui para uma indústria mais diversa, inovadora e conectada com o futuro de Alagoas. O presidente da FIEA acrescenta que a presença feminina fortalece a instituição em diferentes dimensões. “As mulheres demonstram uma dedicação constante, um cuidado atento aos detalhes e um compromisso que se reflete na qualidade do trabalho entregue. Elas têm papel essencial no crescimento e na solidez do Sistema FIEA”, diz.

    Os números

    Entre os 931 colaboradores efetivos das entidades que compõem o Sistema Indústria alagoano, 444 são mulheres. Em três das quatro casas, elas são maioria: no SESI, representam 56,7% da equipe; na FIEA, 66,7%; e no IEL, expressivos 73,7%. No SENAI, onde historicamente predominam funções técnicas industriais, as mulheres já ocupam 36,4% dos postos, índice que vem crescendo de forma consistente.

    Versões femininas

    O Sistema FIEA lançou a campanha “Todas as minhas versões cabem aqui” em alusão ao Dia Internacional da Mulher. A iniciativa reúne colaboradoras que representam múltiplas versões do ser mulher dentro da instituição, valorizando trajetórias, desafios e conquistas.

    Entre os relatos, a professora Deuza Denize, do projeto SESI Inspira, destacou sua trajetória de 35 anos na instituição. Mãe, avó e educadora, ela afirmou sentir orgulho por ter construído sua carreira no SESI, onde conquistou espaços e superou desafios ao longo das décadas. “Só tenho a agradecer todo apoio que sempre recebi dos meus gestores nos momentos difíceis”, ressaltou.

    A assistente de Operações e Logística, Marília Graziely, também celebrou o reconhecimento. Segundo ela, trabalhar em um ambiente onde as mulheres são vistas, ouvidas e valorizadas fortalece o sentimento de pertencimento. Marília destacou que, mesmo diante da rotina intensa entre família, estudos e trabalho, o acolhimento institucional reforça a certeza de estar no caminho certo.

  • Associação de Supermercados, Abrasel-AL, Ademi-AL e Maceió Convention aderem a manifesto sobre jornada

    Associação de Supermercados, Abrasel-AL, Ademi-AL e Maceió Convention aderem a manifesto sobre jornada

    O manifesto do setor produtivo alagoano que demonstra preocupação com propostas de redução da jornada semanal de trabalho ganhou a adesão de mais quatro entidades representativas da economia estadual. A iniciativa agora também conta com o apoio da Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA), da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL), da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel-AL) e do Maceió Convention & Visitors Bureau. A nota assinada, inicialmente, por outras oito entidades, foi divulgada na última quarta-feira (4).

    O documento reúne organizações empresariais que defendem que o debate sobre a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e o fim da escala 6×1 seja conduzido de forma equilibrada, considerando os desafios estruturais da economia brasileira e os impactos sobre o mercado de trabalho.

    No manifesto, as entidades destacam dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo os quais o Brasil ocupa atualmente a 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada, atrás de países como Chile, Argentina e Cuba.

    Estudos citados no documento indicam que a redução da jornada pode elevar significativamente os custos das empresas. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a medida pode gerar impacto de até R$ 267,2 bilhões por ano na folha de pagamento no país.

    Em Alagoas, a estimativa é de aumento de custos entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão, com reflexos mais intensos em setores intensivos em mão de obra, como construção civil, agropecuária, comércio, indústria de transformação e turismo.

    As entidades signatárias defendem que eventuais mudanças nas regras de jornada considerem ganhos de produtividade e respeitem as especificidades regionais e setoriais, ressaltando que a Constituição já permite ajustes por meio de negociação coletiva.

    Assinam o manifesto a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA); Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio); Federação da Agricultura do Estado de Alagoas (FAEAL); Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas); Federação dos Clubes de Diretores Lojistas (FCDL); Associação Comercial de Maceió (ACM); Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH); e Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (ACADEAL); Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA); Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-AL); Maceió Convention & Visitors Bureau; e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL).

    Leia na íntegra o manifesto das entidades produtivas alagoanas:

    Manifesto do Setor Produtivo alagoano sobre a redução da Jornada de Trabalho

    As entidades representativas do setor produtivo alagoano abaixo assinadas manifestam preocupação com as propostas em discussão no Congresso Nacional que tratam da redução da jornada de 44 para 40 horas e do fim da escala de trabalho 6×1.

    Não temos dúvida da importância de tratarmos de forma ampla e responsável sobre tempo de trabalho e qualidade de vida, mas entendemos que a discussão sobre o tema deve ser feita de forma equilibrada e responsável, atenta ao cenário de baixa produtividade que, ao lado de outros fatores, há anos impacta o crescimento econômico e o desenvolvimento social.

    O Brasil está hoje na 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada da Organização Mundial do Trabalho (OIT), abaixo de países vizinhos como Chile, Argentina e Cuba. Entre 1990 e 2024, o crescimento médio anual da produtividade no Brasil foi de apenas 0,9%, conforme pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG).

    Além disso, experiências internacionais de redução de jornada aconteceram em países com economias de alto nível de capital humano, forte investimento tecnológico e produtividade consolidada. O nosso país enfrenta infraestrutura logística deficitária, elevada carga tributária, complexidade regulatória e baixa qualificação média da força de trabalho, o que dificulta a competitividade com outras economias globais.

    A redução da jornada poderá gerar elevação do custo do trabalho, aumento dos preços de produtos e serviços, inflação, aceleração da automação com redução da mão de obra do trabalho sem planejamento e com consequente desemprego e até mesmo eventual queda na produção.

    Como efeitos colaterais, ainda é possível haver aumento da informalidade e da precarização das relações de trabalho e a possibilidade da ampliação indireta da carga de trabalho, porque, diante de eventual elevação do custo de vida e redução de oportunidades formais, muitos trabalhadores tendem a buscar atividades complementares, ocupando justamente as horas que deveriam representar ganho de qualidade de vida.

    Hoje a Constituição já oferece um modelo equilibrado ao fixar o limite de 44 horas semanais e permitir reduções por meio da negociação coletiva, respeitando as diferenças regionais e setoriais da economia brasileira. A jornada média efetivamente praticada no país já é inferior ao teto legal em diversos segmentos, resultado de acordos negociados e não de imposição normativa.

    Segundo estudo da Confederação Nacional das indústrias (CNI), a redução para 40 horas pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia brasileira, representando acréscimo estimado de até 7% na folha das empresas.

    No Nordeste, o impacto pode alcançar R$ 34,3 bilhões, com aumento de até 6,1% nos gastos com pessoal. Em Alagoas, o acréscimo estimado varia entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão, com elevação de até 6,3% nos custos.

    Os setores mais afetados no estado seriam Construção Civil (14,1%), Agropecuária (13,7%), Comércio (13,4%) e Indústria de Transformação (12,5%), justamente áreas intensivas em mão de obra e fundamentais para o emprego local. Em Alagoas, há ainda um impacto relevante nas áreas ligadas ao Turismo, já que a redução da jornada pode representar um custo adicional de R$ 58,3 mi no setor de alojamento e R$ 76,8 mi no de alimentação. Nacionalmente, a Confederação Nacional de Comércio (CNC) estima que o acréscimo na folha de pagamento do Turismo seja de 26,9%.

    Sem ganhos consistentes de produtividade, a elevação estrutural do custo da hora trabalhada tende a pressionar micro e pequenas empresas, reduzir investimentos e ampliar riscos de informalidade e perda de competitividade.

    Reduzir a jornada pode ser um objetivo social desejável. Mas não deve ser tratado como atalho. O caminho responsável passa por fortalecer a negociação coletiva e criar as condições econômicas e produtivas que tornem essa transição viável no futuro, e não por antecipá-la por força de lei.

    Maceió (AL), 04 de março de 2026

    – Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA)

    – Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio)

    – Federação da Agricultura do Estado de Alagoas (FAEAL)

    – Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas)

    – Federação dos Clubes de Diretores Lojistas (FCDL)

    – Associação Comercial de Maceió (ACM)

    – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH)

    – Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (ACADEAL)

    – Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA)

    – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-AL)

    – Maceió Convention & Visitors Bureau

    – Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL)

  • Programa Finep pelo Brasil apresenta oportunidades de financiamento à inovação em Arapiraca

    Programa Finep pelo Brasil apresenta oportunidades de financiamento à inovação em Arapiraca

    Após a realização da etapa inicial em Maceió, o programa Finep pelo Brasil chegou, nessa quinta-feira (5), a Arapiraca, levando informações sobre financiamento público para inovação a empresários do Agreste e do Sertão de Alagoas. O encontro ocorreu no Teatro SESI, no bairro Primavera, reunindo representantes do setor produtivo e especialistas em fomento à inovação.

    A iniciativa é promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA). O programa percorre todo o país entre fevereiro e abril de 2026, com mais de 100 eventos em 27 estados e no Distrito Federal, com o objetivo de ampliar o acesso de empresas às oportunidades de financiamento em ciência, tecnologia e inovação.

    Durante as apresentações, foram detalhadas chamadas públicas de subvenção econômica que totalizam R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis para empresas interessadas em desenvolver projetos inovadores e de risco tecnológico, a maioria em parceria com instituições científicas e tecnológicas (ICTs).

    Para a gerente da Unidade Integrada SESI SENAI de Arapiraca, Thiana Cysneiros, a presença da Finep na região representa uma oportunidade estratégica para fortalecer o desenvolvimento industrial. “Foi a conexão perfeita de inovação e desenvolvimento para a indústria. A Finep vem apresentando várias oportunidades para que as indústrias possam captar recursos e investir nesse desenvolvimento e elevar a competitividade”, destacou.

    Ela também reforçou o papel do SENAI no apoio às empresas interessadas em acessar os recursos. “O SENAI está aqui de portas abertas para auxiliar essas empresas na elaboração dos seus projetos e, juntos, caminhar no desenvolvimento da nossa região”, acrescentou.

    Durante o encontro, a analista de Fomento do Departamento Regional Nordeste da Finep, Rafaelly Fortunato, apresentou os editais de subvenção econômica e as linhas de crédito disponíveis para inovação. “Foi uma oportunidade de trazer os produtos da Finep, tanto os editais de subvenção econômica nacionais e o regional, que foram lançados recentemente, e também o crédito para a inovação. É importante que os empresários entrem em contato com a FIEA para tirar eventuais dúvidas que ainda existam”, explicou.

    Entre os participantes esteve o produtor de leite André Ramalho, proprietário da empresa Plantel Planejamento Técnico LTDA, localizada no município de Batalha e há 42 anos no mercado. Para ele, a iniciativa amplia as possibilidades de desenvolvimento para empresas da região. “Queria aproveitar esse momento para agradecer o convite da FIEA e do SENAI para essa tarde de hoje, para a gente poder se aprofundar mais no que é que a Finep. A gente precisa, cada vez mais, ser mais competitivo e um evento como esse, realmente, traz grandes possibilidades”, afirmou.

    Os dados apresentados durante o evento também mostraram o avanço do apoio da Finep em Alagoas. Entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 80,8 milhões ao estado, um crescimento de 507% em relação ao período anterior. Nesse intervalo, 35 projetos foram contratados, incluindo recursos de crédito, subvenção econômica e apoio a instituições científicas e tecnológicas.

    A etapa em Arapiraca encerrou a programação do Finep pelo Brasil em Alagoas, conectando empresas, instituições e especialistas em torno de oportunidades de financiamento que estimulam inovação, produtividade e competitividade na indústria. O gerente regional da Finep no Nordeste, Ossi Ferreira, e a secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aline Rodrigues, participaram das apresentações em Maceió e Arapiraca.

    “O SENAI está à disposição para apoiar as empresas no desenvolvimento do projeto, desde a etapa de elaboração da proposta até a execução e o monitoramento, contando com o apoio nacional da Rede SENAI de Inovação”, explicou o diretor de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade da FIEA, Júlio Zorzal. Para obter apoio nesta fase de submissão dos projetos, o e-mail de contato é [email protected].

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  • Veja as vagas de estágio e jovem aprendiz disponibilizadas pelo IEL em Maceió e Arapiraca

    Veja as vagas de estágio e jovem aprendiz disponibilizadas pelo IEL em Maceió e Arapiraca

    O Instituto Euvaldo Lodi em Alagoas (IEL/AL) está com novas oportunidades de estágio e jovem aprendiz abertas para estudantes de diferentes áreas em Maceió e Arapiraca. As vagas contemplam cursos de nível médio, técnico e superior e oferecem bolsas que podem chegar a R$ 1.500, além de auxílio-transporte.

    Em Maceió, o valor da bolsa estágio varia de R$ 535,33 a R$ 1.500, com auxílio-transporte de R$ 146. Já para jovem aprendiz, a remuneração é de R$ 761,55.

    Entre as oportunidades de estágio na capital estão vagas para Administração (2); Administração, Pedagogia ou Técnico em Secretaria Escolar (1); Administração/Técnico em Administração ou Ensino Médio (1); Administração ou Ciências Contábeis (1); Ciências Contábeis (4); Design, Marketing, Publicidade e Propaganda ou Comunicação Social (1); Direito (2); Engenharia Civil (1); Ensino Médio (2); Ensino Médio ou Técnico em Administração (1); Mecânica – técnico ou superior (1); Pedagogia (3); Técnico em Administração (1); Técnico em Edificações (1); Técnico em Mecânica, Mecânica Automotiva, Eletricista de Autos ou Engenharia Mecânica (1); e Técnico em Saúde Bucal (1).

    Também há uma vaga para jovem aprendiz na função de assistente administrativo em Maceió.

    Arapiraca

    Em Arapiraca, as bolsas de estágio variam entre R$ 500 e R$ 1.000, com auxílio-transporte entre R$ 100 e R$ 200, dependendo da vaga.

    No município, as oportunidades são para Administração (3), Ensino Médio (2), Design, Marketing ou Publicidade e Propaganda (1) e Ciências Contábeis (2).

    Para concorrer a qualquer uma das vagas, os interessados devem realizar o cadastro no portal carreiras.iel.org.br/AL, onde também estão disponíveis mais informações sobre os processos seletivos e requisitos de cada oportunidade. Estudantes devem manter o cadastro atualizado para ampliar as chances de encaminhamento às empresas parceiras.

  • Finep pelo Brasil inicia etapa Alagoas em Maceió com oportunidades de inovação para a Indústria

    Finep pelo Brasil inicia etapa Alagoas em Maceió com oportunidades de inovação para a Indústria

    A etapa alagoana do programa Finep pelo Brasil teve início nesta quarta-feira (4), em Maceió, apresentando oportunidades de financiamento público para empresas e instituições científicas interessadas em investir em inovação. A iniciativa, que segue nesta quinta-feira (5), em Arapiraca, é promovida pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA).

    Em Maceió, o evento ocorreu na Casa da Indústria, no bairro do Farol, reunindo empresários, representantes de instituições de pesquisa e autoridades. Em Arapiraca, a programação acontece no Teatro SESI, no bairro Primavera.

    Durante a abertura do encontro, o vice-presidente da FIEA, José da Silva Nogueira Filho, reforçou que as empresas interessadas em acessar o crédito e os editais podem procurar a FIEA para apoio desde a inscrição até a execução dos projetos inovadores. “Que procurem o SENAI e a Diretoria de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade da FIEA para tirar dúvidas e buscar apoio para se desenvolverem”, orientou.

    Pela Finep, participaram a analista de Fomento do Departamento Regional Nordeste, Rafaelly Fortunato, e o gerente regional, Ossi Ferreira. Em sua apresentação, Rafaelly destacou que os editais de subvenção econômica somam R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis, alinhados à política da Nova Indústria Brasil, contemplando áreas estratégicas de desenvolvimento, como agroindústria, saúde, infraestrutura, transformação digital, transição energética e defesa.

    No recorte estadual, a Finep já disponibilizou R$ 80,8 milhões em apoio a Alagoas entre 2023 e 2025, um crescimento de 507% em relação ao período anterior. Desse total, R$ 1,1 milhão refere-se a crédito, R$ 23,8 milhões à subvenção econômica e R$ 55,9 milhões ao apoio a Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs).

    Ossi Ferreira destacou que as regiões Sul e Sudeste ainda lideram os financiamentos, mas que o Nordeste precisa ampliar sua participação. Segundo ele, quando não são a fundo perdido, os recursos contam com taxa de 2,5% mais TR, significativamente inferior à Selic, atualmente em 15%, tornando o crédito mais atrativo. “O governo tem um foco claro: retomar a industrialização com base na inovação”, afirmou, citando a Nova Indústria Brasil (NIB) como estratégia alinhada às necessidades do país.

    Papel do Sistema FIEA

    O diretor de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade da FIEA, Júlio Zorzal, ressaltou que a iniciativa cria oportunidades para que empresas alagoanas desenvolvam a agenda da inovação.

    Ele destacou que o SENAI Alagoas conta com um HUB de Inovação e Tecnologia, na unidade do bairro do Poço, conectando os atores do ecossistema local e integrando a Rede SENAI de Inovação e Tecnologia em âmbito nacional. “O SENAI está à disposição para apoiar as empresas no desenvolvimento do projeto, desde a etapa de elaboração da proposta, execução e monitoramento”, informou.

    A analista de Sustentabilidade Industrial da FIEA, Marília Belo, apresentou a atuação do SENAI na promoção da inovação. A instituição oferece serviços tecnológicos, consultorias especializadas, apoio em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), além de conectar empresas aos Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia, fortalecendo a competitividade industrial.

    Para obterem apoio nesta fase de submissão dos projetos, o e-mail de contato é [email protected].


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  • Setor produtivo de Alagoas manifesta preocupação com redução da jornada de trabalho

    Setor produtivo de Alagoas manifesta preocupação com redução da jornada de trabalho

    O setor produtivo alagoano divulgou um manifesto conjunto demonstrando preocupação com as propostas em tramitação no Congresso Nacional que preveem a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e o fim da escala 6×1. No documento, as entidades defendem que a discussão seja feita de forma equilibrada, considerando o cenário econômico e os desafios estruturais do país.

    O manifesto destaca que o Brasil ocupa, atualmente, a 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada da Organização Mundial do Trabalho (OIT), ficando atrás de países como Chile, Argentina e Cuba. Entre 1990 e 2024, o crescimento médio anual da produtividade brasileira foi de apenas 0,9%, segundo levantamento da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG).

    De acordo com estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a redução da jornada para 40 horas pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais no país, o que representaria acréscimo estimado de até 7% na folha das empresas. No Nordeste, o impacto pode chegar a R$ 34,3 bilhões.

    Em Alagoas, o aumento de custos varia entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão, com elevação de até 6,3% nas despesas com pessoal. Os setores mais afetados seriam Construção Civil (14,1%), Agropecuária (13,7%), Comércio (13,4%) e Indústria de Transformação (12,5%), áreas intensivas em mão de obra e estratégicas para o emprego no estado. O Turismo também sentiria os efeitos, com custo adicional estimado em R$ 58,3 milhões no setor de alojamento e R$ 76,8 milhões no de alimentação.

    As entidades argumentam que, sem ganhos consistentes de produtividade, a elevação estrutural do custo da hora trabalhada pode pressionar micro e pequenas empresas, reduzir investimentos, ampliar a informalidade e comprometer a competitividade. O documento sustenta ainda que a Constituição já permite a redução da jornada por meio de negociação coletiva, respeitando as especificidades regionais e setoriais.

    Assinam o manifesto a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA); Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio); Federação da Agricultura do Estado de Alagoas (FAEAL); Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas); Federação dos Clubes de Diretores Lojistas (FCDL); Associação Comercial de Maceió (ACM); Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH); e Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (ACADEAL); Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA); Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-AL); Maceió Convention & Visitors Bureau; e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL).

    Entidades nacionais

    Nessa terça-feira (3), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e mais de 100 outras instituições do setor privado divulgaram um manifesto conjunto em favor da modernização da jornada de trabalho no Brasil. Para o setor produtivo, a discussão do tema deve levar em conta os princípios da preservação do emprego formal; da produtividade como base para a sustentabilidade e o desenvolvimento; da diferenciação por setor e uso da negociação coletiva; e da discussão técnica aprofundada.

    Leia na íntegra o manifesto das entidades produtivas alagoanas:

    Manifesto do Setor Produtivo alagoano sobre a redução da Jornada de Trabalho


    As entidades representativas do setor produtivo alagoano abaixo assinadas manifestam preocupação com as propostas em discussão no Congresso Nacional que tratam da redução da jornada de 44 para 40 horas e do fim da escala de trabalho 6×1.

    Não temos dúvida da importância de tratarmos de forma ampla e responsável sobre tempo de trabalho e qualidade de vida, mas entendemos que a discussão sobre o tema deve ser feita de forma equilibrada e responsável, atenta ao cenário de baixa produtividade que, ao lado de outros fatores, há anos impacta o crescimento econômico e o desenvolvimento social.

    O Brasil está hoje na 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada da Organização Mundial do Trabalho (OIT), abaixo de países vizinhos como Chile, Argentina e Cuba. Entre 1990 e 2024, o crescimento médio anual da produtividade no Brasil foi de apenas 0,9%, conforme pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG).

    Além disso, experiências internacionais de redução de jornada aconteceram em países com economias de alto nível de capital humano, forte investimento tecnológico e produtividade consolidada. O nosso país enfrenta infraestrutura logística deficitária, elevada carga tributária, complexidade regulatória e baixa qualificação média da força de trabalho, o que dificulta a competitividade com outras economias globais.

    A redução da jornada poderá gerar elevação do custo do trabalho, aumento dos preços de produtos e serviços, inflação, aceleração da automação com redução da mão de obra do trabalho sem planejamento e com consequente desemprego e até mesmo eventual queda na produção.

    Como efeitos colaterais, ainda é possível haver aumento da informalidade e da precarização das relações de trabalho e a possibilidade da ampliação indireta da carga de trabalho, porque, diante de eventual elevação do custo de vida e redução de oportunidades formais, muitos trabalhadores tendem a buscar atividades complementares, ocupando justamente as horas que deveriam representar ganho de qualidade de vida.

    Hoje a Constituição já oferece um modelo equilibrado ao fixar o limite de 44 horas semanais e permitir reduções por meio da negociação coletiva, respeitando as diferenças regionais e setoriais da economia brasileira. A jornada média efetivamente praticada no país já é inferior ao teto legal em diversos segmentos, resultado de acordos negociados e não de imposição normativa.

    Segundo estudo da Confederação Nacional das indústrias (CNI), a redução para 40 horas pode elevar em até R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia brasileira, representando acréscimo estimado de até 7% na folha das empresas.

    No Nordeste, o impacto pode alcançar R$ 34,3 bilhões, com aumento de até 6,1% nos gastos com pessoal. Em Alagoas, o acréscimo estimado varia entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão, com elevação de até 6,3% nos custos.

    Os setores mais afetados no estado seriam Construção Civil (14,1%), Agropecuária (13,7%), Comércio (13,4%) e Indústria de Transformação (12,5%), justamente áreas intensivas em mão de obra e fundamentais para o emprego local. Em Alagoas, há ainda um impacto relevante nas áreas ligadas ao Turismo, já que a redução da jornada pode representar um custo adicional de R$ 58,3 mi no setor de alojamento e R$ 76,8 mi no de alimentação. Nacionalmente, a Confederação Nacional de Comércio (CNC) estima que o acréscimo na folha de pagamento do Turismo seja de 26,9%.

    Sem ganhos consistentes de produtividade, a elevação estrutural do custo da hora trabalhada tende a pressionar micro e pequenas empresas, reduzir investimentos e ampliar riscos de informalidade e perda de competitividade.

    Reduzir a jornada pode ser um objetivo social desejável. Mas não deve ser tratado como atalho. O caminho responsável passa por fortalecer a negociação coletiva e criar as condições econômicas e produtivas que tornem essa transição viável no futuro, e não por antecipá-la por força de lei.


    Maceió (AL), 04 de março de 2026

    – Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA)

    – Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio)

    – Federação da Agricultura do Estado de Alagoas (FAEAL)

    – Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas)

    – Federação dos Clubes de Diretores Lojistas (FCDL)

    – Associação Comercial de Maceió (ACM)

    – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH)

    – Associação do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Alagoas (ACADEAL)

    – Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA)

    – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-AL)

    – Maceió Convention & Visitors Bureau

    – Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL)

    *Atualizada em 06/03/2026

  • SESI Alagoas leva 36 integrantes ao Festival SESI de Educação 2026, em São Paulo

    SESI Alagoas leva 36 integrantes ao Festival SESI de Educação 2026, em São Paulo

    O SESI Alagoas estará presente no Festival SESI de Educação 2026, que acontece desta quinta-feira (5) até domingo (8), na Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera. A delegação viaja nesta terça-feira (3), garantindo organização logística e segurança durante toda a missão.

    Ao todo, 36 integrantes compõem a delegação: 26 estudantes e 10 colaboradores do Departamento Regional do SESI Alagoas. O grupo participará das competições e atividades formativas que integram a programação oficial do evento, considerado referência nacional nas áreas de educação, tecnologia e inovação.

    Alagoas será representada por três equipes do Polo de Robótica do SESI, vinculadas às escolas da rede e participantes das modalidades do programa FIRST. Integram a delegação as equipes SESI CAMBTEC (FLLC), SESI FTCAMB (FTC) e SESI SENAI BBTECH (FRC), que desenvolveram projetos alinhados à metodologia STEAM, unindo ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática.

    A equipe contará com suporte técnico e supervisão ao longo de toda a programação. Entre os profissionais confirmados estão o supervisor Eduardo Monteiro Cerqueira e os técnicos Joab de Almeida Leite, Matheus Antônio Lima dos Santos, Sandro Anderson Neris dos Santos e Gabriela Pereira de Moraes Toledo, além de outros colaboradores que completam o grupo.

    Com expectativa elevada, a delegação embarca levando na bagagem não apenas robôs e projetos, mas também o compromisso de representar Alagoas com excelência em um dos maiores palcos da educação tecnológica do país. Além da competição, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar um ambiente de troca de experiências, inovação e protagonismo juvenil.