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  • FIEA defende debate técnico sobre jornada e rejeita pressa em período eleitoral

    FIEA defende debate técnico sobre jornada e rejeita pressa em período eleitoral

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) considera inadequada a tentativa de acelerar, em período eleitoral, a votação de propostas sobre redução da jornada e mudanças nas escalas de trabalho.

    A entidade reconhece a importância do debate, mas ressalta que alterações com impacto sobre trabalhadores, empresas, custos, empregos e competitividade exigem análise técnica, diálogo e avaliação cuidadosa, sem decisões apressadas.

    Para a FIEA, um tema de alcance nacional não deve ser submetido à urgência do calendário político. A Federação também destaca que os setores econômicos têm realidades distintas, o que pode gerar efeitos diferentes diante de mudanças generalizadas.

    Nesse contexto, defende a negociação coletiva para definir jornadas e escalas de acordo com as especificidades de cada atividade.

    A FIEA se soma à CNI e a outras entidades do setor produtivo em defesa de um debate amplo, responsável e tecnicamente fundamentado, conduzido sem pressa e com serenidade.

  • Sistema FIEA celebra histórias que se transformaram em uma vida de dedicação

    Sistema FIEA celebra histórias que se transformaram em uma vida de dedicação

    O Sistema FIEA celebrou, nesta sexta-feira (28), trajetórias de vida que se confundem com a própria história da instituição. Na edição 2026 do programa Joias do Sistema, colaboradores com 35 e 40 anos de dedicação foram homenageados, respectivamente, com as joias Safira e Ametista. A iniciativa reconhece profissionais que ajudaram a construir o Sistema ao longo de décadas.

    O programa começou em 2023 e cresceu para contemplar diferentes tempos de trajetória. “Uma instituição não chega longe se não tiver pessoas que gostem de estar nela, que tenham orgulho do que fazem e que sintam que fazem parte de alguma coisa maior”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), José Carlos Lyra de Andrade.

    Atualmente, cerca de 90 colaboradores são reconhecidos, desde a Joia Bronze, destinada a quem completa cinco anos de casa, até a Ametista, voltada aos profissionais que ultrapassam quatro décadas no Sistema FIEA.

    Com 53 anos de casa, a colaboradora mais antiga em atividade da casa, Vanda Maria de Almeida Soriano, diz que a marca é resultado de uma relação construída com dedicação. Ela iniciou a carreira como auxiliar de apoio, passou pela sala de aula e pela gestão escolar antes de atuar na área de Segurança do Trabalho. “Tenho orgulho, porque sempre fiz com muito amor e amo o que faço até agora”, resumiu.

    A gerente de Desenvolvimento Empresarial, Inovação e Pesquisa, Eliana Sá, homenageada pelos 35 anos de casa, relembrou o início como estagiária e as oportunidades de formação profissional recebidas dentro do Sistema. Segundo ela, permanecer tanto tempo na instituição exige identificação com o trabalho. “Não dá para viver tanto tempo assim no Sistema sem gostar e sem ser grata. Eu sou muito apaixonada pelo que faço”, afirmou.

    Com 42 anos de casa, o advogado Djalma Maia Nobre definiu a homenagem como o reconhecimento de uma trajetória marcada por oportunidades, aprendizado e amizades. “E também a inserção do Sistema FIEA na comunidade pela sua seriedade, pela contribuição ao desenvolvimento de Alagoas e como destaque na nossa comunidade. Não são à toa os prêmios que a Federação e o Sistema têm conquistado ao longo do tempo e a posição de vanguarda que a instituição, capitaneada pelo doutor José Carlos, tem hoje, com o reconhecimento de toda a sociedade”, disse.

    A cerimônia também reservou espaço para as famílias. Flora, filha de Vanda, representou os familiares e destacou o exemplo deixado pela mãe ao longo de 53 anos de vida profissional. Em sua fala, ela ressaltou ainda que uma trajetória tão longa não é construída individualmente. O trabalho em equipe, segundo Flora, é fundamental e está por trás da longevidade alcançada por sua mãe e pelos demais homenageados no Sistema FIEA.

    O evento contou com as presenças do diretor regional do SENAI e superintendente do SESI Alagoas, Carlos Alberto Paes; do superintendente do IEL Alagoas, Hélvio Braga Vilas Boas; das diretoras de Gestão Estratégica, Nathália Romaguera, de SSI, Cláudia  Piatti, e de Comercial e Marketing, Irene Simões; do diretor de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade Industrial da FIEA/SENAI, Julio Zorzal; e da gerente executiva de Gente e Cultura Organizacional, Luciana Melo.

    Homenageados do Joias do Sistema FIEA – Edição 2026

    Joia Safira – 35 anos de dedicação ao Sistema FIEA

    – Ana Paula de Andrade Fonseca Duarte

    – Carlos Alberto Pacheco Paes

    – Eliana Maria de Oliveira Sá

    – Fernando José Ramos Macias

    – Israel Carvalho Rocha

    – João Correia da Silva

    – Omar de Oliveira Chagas

    – Solange Viana Verçosa

    – Zilda Rosa Ramos Barbosa

    Joia Ametista – 40 anos de dedicação ao Sistema FIEA

    – Ageval Rodrigues Doria

    – Artur Cesar Nogueira

    – Carolina Rosa de Carvalho Antunes

    – Cleonice Pereira da Silva

    – Djalma Mendonça Maia Nobre

    – Francisco de Assis Braga Soares

    – Hélvio Braga Vilas Boas

    – José Hilton Verçosa

    – José Medeiros de Aquino

    – Valquiria Marcia Crisostomo

    – Vanda Maria de Almeida Soriano

    – Walter Luiz Jucá Sá

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  • Setor produtivo recebe Renan Filho e reforça diálogo para o desenvolvimento de Alagoas

    Setor produtivo recebe Renan Filho e reforça diálogo para o desenvolvimento de Alagoas

    O setor produtivo de Alagoas recebeu, na manhã desta segunda-feira (24), o candidato ao Governo do Estado Renan Filho (MDB) para um diálogo sobre as prioridades e os caminhos para o desenvolvimento econômico de Alagoas. O encontro reuniu representantes da indústria, comércio, serviços, agricultura e instituições ligadas ao ambiente de negócios e faz parte da iniciativa A Indústria na Agenda dos Governadores, realizada pela FIEA em parceria com Fecomércio AL, FAEAL, FederAlagoas e Sebrae Alagoas.

    Na abertura do encontro, na Casa da Indústria, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), José Carlos Lyra de Andrade, destacou a importância do diálogo entre o setor produtivo e os candidatos, ressaltando que a participação empresarial contribui para a construção de políticas públicas alinhadas às necessidades da economia alagoana. “Precisamos criar um ambiente para que a indústria, a agricultura e a pecuária, o comércio, os serviços, o turismo e os pequenos negócios possam crescer, investir e se tornar cada vez mais competitivos”, disse.

    Durante a conversa, Renan Filho afirmou que seu plano de governo ainda está em construção e será atualizado ao longo da campanha, após diálogos como o ocorrido na Casa da Indústria. Segundo ele, as discussões com a sociedade e, especialmente, com os setores produtivos, devem contribuir para o aperfeiçoamento das propostas. “Meu plano de governo está sendo debatido e vai sofrer atualizações. Nós vamos incorporar algumas propostas”, afirmou o candidato, acrescentando que pretende promover novas atualizações periodicamente, a partir das contribuições recebidas durante a campanha.

    A reforma tributária esteve entre os principais temas debatidos. Renan Filho defendeu a reformulação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes), com uma governança participativa para definir a aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional. A proposta, segundo ele, deve priorizar infraestrutura, qualificação profissional, fortalecimento de polos industriais, aquisição de áreas e investimentos voltados aos diferentes segmentos da economia.

    O candidato também destacou a educação como elemento estratégico para o crescimento econômico. “A expansão da atividade industrial precisa estar acompanhada da formação de pessoas inovadoras e capacitadas para aproveitar as oportunidades geradas pelo desenvolvimento econômico”, disse.

    Na área de segurança pública, Renan Filho afirmou que pretende avançar sobre os resultados já alcançados e defendeu o uso de inteligência, tecnologia e sistemas de monitoramento. Também se comprometeu com a criação de uma estrutura especializada de policiamento rural e com o fortalecimento da segurança jurídica para o setor produtivo e para os proprietários rurais. “Vou atuar como um garantidor da propriedade privada, sem abandonar as lutas sociais do Brasil”, frisou.

    Sobre turismo, apontou a integração regional e a melhoria da infraestrutura como estratégias para ampliar a permanência dos visitantes em Alagoas. Entre as prioridades citadas estão obras de ligação entre destinos turísticos e investimentos que facilitem a circulação pelo Estado. “Precisamos fazer obras de infraestrutura para integrar as áreas turísticas e para aumentar a permanência do turista em Alagoas com experiências novas”, afirmou.

    O candidato também defendeu maior participação das empresas locais nas compras públicas. Ele afirmou preferir contratos descentralizados, que permitam a participação de fornecedores de diferentes portes, e citou experiências adotadas em sua gestão anterior, como a autonomia das escolas para aquisição de merenda e fardamento.

    Ao final do encontro, Renan Filho recebeu um exemplar da Agenda do Setor Produtivo para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas, entregue pelo presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, e o Estudo de Complexidade Econômica de Alagoas, entregue pelo diretor-superintendente do Sebrae Alagoas, Domício Silva. Os documentos reúnem diagnósticos, propostas e informações estratégicas para subsidiar o debate sobre o desenvolvimento econômico do Estado.

    Álbuns de fotos do Flickr:

    Álbum 1.

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  • CNI e FIEA apresentam estudo para ampliar reuso de água na indústria em Alagoas

    CNI e FIEA apresentam estudo para ampliar reuso de água na indústria em Alagoas

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) apresentaram, durante o 7º Congresso de Engenharia das Alagoas (7º CEA), um estudo que propõe ampliar o uso de efluentes tratados como fonte de água para a indústria. A apresentação foi conduzida por Mário Cardoso, gerente de Recursos Naturais da CNI, e Júlio Zorzal, diretor de Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade Industrial da FIEA.

    O trabalho consolida estudos desenvolvidos pela CNI desde 2017 e apresenta uma metodologia atualizada para identificar onde o reuso de água pode ser técnica e economicamente viável. A publicação reúne análises realizadas entre 2017 e 2025 em nove estados brasileiros e na Região Metropolitana de São Paulo.

    “Em vez de você despejar todo o esgoto tratado no curso d’água e a empresa ter que recorrer ao corpo d’água para captar a água necessária para as suas atividades, esse próprio esgoto tratado recebe um outro tratamento para se adequar à necessidade da empresa”, explicou Mário Cardoso.

    Segundo ele, a metodologia considera, principalmente, a proximidade entre as estações de tratamento (ETE) e as indústrias, a quantidade de efluente disponível e a demanda das empresas. “Tem uma série de critérios que você analisa para ver se existe ou não a viabilidade”, afirmou.

    O estudo representa uma evolução do trabalho iniciado há oito anos em parceria com O centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Universidade de São Paulo (CIRRA/USP). “A gente vem fazendo esse trabalho desde 2017, são oito anos de desenvolvimento e aprendizado”, disse Cardoso. A nova publicação reúne os aperfeiçoamentos incorporados ao longo desse período e foi preparada para também ser aplicada em outros países da América do Sul.

    Potencial de Alagoas

    Em Alagoas, a análise identificou áreas com diferentes níveis de potencial para o reuso industrial. O estudo aponta, por exemplo, a Região de Tabuleiros do Sul, onde estão municípios como Teotônio Vilela, Coruripe e São Miguel dos Campos, como uma área de forte demanda industrial por água.

    Teotônio Vilela aparece ainda em um dos estudos de caso da CNI. O levantamento avaliou uma estrutura capaz de produzir água de reuso para atendimento de atividades industriais. O investimento estimado no cenário analisado é de R$ 35,7 milhões.

    Outro caso envolve o Polo Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, com uma proposta de atendimento da demanda de água não potável do polo a partir de uma futura estação de tratamento de esgoto em Pilar.

    Para Cardoso, porém, a identificação de uma oportunidade não significa que o projeto será automaticamente implantado. “Analisamos o potencial de reúso, sua viabilidade. Ainda temos que elaborar o projeto e buscar linhas de financiamento”, explicou.

    Ele destacou ainda a importância de criar condições para que os projetos avancem. Segundo o gerente da CNI, a entidade trabalha também na busca por mecanismos de financiamento e conseguiu incluir o reúso entre as atividades financiadas pelo Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (“Fundo Clima”), operado pelo BNDES.

    A responsabilidade pela implantação, segundo Cardoso, envolve diferentes atores. “A partir da análise quanto à viabilidade, o poder público local e a empresa concessionária pelo serviço têm elementos para a tomada de decisão”, afirmou.

    Trabalho é alinhado à estratégia da FIEA

    Na avaliação de Júlio Zorzal, o estudo está alinhado às estratégias de sustentabilidade defendidas pela indústria alagoana. “A expectativa nossa é muito positiva porque ela conecta com a agenda de sustentabilidade da Federação, dentro da agenda de baixo carbono e recursos naturais”, afirmou.

    Zorzal também destacou a possibilidade de o trabalho estimular investimentos no estado. “A expectativa nossa é que isso acaba mobilizando investimentos locais, inclusive nas políticas voltadas para o saneamento e também para reúso de efluentes aqui no estado.”

    A metodologia da CNI utiliza o método ETE-Usuário e o Índice de Aptidão de Reúso (IAR) para apontar áreas com maior potencial. A proposta é oferecer informações que possam orientar empresas, gestores públicos e companhias de saneamento na elaboração de futuros projetos.

    Para Cardoso, além de representar uma alternativa para a indústria, o reúso pode contribuir para reduzir a pressão sobre os mananciais e compor a estratégia para adaptação à mudança do clima. “Com a utilização de fontes alternativas de recursos hídricos, como o reúso, a industría garante segurança hídrica para suas atividades e reduz os conflitos pela utilização de água a partir dos corpus d’água”, afirmou, ao citar a disputa pelo uso da água e os efeitos de eventos climáticos extremos.

    A apresentação ocorreu durante o 7º CEA, realizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (Crea-AL), no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió. O congresso também marca os 70 anos do Clube de Engenharia de Alagoas.

    O documento está disponível aqui.

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  • FIEA participa da abertura do Salão do Imóvel Ademi 2026 em Maceió

    FIEA participa da abertura do Salão do Imóvel Ademi 2026 em Maceió

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) participou, na noite dessa quinta-feira (20), da abertura oficial do Salão do Imóvel Ademi 2026, no Centro de Convenções de Maceió. Representando a entidade, o 1º vice-presidente da FIEA e presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Alagoas (Sinduscon-AL), José da Silva Nogueira Filho, destacou a importância do evento para a construção civil e para toda a cadeia produtiva ligada ao mercado imobiliário.

    “O Salão do Imóvel cria um ambiente que aproxima empresas, consumidores e investidores, fortalece a geração de negócios e mostra a força da construção civil e do mercado imobiliário de Alagoas”, afirmou José Nogueira. Segundo ele, a parceria entre Sinduscon-AL e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL), realizadora do evento, reforça o compromisso das entidades com o desenvolvimento do setor.

    “Temos uma cadeia produtiva muito ampla, que gera emprego, renda e oportunidades. Um evento dessa dimensão dá visibilidade a esse potencial e proporciona um espaço importante para que as empresas apresentem seus empreendimentos e para que o público encontre diferentes possibilidades de compra e investimento”, acrescentou.

    SENAI apresenta soluções para a construção civil

    O SENAI Alagoas também está presente no Salão com um estande voltado à apresentação de serviços de tecnologia, inovação e consultoria para empresas. A proposta é mostrar que a instituição pode atuar de forma integrada, oferecendo diferentes soluções conforme as necessidades de cada negócio.

    Batizado de “Espaço SENAI 360”, o espaço permite aos visitantes conhecer possibilidades nas áreas de automação de processos e soluções digitais, metrologia, ensaios, calibração e consultorias voltadas à produtividade, entre outras. A ideia é oferecer uma jornada de soluções, e não apenas serviços isolados.

    No local, o SENAI colocou um café para que as pessoas consigam fazer networking e em, todos os dias, temos alguém do Hub SENAI, de Soluções Digitais e consultoria para atender ao público. Os visitantes também podem preencher um diagnóstico no estande. A partir das informações, o SENAI poderá identificar demandas e apresentar soluções adequadas a cada empresa.

    Salão reúne 2.713 imóveis

    Com uma programação que segue até o próximo domingo (23), o Salão do Imóvel Ademi 2026 reúne 2.713 unidades imobiliárias, que representam aproximadamente R$ 2,67 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV).

    São apartamentos, studios, salas comerciais e lojas, com preços que variam de R$ 316,8 mil a R$ 10 milhões. Os empreendimentos estão distribuídos por diferentes regiões de Maceió e também por municípios como Barra de São Miguel e São Miguel dos Milagres. Participam desta edição as construtoras V2, Telesil, Record, Markup, Rocha e Moura Dubeux.

    Além da exposição de imóveis, o evento conta com a Arena Ademi, espaço para até 500 pessoas destinado a palestras, workshops e atrações de entretenimento. A programação é realizada em parceria com o LIDE Alagoas. O acesso à área de exposição imobiliária é gratuito durante os quatro dias do evento. A programação da Arena Ademi possui ingressos próprios.

    Para José Nogueira, a dimensão do Salão demonstra a força do mercado imobiliário alagoano e sua capacidade de gerar negócios e movimentar diferentes segmentos da economia. “A realização do Salão contribui diretamente para o desenvolvimento econômico do nosso Estado e fortalece um setor que gera emprego, renda e oportunidades em toda a sua cadeia produtiva”, ressaltou.

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  • SENAI Alagoas abre turma de Marcenaria no Distrito Industrial e prepara profissionais para um mercado em expansão

    SENAI Alagoas abre turma de Marcenaria no Distrito Industrial e prepara profissionais para um mercado em expansão

    A crescente valorização dos móveis sob medida e o avanço de nichos especializados têm ampliado as oportunidades para quem quer ingressar ou empreender no setor moveleiro. Atento a esse cenário, o SENAI Alagoas está com matrículas abertas para o curso de Marcenaria, com aulas iniciando em 14 de setembro no polo Distrito Industrial, em Maceió. A formação oferece conhecimentos técnicos sobre o processo produtivo da marcenaria, da concepção ao desenvolvimento de projetos e passando pela fabricação de peças de mobiliário, em um ambiente equipado com máquinas e ferramentas adequadas ao aprendizado.

    Mais do que ensinar a fabricar móveis, o curso prepara profissionais para compreender todas as etapas da produção em madeira, com o desenvolvimento de habilidades técnicas e práticas essenciais para um mercado cada vez mais segmentado.

    Nas aulas, os participantes aprendem técnicas básicas de marcenaria, execução de projetos, utilização correta de equipamentos, processos de acabamento e os chamados “macetes”, aqueles conhecimentos adquiridos com a experiência e que fazem diferença na qualidade do produto final.

    A formação acontece no SENAI Distrito Industrial, polo criado para ampliar o acesso da população da parte alta de Maceió à educação profissional e estrategicamente localizado para atender moradores do Benedito Bentes e bairros vizinhos. Além de facilitar a qualificação, a localização favorece quem deseja iniciar um pequeno negócio ou expandir uma atividade já existente, aproveitando o crescimento da demanda por móveis personalizados na região.

    Especialização e novos nichos

    A marcenaria brasileira vive um momento de transformação. Se antes o profissional atuava de maneira mais generalista, hoje o mercado valoriza cada vez mais a especialização em nichos específicos, estratégia que permite agregar valor aos serviços, reduzir a concorrência baseada apenas em preço e conquistar clientes dispostos a investir em projetos exclusivos.

    Entre os segmentos que mais crescem está a produção de móveis planejados para residências, apartamentos compactos, ambientes corporativos e, principalmente, projetos destinados a áreas gourmet, varandas, terraços e espaços de lazer.

    Esse último nicho tem se destacado em todo o país impulsionado pelas mudanças no conceito de moradia, que passaram a valorizar ambientes de convivência integrados e personalizados. A tendência abre espaço para marceneiros capazes de desenvolver projetos originais, muitas vezes com estética rústica, utilização de madeiras de alta resistência e soluções adaptadas às condições climáticas.

    Outro diferencial da especialização está na possibilidade de construir um portfólio consistente e direcionado, fortalecendo a imagem profissional e aumentando a competitividade no mercado.

    Nordeste, ambiente favorável

    No Nordeste, o cenário é especialmente promissor. O aquecimento da construção civil, a expansão do mercado de móveis planejados e a força do turismo têm impulsionado a procura por peças sob medida, mobiliário rústico, produtos autorais e soluções em madeira que dialogam com a arquitetura regional.

    Além disso, a distância dos grandes polos moveleiros do Sul e Sudeste torna a produção local mais competitiva, reduzindo custos logísticos e criando oportunidades para pequenos empreendedores atenderem a uma demanda crescente por móveis personalizados.

    Nesse contexto, cresce também o interesse por marcenaria criativa, restauração de móveis, produção artesanal e fabricação de peças utilizando madeiras de reflorestamento e materiais de reuso, segmentos que ampliam ainda mais as possibilidades de atuação profissional.

    O curso do SENAI Alagoas foi estruturado justamente para acompanhar essa evolução do mercado. A metodologia privilegia atividades práticas, para que os participantes aprendam desde o planejamento das peças até a execução, acabamento e utilização correta dos equipamentos, adquirindo uma base sólida para atuar como profissionais autônomos, integrar empresas do setor moveleiro ou investir no próprio negócio.

    A combinação entre infraestrutura industrial, instrutores com experiência de mercado e foco nas tendências atuais torna a formação uma oportunidade para quem busca transformar habilidade manual em profissão ou ampliar conhecimentos para explorar novos nichos de atuação.

    Serviço

    Curso de Marcenaria

    Local: SENAI Distrito Industrial – Maceió

    Início: 14 de setembro de 2026

    Carga horária: 70h (cerca de 1 mês)

    Horário: das 19h às 22h

    Investimento: em até 12x R$ 89,83

    Mais informações: 2121-3030 e no link https://al.senai.br/curso/marcenaria-para-hobby/

  • Moda do Agreste reafirma força criativa e industrial da moda alagoana

    Moda do Agreste reafirma força criativa e industrial da moda alagoana

    Arapiraca voltou a ocupar, nesta quarta-feira (19), lugar de destaque no cenário da moda alagoana com o lançamento da terceira edição do Inspire-se: Moda do Agreste. Realizado no Escritório Comedoria, o evento reuniu empreendedores, estilistas, criadores e representantes de instituições para valorizar a produção regional, fortalecer conexões e ampliar oportunidades de negócios. A iniciativa é promovida pelo Sebrae Alagoas, com participação do Sindicato da Indústria do Vestuário do Estado de Alagoas (Sindivest) e da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) e patrocínio do SENAI Alagoas.

    Criado para dar visibilidade à produção de moda do Agreste e estimular a aproximação entre quem cria, produz, comercializa e apoia o desenvolvimento do setor, o Inspire-se chega à terceira edição consolidado como uma plataforma de integração da cadeia produtiva. A trajetória do evento acompanha a evolução da própria percepção sobre a moda produzida no interior de Alagoas. Mais do que uma expressão da economia criativa, o segmento se consolida como uma cadeia capaz de articular design, produção, comércio, cultura, tecnologia, qualificação e geração de renda.

    Esse potencial ganha relevância diante da dimensão do mercado nordestino, que reúne quase 50 milhões de habitantes e importantes polos de produção de vestuário. A região já ultrapassa a marca de 800 milhões de peças produzidas anualmente, atendendo aos mercados interno e externo. Em Alagoas, fortalecer essa cadeia significa ampliar a capacidade de transformar identidade cultural e criatividade em valor econômico, emprego e competitividade.

    Preparando empresas para novos mercados

    O presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, destacou o papel da iniciativa na preparação das empresas para novos desafios. “Essa terceira edição consolida uma trajetória. O Inspire-se: Moda do Agreste é uma preparação das indústrias da moda desta região para a participação no Minas Trend, criando um ambiente de inspiração, qualificação e troca de experiências para que novas empresas também possam aproveitar essa vitrine, gerar negócios e conquistar novos mercados”, apontou.

    Para José Carlos Lyra, a competitividade do segmento depende de um conjunto de fatores que ultrapassa a criação e que envolve elementos como modelagem, padronização, desenvolvimento de coleções, gestão, sustentabilidade, acesso a mercados e qualificação profissional. “Temos bons exemplos dos resultados desse trabalho. A trajetória de sucesso da participação de Alagoas no Minas Trend, ao longo dos últimos 20 anos, está diretamente ligada à forte atuação do Sindivest e a uma parceria que reúne o Sebrae, a FIEA e o SENAI”, afirmou.

    O presidente do Sindivest Alagoas, Francisco Acioli, ressaltou a importância da articulação institucional para dar visibilidade aos profissionais da região. “Arapiraca já poderia ser vitrine da moda há muito tempo. Aqui existem grandes profissionais, mas a falta de apoio dificultava a vida. Hoje eles podem contar com o apoio de instituições que fortalecem o setor, e assim conseguem resistir às dificuldades e se mostrar. O Inspire-se prova que aqui tem talento e capacidade para competir lá fora”, observou.

    Conhecimento, tendências e conexões

    A programação da edição 2026 mantém a proposta de integração e qualificação. O Festival de Moda Inspire-se será realizado no dia 26 de setembro, no Espaço Renê, com oficinas práticas e teóricas sobre pintura em tecido, modelagem e costura, internacionalização para a moda e ferramentas de realidade aumentada (AR). A programação também contará com desfile de moda, sorteio de uma peça autoral e premiação dos participantes do desfile.

    A proposta é reforçar uma característica que acompanha o Inspire-se desde sua criação: apresentar a moda do Agreste como atividade econômica capaz de gerar valor, ampliar mercados e projetar novos talentos.

    O diretor técnico do Sebrae Alagoas, Keylle Lima, destacou a importância da iniciativa e da articulação entre as instituições parceiras. “Arapiraca precisava de um evento de grande porte no segmento da moda, e o Sebrae se orgulha de liderar esse projeto. Agradeço demais ao Sindivest, por ser um grande entusiasta da moda, e à Federação das Indústrias, porque parceria é parceria, e essa é uma das mais importantes que temos conduzido aqui na região”, pontuou.

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  • FIEA participa do 7º Congresso de Engenharia das Alagoas, que debate inovação e Indústria 5.0

    FIEA participa do 7º Congresso de Engenharia das Alagoas, que debate inovação e Indústria 5.0

    O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), José da Silva Nogueira Filho, participou, nesta quinta-feira (20), da solenidade de abertura do 7º Congresso de Engenharia das Alagoas (7º CEA), no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió. Com o tema “Inovação e Indústria 5.0: o Papel da Engenharia na Nova Economia”, o congresso reúne, até sábado (22), profissionais, estudantes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as oportunidades da transformação tecnológica.

    Representando o setor produtivo, José Nogueira destacou a importância da engenharia para o fortalecimento da indústria e para a construção de uma economia mais competitiva e sustentável. “Eventos como o Congresso de Engenharia das Alagoas são fundamentais para alinharmos o nosso potencial produtivo às demandas da nova economia. A engenharia é a espinha dorsal da inovação, e é por meio desse diálogo técnico e estratégico que conseguiremos impulsionar a Indústria 5.0 em nosso estado, garantindo eficiência, sustentabilidade e maior competitividade para a indústria nordestina”, afirmou.

    Presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Alagoas (Sinduscon-AL), o vice-presidente da FIEA também ressaltou a importância do setor da construção civil. “A construção civil é um dos segmentos mais importantes da indústria alagoana, pela sua capacidade de gerar empregos, movimentar uma extensa cadeia produtiva e participar diretamente da transformação das cidades”, disse.

    Para Nogueira, a amplitude da programação demonstra como a engenharia está diretamente relacionada às transformações econômicas e sociais. “É muito importante ver a engenharia discutindo não apenas obras e infraestrutura, mas também inteligência artificial, transformação digital, sustentabilidade, ESG, saneamento, inovação, formação profissional e os novos desafios das cidades e da indústria”, acrescentou.

    Entre os destaques da programação, os participantes conferiram, já na abertura, a palestra magna “Inovação Industrial 5.0: o Papel da Engenharia na Nova Economia”, ministrada pela gerente de Desenvolvimento e Inovação Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paula Nadai. A agenda inclui ainda debates sobre sustentabilidade, eficiência, tecnologia, ESG, produção acadêmica e profissional e integração entre empresas, instituições de ensino e profissionais.

    Realizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (Crea-AL), o congresso também marca os 70 anos do Clube de Engenharia de Alagoas (CEA), fundado em 1956. A celebração reforça a trajetória de uma instituição que mantém intenso diálogo e parceria com o Crea-AL e que, ao longo de sete décadas, contribui para o desenvolvimento da engenharia em Alagoas.

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  • Projeto Fala Indústria aproxima estudantes do universo industrial com maratona de inovação

    Projeto Fala Indústria aproxima estudantes do universo industrial com maratona de inovação

    Estudantes das escolas SESI Centro, SESI Benedito Bentes e do Colégio Contato participaram, na manhã desta quarta-feira (19), de uma experiência de aproximação com o setor produtivo durante uma ação do projeto “Fala Indústria”, realizada na Escola SENAI Poço, em Maceió. A iniciativa do SESI conecta o ambiente escolar ao contexto da indústria, estimulando o pensamento crítico, o trabalho em equipe e o protagonismo dos jovens.

    A programação colocou os estudantes em contato com profissionais da indústria, que apresentaram desafios enfrentados no cotidiano do setor. A partir dessas experiências, os alunos participaram de uma imersão em formato de hackathon e foram convidados a desenvolver, em grupos, ideias e soluções para os problemas apresentados.

    Segundo a coordenadora de Educação Básica do SESI Alagoas, Marseille Lessa, a proposta é estimular os jovens a enxergarem a indústria também como um espaço para criação e transformação. “Eles estão escutando industriários falando dos problemas que enfrentam no dia a dia da indústria. Depois desses momentos, os meninos vão propor soluções para aqueles problemas. Esse momento é importante para instigar essa juventude, para que eles pensem sobre a indústria e proponham soluções”, afirmou.

    O projeto integra conteúdos trabalhados em sala de aula, a Matriz do Enem e conceitos relacionados à Indústria 4.0. A escolha do SENAI para sediar a etapa final ocorreu justamente pela estrutura e pela expertise da instituição em inovação e tecnologias aplicadas à indústria.

    O supervisor de Ciências Humanas do SESI Alagoas, Ronald Damasceno, afirma que a atividade representa uma conexão entre diferentes dimensões da formação dos estudantes. “É um projeto que vai fazer uma conexão entre a sala de aula, a Matriz Enem e a Indústria 4.0”, explicou.

    Durante a programação, os estudantes também participaram de uma visita guiada ao Hub SENAI. A proposta foi estimular a criação coletiva de soluções, com os alunos trabalhando em equipes. Os grupos foram formados de maneira mista, reunindo estudantes das diferentes instituições. A dinâmica não teve caráter de competição entre escolas, mas de colaboração, com foco na troca de conhecimentos e na construção conjunta de ideias.

    A expectativa é que a experiência contribua para despertar novas vocações e aproximar os jovens das possibilidades profissionais e empreendedoras existentes na indústria, fortalecendo a conexão entre educação, inovação e desenvolvimento do setor produtivo.

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  • Centelha 3 alcança maior número de inscrições em Alagoas e fica entre os maiores do Brasil

    Centelha 3 alcança maior número de inscrições em Alagoas e fica entre os maiores do Brasil

    A terceira edição do Programa Centelha alcançou um marco inédito em Alagoas. Com 1.423 ideias cadastradas, a iniciativa registrou o maior número de propostas entre as três edições realizadas no estado, superando a marca de 1.234 inscrições registrada na primeira edição.

    O resultado também coloca Alagoas entre os estados com maior participação no Centelha 3 em todo o país. O estado alcançou o segundo maior número de inscrições desta edição nacionalmente, ficando atrás apenas do Espírito Santo.

    Além do volume de propostas, a terceira edição ampliou o alcance territorial do programa em Alagoas. As inscrições envolveram empreendedores de 78 municípios, mostrando a presença da iniciativa em diferentes regiões do estado. Ao longo da mobilização, 3.556 empreendedores foram cadastrados na plataforma do programa.

    Executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), o Centelha busca estimular a criação de empreendimentos inovadores e transformar ideias em produtos, serviços e negócios. Nesta edição, o SENAI Alagoas atua como instituição aceleradora, contribuindo para a preparação e o desenvolvimento das propostas selecionadas.

    O analista de Inovação do SENAI Alagoas, Talmany Leite, afirma que os números refletem tanto o alcance da mobilização quanto o interesse dos empreendedores alagoanos em transformar ideias inovadoras em negócios.  “O resultado do Centelha 3 mostra uma evolução muito significativa do programa em Alagoas. Para o SENAI, participar como instituição aceleradora significa contribuir para que essas ideias avancem e tenham cada vez mais condições de chegar ao mercado”, afirma.

    Próximas etapas

    Com o encerramento das inscrições na segunda-feira (17), as propostas seguem agora para a etapa de avaliação. De acordo com o cronograma do edital, até 200 ideias serão classificadas para a segunda fase e, ao final do processo, até 47 projetos poderão ser aprovados para contratação. O resultado preliminar está previsto para 29 de setembro, enquanto a divulgação final dos projetos selecionados está programada para janeiro de 2027.

    Os projetos aprovados poderão receber até R$ 80 mil em subvenção econômica, além de até R$ 50 mil em bolsas de fomento tecnológico e extensão inovadora do CNPq. O programa também oferece capacitações e suporte para o desenvolvimento das soluções.