A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) participará das Oficinas de Validação dos Cadernos do Planejamento Espacial Marinho da Região Nordeste (PEM-NE), um processo colaborativo que reúne universidades, governos, setor produtivo e sociedade civil na construção de um modelo sustentável de desenvolvimento para o mar e a zona costeira brasileira.
O Planejamento Espacial Marinho (PEM) é uma iniciativa coordenada pela Marinha do Brasil, por meio da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, com o objetivo de garantir segurança jurídica e infraestrutura para potencializar a Economia Azul, promovendo o uso sustentável dos recursos marinhos e costeiros. O projeto é considerado um megadesafio para o Estado Brasileiro, uma vez que a região oceânica nacional abrange 17 estados, 443 municípios e cerca de 45 milhões de habitantes.
O PEM busca consolidar, até 2028, uma política pública que envolva a caracterização do sistema oceânico, o mapeamento dos usos sociais e econômicos do mar, a criação de indicadores de sustentabilidade e a organização de informações que subsidiem políticas de gestão integrada e conservação ambiental.
Atendendo ao convite da professora Nídia Noemi Fabré, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e coordenadora estadual do PEM-NE, o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, designou como representantes da Federação Rafael Sampaio, gerente executivo do Observatório da Indústria; Beatriz Lopes, analista prospectiva do Observatório da Indústria; Júlio Zorzal, assessor de Sustentabilidade Industrial; e Marília Belo, analista de Sustentabilidade Industrial.
As oficinas setoriais de validação ocorrerão entre 2025 e 2026, abrangendo 12 temas estratégicos: Pesca Industrial, Pesca Artesanal, Aquicultura, Petróleo e Gás, Geologia e Mineração, Navegação e Portos, Segurança e Proteção, Turismo, Energias Renováveis, Meio Ambiente, Instituições de Pesquisa e Investimentos. A primeira delas, dedicada às Energias Renováveis, será realizada no dia 27 de novembro, de forma remota, com possibilidade de participação presencial.
Para o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, a participação da Federação reforça o compromisso da indústria alagoana com a sustentabilidade e o uso responsável dos recursos naturais. “Acreditamos que planejar o futuro do mar é também planejar o futuro do desenvolvimento do país. A FIEA está honrada em contribuir com esse debate estratégico, que une ciência, governo e setor produtivo em torno de uma mesma missão: garantir crescimento econômico com equilíbrio ambiental e social”.
Autor: Wagner Oliveira
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FIEA participa das oficinas de validação do Planejamento Espacial Marinho do NE
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Startups escolhem o SENAI Alagoas para testar tecnologias educacionais inovadoras
Duas startups – Territorius, de Belo Horizonte (MG), e Btracer, de Manaus (AM)- escolheram o SENAI Alagoas para realizar os testes de suas soluções educacionais selecionadas pelo Programa Aliança Educacional 2025, iniciativa nacional de inovação aberta promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).
A escolha é resultado de um esforço estratégico do SENAI Alagoas para atrair projetos inovadores e parceiros do ecossistema de inovação, conectando startups de diferentes regiões do país ao ambiente de experimentação e desenvolvimento tecnológico do Regional.
As duas propostas foram escolhidas entre 142 submetidas em todo o Brasil e receberão aporte de R$ 250 mil cada, em recursos do SENAI Nacional. O valor será gerido diretamente pelo SENAI Alagoas, responsável pela condução e acompanhamento das atividades durante o desenvolvimento e validação dos projetos, que seguirão para a fase de execução em 2026 – a chamada prova de conceito, quando as soluções serão aplicadas e testadas nas Escolas do SENAI de Educação Profissional em Alagoas.
Em Alagoas, os testes contarão com o suporte do HUB SENAI, espaço de inovação localizado na unidade do SENAI no bairro do Poço, em Maceió. O ambiente atua como laboratório de experimentação e colaboração, estimulando o desenvolvimento de soluções criativas e sustentáveis, o compartilhamento de informações e a aproximação com investidores, mentores e parceiros estratégicos.
A Territorius foi selecionada com o projeto Assistentes Holográficos na Educação, que propõe o uso de hologramas interativos como ferramenta de apoio ao ensino técnico. A solução utiliza tecnologia WebAR acessível via QR Code- sem necessidade de aplicativos – para ampliar a imersão e o engajamento dos alunos, integrando recursos de inteligência artificial conversacional, gamificação e uma plataforma administrativa para docentes. A aplicação será testada nas turmas de Eletrotécnica, Eletroeletrônica, Eletromecânica e Automação Industrial, com potencial de escalabilidade nacional.
Já a Btracer desenvolverá a plataforma EcoTech – Capacitação ESG na Indústria 4.0 com Gamificação e IA, voltada à formação de profissionais com competências relacionadas à sustentabilidade industrial. A solução une inteligência artificial, Web3 e gamificação para criar uma economia virtual baseada em “Green Coins”, com trilhas de aprendizado, desafios práticos e um tutor virtual voltado ao desenvolvimento de habilidades em ESG.
Para a gerente executiva de Educação, Serviços de Tecnologia e Inovação do SENAI Alagoas, Clarisse Barreiros, a presença das startups no Estado demonstra o sucesso da estratégia de inovação da instituição.“As duas startups poderiam escolher qualquer unidade da rede, mas optaram por desenvolver suas soluções em Alagoas. Esse resultado é fruto de uma atuação articulada, que envolveu nossos parceiros do ecossistema de inovação e consolidou o HUB SENAI como um ambiente propício ao desenvolvimento de soluções criativas e sustentáveis. É um espaço multiuso, com estrutura completa para experimentação de ideias, compartilhamento de informações e geração de oportunidades de investimento”, afirmou.
Os projetos serão acompanhados regionalmente pelo SENAI Alagoas, reforçando o compromisso da instituição com o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à educação profissional e ao fortalecimento da indústria local. O monitoramento nacional ficará a cargo do Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais, em Brasília, responsável pela coordenação do programa.
A iniciativa integra a Plataforma Inovação para a Indústria, criada para fomentar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços que aumentem a produtividade e a competitividade da indústria brasileira. -

IEL abre novas vagas de estágio e jovem aprendiz em Maceió e Arapiraca
O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), integrante do Sistema FIEA ao lado do SESI e do SENAI, anunciou novas oportunidades de estágio e jovem aprendiz disponíveis em Maceió e Arapiraca. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas exclusivamente pelo portal carreiras.iel.org.br/AL.
Em Maceió, há vagas para estudantes de Ciências Contábeis, Design, Publicidade e Propaganda, Engenharia Civil, Pedagogia, Jornalismo, Marketing, Relações Públicas, além de Ensino Médio e cursos técnicos como Administração, Logística e Edificações. As bolsas variam de R$ 535,33 a R$ 1.500,00, com auxílio-transporte entre R$ 146,00 e R$ 8,00 por dia, conforme a vaga.
Já em Arapiraca, o IEL oferece oportunidades para alunos dos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Técnico em Edificações, Técnico em Segurança do Trabalho e áreas ligadas à Tecnologia da Informação — como Ciências da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. As bolsas vão de R$ 400,00 a R$ 1.041,00, com auxílio-transporte de até R$ 100,00.
Também estão abertas 20 vagas para Jovem Aprendiz na área de Teleatendimento, com remuneração de R$ 1.515,68.
As vagas são atualizadas semanalmente e podem ser encerradas assim que preenchidas. O IEL orienta que os candidatos mantenham seus cadastros atualizados no portal de carreiras para não perderem novas oportunidades.
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Alunos do SESI Alagoas participam do lançamento da Coleção SINPETE na 11ª Bienal do Livro
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas se transformou em um verdadeiro palco para a ciência feita na escola, durante o lançamento, na terça-feira (4) da Coleção SINPETE – Ciência na Escola para o Desenvolvimento Sustentável. A iniciativa, fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Laboratório de Mentoria (LabMent), tem como propósito fortalecer a pesquisa escolar, promover a cultura científica e estimular práticas sustentáveis alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.
O lançamento reuniu 30 projetos escolares de pesquisa e intervenção desenvolvidos por mais de 100 autores — entre professores e estudantes de diferentes níveis de ensino — de nove municípios alagoanos. Entre eles, três projetos da Escola SESI SENAI Benedito Bentes foram selecionados e transformados em publicações científicas: Cobogós com Alma Alagoana, Gess Eco e Sargassole.
Segundo a coordenadora de Educação Básica do SESI, Marseille Lessa, as produções aliam criatividade, sustentabilidade e inovação, reforçando o compromisso do SESI Alagoas com uma educação que forma jovens críticos, protagonistas e comprometidos com o futuro.
O projeto “Cobogós com Alma Alagoana: renda filé, arquitetura e sustentabilidade”, orientado pelo professor Claitton Lourenço da Silva e desenvolvido pelos estudantes Lucas Afonso e Júlia Melissa, sob a mentoria do professor Müller Ribeiro, une tradição e inovação ao reinterpretar o artesanato local em soluções de arquitetura bioclimática.
Para o professor Claitton, participar da Bienal foi um marco de reconhecimento: “Estarmos na Bienal do Livro com três projetos é a concretização de um trabalho coletivo e da dedicação desses jovens pesquisadores.”

A segunda publicação, “Gess Eco: utilização sustentável de casca de ovo na produção de gesso”, orientado pela professora Madalena Ferreira da Silva e desenvolvido pelos estudantes Alicia Vitória Marques, Caio David Nunes e Yzis Maria da Rocha, sob mentoria do professor Eliemerson Sales, propõe o aproveitamento de resíduos alimentares como alternativa ecológica para o setor da construção civil.
A professora Madalena celebrou a conquista com emoção: “Estou orgulhosa dos nossos estudantes, deles estarem aqui lançando seu primeiro livro. Isso é algo que eles vão levar desde agora até sua carreira. É muito gratificante saber que iniciaram esse caminho e que, quando chegarem à universidade, terão essa bagagem.”
A estudante Alicia Vitória, uma das autoras do Gess Eco, destacou o aprendizado conquistado com a pesquisa: “Está sendo um momento maravilhoso, um processo cheio de aprendizagens”.

O terceiro trabalho, “Sargassole – É possível produzir borracha a partir do sargaço?”, orientado pela professora Thatiany de Sousa Pereira e desenvolvido pelos estudantes Sophia Lisboa, Iago Soares e Rhian Leite, investiga o potencial do sargaço como matéria-prima sustentável para a indústria de polímeros, representando uma inovação científica com foco ambiental e tecnológico.
Para o diretor da Escola SESI SENAI Benedito Bentes, Eduardo Barsi, o lançamento das publicações é reflexo de um processo educativo que valoriza a pesquisa e a curiosidade científica. “É a realização desse acompanhamento, o registro vivo da participação, do envolvimento e da busca desses meninos pelo conhecimento científico”.
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Observatório da Indústria atualiza estudo sobre a Economia do Mar em Alagoas
A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), por meio do Observatório da Indústria, divulgou a nova versão do estudo Economia do Mar em Alagoas, publicação que analisa o impacto socioeconômico das atividades relacionadas ao mar no estado. A atualização, lançada em outubro de 2025, revisa os dados da primeira edição publicada em março, reforçando o compromisso da entidade em oferecer informações sempre atuais para subsidiar políticas públicas e decisões estratégicas voltadas ao desenvolvimento da chamada Economia Azul.
De acordo com a autora do estudo, pesquisadora Beatriz Almeida, o conteúdo foi mantido, havendo atualização apenas dos dados obtidos em bases oficiais, como Receita Federal, RAIS e ANP. “A ideia é que o levantamento seja atualizado semestralmente, permitindo acompanhar a evolução dos segmentos econômicos ligados ao mar em Alagoas”, explicou. Os dados sobre empregos – extraídos de bases como RAIS e CAGED – serão revisados sempre que houver atualização nacional.
A segunda edição do estudo mantém a metodologia que organiza as atividades da Economia do Mar em seis linhas principais: Recursos Vivos do Mar, Energia do Mar, Manufaturas do Mar, Transportes do Mar, Serviços do Mar e Defesa do Mar. O levantamento mostra que o setor de Serviços do Mar segue como o principal gerador de empresas e empregos, com destaque para as áreas de turismo, alimentação e hospedagem, especialmente nos municípios de Maceió e Maragogi. Já as Manufaturas do Mar mantêm crescimento constante, impulsionadas pelo comércio e beneficiamento de pescado, enquanto a carcinicultura continua em expansão, consolidando Arapiraca, no Agreste do Estado, como referência na produção de camarão.
O gerente executivo do Observatório da Indústria, Rafael Sampaio de Melo Fragoso, destaca que o acompanhamento contínuo dos dados é essencial para compreender a dinâmica desse setor. “A Economia do Mar tem papel estratégico na geração de emprego e renda, além de representar um vetor importante de inovação e sustentabilidade para o desenvolvimento regional”, afirmou.
O estudo Economia do Mar em Alagoas – Versão 2.0 está disponível para consulta e download na área de Publicações do site da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas: https://fiea.com.br/conteudo/publicacoes-em-geral/ . -

Nosso Mangue leva solução ambiental alagoana para a COP30
Da incubadora ao palco internacional, o negócio de impacto alagoano Nosso Mangue, que nasceu no Hub SENAI de Inovação e Tecnologia, está prestes a viver dias intensos de visibilidade e impacto ambiental. A empresa, que atua na preservação de manguezais por meio do turismo regenerativo, educação ambiental e iniciativas que favorecem a creditação de carbono, terá participação na COP30, em Belém-PA.
Fundado pela empreendedora social Mayris Nascimento, do Pontal da Barra, em Maceió, o empreendimento já plantou mais de 25 mil mudas de mangue e desenvolve projetos que integram comunidades locais à preservação ambiental. “O apoio da CNI, da FIEA e do Hub SENAI foi fundamental para transformar nossa ideia em ação. É nesse ambiente que incubamos nosso primeiro serviço de compensação de emissões de carbono, e hoje seguimos com estudos para captação de recursos em parceria com SENAI Hub, SENAI Cimatec e Maceió Investe”, afirma Mayris.
O assessor de Sustentabilidade Industrial da FIEA, Júlio Zorzal, reforça o impacto do apoio institucional. “O suporte da FIEA, por meio do nosso programa de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança), tem gerado resultados concretos. Casos como o da Nosso Mangue mostram que investir em inovação e sustentabilidade é investir em futuro”, orgulha-se.
Na COP30, em Belém-PA, a alagoana apresentará seu modelo de negócios no espaço da Confederação Nacional da Indústria (CNI). “Estamos levando um estudo de P&D focado em captação de investimentos e recursos, mostrando que soluções ambientais podem ser sustentáveis e escaláveis”, explica Mayris, destacando a relevância da participação em fóruns internacionais para alavancar ações locais.
Esta será a terceira COP da empreendedora Mayris Nascimento, CEO do Nosso Mangue. Sua primeira participação foi na COP16, em Cali-Colômbia, focada em mitigar mudanças climáticas e promover acordos ambientais globais, e a segunda na COP29, em Bacu-Azerbaijão, voltada à adaptação climática e inovação sustentável.
Ela destaca que o trabalho está apenas no começo. “Nossa missão é mostrar que preservar os manguezais vai muito além do plantio de mudas. É unir comunidades, ciência e negócios para criar soluções que beneficiem a todos. Participar da COP30 é um passo importante para amplificar nossa mensagem e atrair parcerias que potencializem nosso impacto”, conclui.
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ABNT abre consulta pública sobre norma para diretrizes de sustentabilidade do Programa Selo Verde Brasil
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou na segunda-feira (27/10) uma consulta pública sobre o Projeto ABNT NBR 20250 – Diretrizes gerais de sustentabilidade para produtos e serviços, que integra o Programa Selo Verde Brasil (PSVB). A iniciativa é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria.
O objetivo é reunir contribuições de empresas, especialistas, instituições e da sociedade em geral para definir as bases da certificação ambiental de produtos e processos produtivos sustentáveis que farão parte do programa.
Instituído pelo Decreto nº 12.063/2024, o Programa Selo Verde Brasil é uma ferramenta estratégica do governo federal para promover práticas sustentáveis no setor industrial, alinhando-se às políticas públicas do Plano de Transformação Ecológica (PTE) e da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). O programa faz parte da missão 5 da Nova Indústria Brasil (NIB), voltada à bioeconomia, descarbonização e transição energética.
A NBR 20250 propõe critérios técnicos claros e verificáveis para avaliar a conformidade de produtos e serviços que buscam o Selo Verde, abrangendo dimensões ambientais, sociais e econômicas. A norma pretende servir de referência para organizações de todos os portes e setores, promovendo práticas como consumo consciente, fortalecimento da economia circular, redução de emissões de gases de efeito estufa e apoio a compras públicas sustentáveis.
A norma foi elaborada pela Comissão de Estudo Especial de Avaliação da Sustentabilidade de Produtos e Serviços (CEE 260), com a participação de representantes da indústria, do setor acadêmico e de entidades como Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federações das Indústrias de São Paulo (FIESP) e de Alagoas (FIEA).
Segundo a ABNT, ao adotar os critérios propostos, as organizações poderão não apenas comprovar seu compromisso com a sustentabilidade, mas também aumentar sua competitividade, atrair investimentos e fortalecer a confiança de consumidores e parceiros.
A consulta pública ficará disponível até 25 de novembro e pode ser acessada de acordo com as etapas abaixo:
– Acessar o site https://www.abntonline.com.br/consultanacional/default.aspx;
– Digitar “20250” na aba de pesquisa;
– Clicar em “Projeto ABNT NBR 20250 – Diretrizes gerais de sustentabilidade para produtos e serviços”;
– Inserir e-mail e senha, ou realizar cadastro no site, para ler o documento e enviar sugestões.
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IEL abre 40 vagas para Jovem Aprendiz em Arapiraca com inscrições online
O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade integrante do Sistema FIEA, está com 40 vagas abertas para o programa Jovem Aprendiz em Arapiraca, na área de teleatendimento. A iniciativa oferece aos jovens a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho com formação prática e teórica.
A remuneração é de R$ 1.515,68. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas, exclusivamente, pelo portal de carreiras do IEL, no endereço: carreiras.iel.org.br/AL. O programa Jovem Aprendiz visa a promover a inclusão de jovens no mercado de trabalho, combinando aprendizado técnico e experiência em empresas parceiras.
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Selo Alagoas pelo Clima tem 28 instituições inscritas em sua primeira edição
O Selo Alagoas pelo Clima, uma iniciativa que reforça o compromisso com o futuro sustentável do estado, recebeu 28 inscrições de instituições públicas e privadas dispostas a medir, reduzir e compensar suas emissões de gases de efeito estufa. A iniciativa do Governo de Alagoas, por meio do Instituto do Meio Ambiente (IMA-AL), foi lançada em agosto na Casa da Indústria, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), durante a 2ª edição do Estopim, promovido pelo movimento Território Sustentável.
Segundo o diretor-presidente do IMA/AL, Gustavo Lopes, o número expressivo de inscrições mostra que a agenda climática vem ganhando espaço entre empresas e instituições alagoanas. “A adesão ao selo é um passo concreto rumo a uma Alagoas mais sustentável. Ao reconhecer quem mede e reduz suas emissões, incentivamos novas ações e valorizamos quem já faz a diferença”, destacou.
O assessor de Sustentabilidade Industrial da FIEA, Júlio Zorzal, destacou o engajamento das empresas alagoanas no processo. “Ver a indústria participando ativamente dessa agenda é motivo de orgulho. A sustentabilidade já é parte da estratégia de crescimento do setor produtivo, e o selo vem para reconhecer esse esforço coletivo. A FIEA tem atuado para incentivar este movimento”, ressaltou.
As inscrições estão em fase de análise documental, que inclui relatórios de emissões, planilhas no formato GHG Protocol, licenças ambientais e demais documentos exigidos.
Para a gerente de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade do IMA/AL, Marianna Farias, o selo é um instrumento inovador para impulsionar boas práticas ambientais. “O Selo Alagoas pelo Clima mostra que é possível unir competitividade e compromisso ambiental. É uma iniciativa que fortalece a parceria entre o Estado e a FIEA na construção de uma economia mais limpa e responsável”, afirmou.
A certificação adota a metodologia internacional GHG Protocol e será concedida nas categorias Ouro, Prata e Bronze, de acordo com o nível de reporte de emissões. Os resultados serão divulgados na primeira quinzena de dezembro, no Diário Oficial do Estado e nas redes sociais do IMA-AL.
O superintendente de Controle Ambiental e Sustentabilidade do IMA/AL, Paulo Freire, destacou que o selo marca um novo ciclo de cooperação em prol do meio ambiente. “Esse resultado mostra que Alagoas está pronta para liderar a transição para um modelo mais verde, inovador e sustentável”, concluiu.
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Outubro Rosa: Clínicas SESI reforçam cuidado contínuo com a mulher
O mês de outubro é marcado pela cor rosa e por uma mensagem que salva vidas: a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. No SESI Alagoas, a campanha Outubro Rosa ganha destaque com ações de conscientização e orientação médica, reforçando o compromisso da instituição com a saúde das mulheres – um cuidado que se estende durante todo o ano.
De acordo com a ginecologista e obstetra Robertta Lins de Albuquerque (CRM-2783, RQE-666), que atua na Clínica SESI Tabuleiro, o movimento é essencial para estimular o autocuidado e o acompanhamento regular. “O Outubro Rosa é muito importante, porque é um mês de estímulo à prevenção do câncer de mama. A atenção da mulher é fazer o seu autoexame no período pós-menstrual. Mas, a partir dos 40 anos, a mamografia precisa ser anual – é o exame mais eficaz na prevenção”, destaca.
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o segundo mais prevalente, perdendo para o câncer de pele e é o tipo que mais mata mulheres no Brasil. São estimados 73.610 novos casos em 2025, e mais de 20 mil mortes foram registradas em 2023. Ainda assim, há avanços importantes: entre 2020 e 2023, a mortalidade caiu entre mulheres de 40 a 49 anos, reflexo do diagnóstico precoce e do aumento do acesso aos exames preventivos.
No SESI, as mulheres encontram estrutura e acompanhamento especializado para cuidar da saúde. “Aqui no SESI, temos ginecologistas disponíveis nas unidades, com estrutura para o exame mamário e orientação contínua”, explica a doutora Robertta.
A médica reforça que o cuidado deve ser constante, e não apenas durante o mês da campanha. “A importância do Outubro Rosa é, justamente, aumentar essa conscientização. A gente sempre nota um aumento da procura por exames nesse período, mas o ideal é que essa atenção à saúde da mulher seja permanente”, ressalta.
Quando diagnosticado precocemente, o câncer de mama tem até 98% de chance de cura. “Câncer de mama não é o fim, principalmente, se diagnosticado e tratado precocemente. Hoje, trabalhamos com cirurgias minimamente invasivas, sem necessidade de retirada total da mama, quando a detecção é precoce. Nos casos tardios, o tratamento pode exigir terapias adjuvantes com quimioterapia, radioterapia e outras terapias complementares”, explica a médica.










