O protagonismo, a criatividade, o raciocínio científico e a capacidade de inovação dos estudantes das escolas Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro foram premiados na Semana Institucional de Pesquisa, Tecnologia e Inovação na Educação Básica (Sinpete), promovida pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
Nessa terceira edição, a Sinpete foi aberta no último dia 16, com o tema “Inovação Sustentável: Educação, Tecnologia e Empreendedorismo para a Conservação dos Biomas Brasileiros”. A solenidade de encerramento e a premiação dos projetos expostos durante o evento foi realizada nessa terça-feira, 22, no Campus A.C. Simões, bairro Cidade Universitária, em Maceió.
A expectativa se transformava em vibração a cada anúncio. Entre as escolas da Rede Sesi de Educação Básica, foram dois primeiros lugares e uma segunda colocação, além de cinco menções honrosas.
Projetos premiados
No Ensino Fundamental, o primeiro lugar foi para o projeto Cobogós Ecológicos e Renda Filé – Sustentabilidade e Cultura na Arquitetura, da Escola Sesi Benedito Bentes. O trabalho se destaca por relacionar dois elementos inéditos distintos, o cobogó e a renda filé alagoana, com o objetivo de valorizar a cultura imaterial e promover a sustentabilidade conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O cobogó integra elementos da cultura local com matérias-primas sustentáveis, como a cana-de-açúcar e o pó de coco seco, amplamente disponíveis na região e nacionalmente. Além disso, busca-se criar um produto sustentável que incorpore o cobogó como um símbolo cultural regional.
No Ensino Médio, os estudantes do Benedito Bentes fizeram uma dobradinha no pódio. Em primeiro, ficou o projeto Sargassole – Produção de Borracha Sustentável. O objetivo dos alunos é desenvolver uma borracha que seja aplicável e biodegradável, utilizando algas pardas como matéria-prima principal, gerando um ciclo de renda para a comunidade local e empregos.
Em segundo, o Gess Eco – Utilização Sustentável de Casca de Ovo na Produção de Gesso. O projeto visa à sustentabilidade e à aplicabilidade do gesso em setores cruciais, como a construção civil e a saúde. Para isso, prevê a utilização de matérias-primas como casca de ovo, fibra de coco, vinagre, xantana e amido de milho, buscando criar um material ecologicamente correto, eliminando a dependência de processos convencionais e substâncias químicas prejudiciais.
Menções honrosas
Os trabalhos dos alunos Sesi também foram reconhecidos com Menção Honrosa. Do Benedito Bentes, foram agraciados a Inclupen: Caneta Adaptada para Pessoas com Parkinson – uma caneta vibratória adaptada para melhorar a escrita de pessoas com tremores; Kuya – absorventes ecológicos feitos a partir da fibra do maracujá e do bambu, visando a minimizar o cenário de pobreza menstrual na sociedade; e Climplent – um composto de biomassas capaz de substituir parcialmente o clínquer na produção de cimento, utilizando subprodutos agrícolas.
Da Escola Sesi Centro mereceram Menção Honrosa os projetos Plastmob – que propõe a fabricação de mobílias escolares utilizando plásticos e alumínios recicláveis, contribuindo para a sustentabilidade e redução de resíduos; e Mollis Sonus – um abafador de ruído com conexão sem fio ao microfone de professores.
Um momento de celebração da amizade e da competição saudável. Este é o espírito dos Jogos Estudantis Sesi (JES) 2024, abertos nessa segunda-feira, 21, para os estudantes do ensino médio das escolas Sesi Centro e Sesi Benedito Bentes. Nesta quarta-feira, 23, o campo e as quadras da Vila Olímpica Albano Franco, na Cambona, serão tomados pela alegria e pelos gritos das torcidas do ensino fundamental.
No total, estão inscritos nos JES 2.172 estudantes das duas escolas Sesi. Eles competem nas modalidades futset, futsal, vôlei, queimado, xadrez, dama, atletismo (100m e 400m), arremesso de peso e salto em distância.
Serão quatro dias de muitas conquistas e aprendizado. “A escola, quando promove os jogos, promove também a inclusão, a parceria e a convivência social entre os alunos”, destacou a gerente executiva de Educação do Sesi em Alagoas, Clarisse Barreiros.
Este clima de união e de trabalho em equipe tomou conta das escolas Sesi no dias que antecederam os jogos. Gabriel Dias, 17, do 3º ano da Escola Sesi Centro, vivenciou esta experiência com os colegas de sala. “A gente se preparou fazendo o bandeirão e as bandeirinhas, porque a gente vai ter uma torcida surpresa. Foi muito legal, a turma toda ajudou”, lembrou. O jovem, que está em seu último ano na escola, disse que espera fazer o melhor nos jogos.
Presente no dia a dia do colégio, a diretora da Escola Sesi Centro, Alessandra Damacena, ressaltou o impacto dos jogos entre os alunos. “A gente percebe que os alunos, que adolescentes e crianças, estão vibrando com a ação da escola e que querem participar, colocando todo o seu coração”, afirmou.
No Sesi Benedito Bentes não foi diferente, revela o diretor Eduardo Barsi. “Estava todo mundo na expectativa, todo mundo querendo receber as camisas para vê-las logo. A expectativa foi muito alta e todos com vontade de que chegasse o dia de hoje para poder participar [dos jogos]. Isso confraterniza mais, o pessoal se une mais, você sente a energia entre eles quando começam a fazer a equipe. Teve ainda a questão do ‘grito de guerra’, do concurso, então, eles se juntam, isso é muito positivo”, afirmou.
Para a estudante do 7º ano do Sesi Benedito Bentes Hadassa Santos, 13, os JES só começam na quarta-feira, 23. Mas, a expectativa dela é grande e a ansiedade também. “A vibração eu acho que vai ser muito boa, vai ser legal. Os jogos são bons porque a gente forma um time e fica mais unido”, disse ela.
No Sesi Alagoas, a união entre ensino tradicional e métodos inovadores permite aos estudantes terem acesso ao melhor dos dois mundos. Por meio do projeto de Iniciação científica e com propostas que vão desde o empreendedorismo à soluções que podem impactar a indústria, eles se aventuram no universo da faculdade enquanto ainda estão na escola.
Só neste ano de 2024, os alunos tiveram grandes conquistas com projetos que surgiram como ideias dentro da sala de aula. Em junho, os estudantes do Sesi Benedito Bentes trouxeram para o Brasil o prêmio Champions Awards, do Asia Pacific Open Championship First Lego. O evento é considerado uma das maiores competições de robótica do mundo.
Já agora em setembro, os sesianos voltaram a trazer mais orgulho para Alagoas ao desenvolverem a Inclupen, uma caneta que facilita a escrita de pessoas com a doença de Parkinson. O produto ganhou o primeiro lugar na 9ª Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic).
Esses resultados mostram que, quando estimulados a pensar de forma científica e empreendedora, crianças e adolescentes podem ir além da sala de aula e contribuir para a construção de um futuro melhor. E os professores do Sesi são peça fundamental nesse processo, orientando os alunos na busca por soluções inovadoras e significativas.
“É um processo contínuo de evolução. Temos estudantes com dois ou três anos de experiência em pesquisa científica, e a transformação é evidente. Os alunos da robótica, por exemplo, demonstram mudanças claras na forma como se expressam e se posicionam, seja nos trabalhos escolares, seja em entrevistas de emprego”, destaca o professor de linguagens Alef Marinho.
Para Vinícius Alves, aluno do 8º ano e integrante da equipe da Inclupen, a orientação do professor Alef foi essencial para o sucesso do projeto. “O professor faz a gente enxergar o que temos dificuldade de ver, ajuda em coisas que nem sabíamos que podíamos fazer e inspira quando a gente perde a esperança. E ele acredita muito na gente.” O depoimento de Vinícius ilustra o impacto que a relação entre professor e aluno pode ter, fortalecendo a confiança dos jovens e estimulando seu potencial criativo.
Com seis anos de experiência no Sesi, Alef foi mentor do projeto Inclupen desde o início, acompanhando o desenvolvimento da ideia com seus alunos. “É gratificante ver a evolução deles. Eles aprendem a enxergar o mundo com um olhar crítico e a entender como podem transformar a sociedade por meio da ciência e da inovação.”
A aluna Zahyra Ataíde, por sua vez, conta que sua turma encontrou nos professores o apoio necessário para transformar uma ideia em realidade ao criar a Conecta, uma agência de comunicação liderada por estudantes do Sesi. “Ano passado, minha turma já tinha bastante envolvimento com a parte visual, que eu sempre gostei. Mas eu queria algo mais ativo, que não ficasse preso só na sala de aula”, relata.
Ela e um grupo de alunos levaram a proposta de uma agência ao diretor da escola, após uma reunião, decidiram criar algo totalmente novo. “Queríamos algo que não apenas ajudasse no nosso aprendizado, mas que também contribuísse para o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.” Assim surgiu a Conecta, um projeto que une criatividade e colaboração para ampliar as habilidades de comunicação dos alunos e melhorar a interação na escola.
O professor Cleitton Lourenço, responsável pela disciplina Projetos de Vida, também comemora o desempenho dos alunos. Sua equipe desenvolveu cobogós sustentáveis voltados à construção civil, conquistando o segundo lugar na 20ª Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit), realizada em Recife. Cleitton explica que o projeto foi inspirado na renda-filé, com o uso de materiais como bagaço de cana-de-açúcar e pó de coco seco, fortalecendo a conexão entre inovação e identidade local.
“No total, foram 14 tentativas até encontrarmos uma composição viável. Durante o processo, os alunos aprenderam sobre paciência, resiliência e trabalho em equipe. Com o apoio dos estudantes de edificações do SENAI e orientação técnica do instrutor Eliseu, conseguimos chegar a um protótipo funcional”, relata Cleitton. “Ser professor no Sesi é mediar o conhecimento e preparar os alunos para serem protagonistas do próprio aprendizado.”
A professora Karolyne Camile, que leciona matemática, também acredita na importância de conectar o ensino às possibilidades reais que os alunos podem aplicar. “É comum eles perguntarem: ‘Eu vou usar isso para quê?’. Por isso, buscamos uma abordagem que vá além dos livros e que faça sentido para a vida real”, explica.
No itinerário de matemática do Sesi, os alunos trabalham com programação, desenho técnico e conceitos de engenharia, utilizando ferramentas como o GeoGebra para aplicar vetores e geometria na prática. “O foco não é só cálculo, mas desenvolver habilidades que eles possam usar no futuro. Essa metodologia os ajuda a descobrir o que realmente querem fazer e a se prepararem para enfrentar desafios de forma mais segura e consciente.”
Além dos projetos voltados para os estudantes regulares, o Sesi se destaca pela inclusão por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino que é oferecido gratuitamente através de Editais de Gratuidade. Felipe Aimaás, professor de Ciências da Natureza na EJA há seis meses, acredita que sua missão vai além do ensino de conceitos teóricos.
“Trabalhar com esse público é aprender um pouco todo dia com suas experiências, é ter empatia e compreender que cada um tem seu tempo. A vida não é linear; ela tem altos e baixos, mas com esforço conseguimos alcançar tudo o que desejamos, independentemente do tempo.” O relato de Felipe ilustra como o SESI busca criar espaços de aprendizagem que se ajustam às diferentes realidades dos alunos, reconhecendo suas vivências e promovendo uma formação que vai além do conteúdo.
Neste dia dos professores, os exemplos de Alef, Cleitton, Felipe e Karolyne mostram que o impacto de ser professor vai além do ensino em sala de aula: é um trabalho transformador, que desperta talentos e forma cidadãos.
“Então, toda essa metodologia nossa faz eles começarem a ter esse outro olhar, e eu acho que isso ajuda muito eles a entenderem o que querem fazer no futuro”, relata a professora Karollyne.
A Escola Sesi Benedito Bentes, de Maceió, teve quatro projetos agraciados na Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit) 2024, que aconteceu no Recife-PE, até o último sábado (12). Na sua 20ª edição, a maior feira de ciência e tecnologia da região teve 129 trabalhos inscritos, sendo 58 do Nordeste – dos quais 15 de Alagoas – e os demais das outras regiões brasileiras e América Latina.
A Fenecit é realizada pelo Instituto Princípio do Saber, com o objetivo de despertar nos estudantes o interesse pela produção e saber científico, por meio da construção de projetos de pesquisas no cotidiano escolar.
Premiações
Ao final da feira científica, o Sesi Alagoas comemorou o segundo lugar de dois projetos: o Paperben – Papel Reciclado Antifúngico e o Gess Eco – Utilização Sustentável de Casca de Ovo na Produção de Gesso. Em quarto lugar, com Menção Honrosa, ficou o projeto Sargassole – Produção de Borracha Sustentável, também reconhecido com o Prêmio por um Mundo sem Lixo Internacional.
O desempenho dos estudantes do Sesi Alagoas também rendeu às equipes credenciais para participar de outros eventos científicos. O projeto Cobogós Ecológicos e Renda Filé – Sustentabilidade e Cultura na Arquitetura credenciou-se para a Fecitec Girasoles (Paraguai); o Sargassole para a Izmir International Innovation Science Energy Engineering Fair (Turquia); o Paperben e o Gess Eco para a Milaet Expo-Sciences International 2025 (Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos).
Nessa terça-feira (1º), a Rede Sesi/AL deu início ao período de matrículas para o ano letivo de 2025, oferecendo vagas a partir do 6º ano do Ensino Fundamental II a 3ª Série do Ensino Médio, nas unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro, em Maceió.
Em linha com a proposta de oferecer “O Melhor de Dois Mundos”, as escolas Sesi combinam o ensino tradicional com abordagens inovadoras, proporcionando uma experiência educacional completa.
O material didático digital está incluído para novos e atuais alunos, eliminando custos adicionais para as famílias. Dependentes de trabalhadores da indústria também podem concorrer a 25 bolsas integrais para o 1º ano do Ensino Médio no turno da tarde.
As matrículas para novos alunos são feitas presencialmente, e oferecem a oportunidade de conhecer a estrutura das unidades, enquanto as renovações podem ser realizadas de forma on-line.
Formação além da sala de aula e educação inovadora
Nas escolas Sesi, a aprendizagem vai além da sala de aula. Com uma proposta pedagógica inovadora, os alunos são incentivados a serem protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, enquanto professores atuam como mentores e guias. O ambiente escolar, equipado com tecnologia de ponta e inspirado nas melhores práticas educacionais, estimula o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento socioemocional.
Com projetos inovadores, competições desafiadoras e congressos estudantis, os estudantes da Rede Sesi/AL são preparados para o mundo do trabalho e as demandas do futuro. A metodologia STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) integra os conteúdos de maneira prática e interdisciplinar, promovendo uma formação completa que prepara os alunos para enfrentar, com confiança, os desafios das próximas etapas da sua vida, visando a melhor adequação para qualquer linha de carreira que esse aluno deseja seguir.
Cristina Suruagy, Diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai Alagoas, destaca a importância de formar cidadãos prontos para as transformações do futuro.
“Nosso desafio é formar o cidadão com pensamento crítico, que desenvolva habilidades de solução de problemas com criatividade e inovação, que esteja preparado para o mundo do trabalho, que é incerto e em constante transformação. Para isso, contamos com uma infraestrutura que possibilita aos nossos profissionais, capacitados a trabalharem a proposta pedagógica por área de conhecimento, que integra a cultura maker, a educação tecnológica, reconhecidas pelas nossas atividades de robótica e iniciação científica, fazendo com isso um paralelo entre este mundo de educação inovadora com o que há de melhor na educação tradicional”, reforça.
Para mais informações sobre matrículas, infraestrutura, preços e agendamento de visitas, entre em contato com as unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro ou acesse nosso site: https://escolasesial.com.br/
O Sesi Alagoas brilhou do outro lado do mundo e conquistou para o Brasil o prêmio Champions Awards, do Asia Pacific Open Championship First Lego. Considerada uma das maiores competições mundiais de robótica, a disputa internacional aconteceu de 4 a 7 últimos, em Sidney, na Austrália, com a participação de cerca de 900 jovens, de 45 diferentes países.
A vitória inédita para Alagoas ganha um sabor especial, ao deixar a equipe Robocamb, da Escola Sesi Cambona, entre os melhores times de robótica do planeta. Isso porque o Champions Awards, conquistado pelos alagoanos, reconhece o sucesso da equipe em todos os critérios de avaliação.
“Todos do Sesi estão de parabéns por esta relevante conquista para Alagoas e para o Brasil. Nossos alunos mostram que seguimos no caminho certo ao apostar na Educação como um dos pilares do desenvolvimento das pessoas e do nosso Estado. As escolas Sesi entregam para a sociedade jovens com habilidades fundamentais para construir um futuro brilhante”, disse o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, José Carlos Lyra de Andrade.
“A gente só tem que se orgulhar muito desse resultado, que é fruto do modelo educacional vitorioso adotado pelo Sesi, que tem um time dedicado e competente na Educação Básica. Não poderia ser diferente, nossos alunos estão conquistando o mundo, mostrando que no Sesi o futuro é agora”, completou o superintendente do Sesi/AL, Carlos Alberto Paes.
Esta é a 10ª participação do Sesi Alagoas em competições internacionais de robótica, presenciais e remotas, em vários países. “O prêmio Champions Awards veio para consagrar o trabalho duro da equipe que treinou, incansavelmente, durante essa temporada. Minha gratidão ao Sesi Alagoas por investir e proporcionar essa experiência transformadora na vida de nossos alunos”, disse o professor Eduardo Monteiro, supervisor de Robótica do Sesi/AL.
Vivências enriquecedoras
A aluna do 1º ano da Escola Sesi Cambona Tandara Cordeiro Reis, de 16 anos, conta que participar do campeonato foi uma experiência única e emocionante, que proporcionou a oportunidade de conhecer pessoas de diferentes culturas e explorar novos lugares. “Vai além dos prêmios, é sobre as experiências enriquecedoras que vivenciamos. Essas vivências não apenas nos tornaram melhores competidores, mas também pessoas mais preparadas e capazes de enfrentar o mundo”, afirmou.
O instrutor de robótica da Escola Sesi Cambona, Joab de Almeida Leite, revela que o mix de emoções foi intenso e indescritível. “Sinto-me orgulhoso por todo o processo de desenvolvimento que esses jovens demonstraram com tamanha maestria! Mais uma vez brilharam e mostraram que são grandes!”, ressaltou.
Solução inovadora
Além do robô, os estudantes precisam desenvolver um projeto científico conforme o tema da temporada. Como o tema da temporada é “Arte” e o hobby em comum da equipe é a pintura, após algumas pesquisas, eles descobriram que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo sofrem com tremores nas mãos, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
ESTABILIZE
Para solucionar esse problema, a Robocamb desenvolveu o ESTABILIZE, um estabilizador para pincéis que utiliza um sistema de contrapeso. Ele se diferencia das demais soluções por possuir uma estrutura com peso adaptável para diferentes graus de tremores de ação. A ferramenta é especialmente projetada para proporcionar um momento de pintura prazeroso e inclusivo para pessoas que enfrentam esses tremores.
Equipe
A Robocamb é formada pelos estudantes Mharia Eduarda Ferreira Costa, Tandara Cordeiro Reis, Vinícius Melo de Oliveira, Bruno Felipe de Araujo Oliveira, Maria Laura Pacífico Santos e Graziella Maria Sales de Santana. Eles contaram com o apoio da equipe técnica composta pelos professores Eduardo Monteiro, Joab de Almeida Leite e Alessandra de Fátima Damascenan (diretora da Escola Sesi Cambona), além do intérprete João Victor Laurindo Dantas. O instrutor de robótica Matheus Antônio Lima dos Santos acompanhou os competidores diretamente de Alagoas.
A iniciação científica leva os alunos da Rede Sesi de Alagoas cada vez mais longe. Desta vez, uma equipe da Escola Sesi Senai Benedito Bentes foi premiada com Menção Honrosa na Genius Olympiad, realizada em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Entre os dias 10 e 14 últimos, delegações de 67 países e de 34 estados americanos participaram da competição internacional de projetos de ensino médio que abrange diversas disciplinas com foco questões ambientais.
Orientadas pela professora do Sesi Jeanynne Leite Rocha, as alunas Letícia Vitória Bezerra dos Santos, Maria Clara Farias Barbosa e Myllenny Victória Oliveira de Araújo levaram o projeto “Paperben – Papel Reciclado Antifúngico” para o evento que aconteceu no Rochester Institute of Technology. Como parte da premiação, caso as alunas sejam aprovadas no processo de admissão na Universidade, receberão uma bolsa de estudos de U$ 14 mil.
Além delas, integraram a delegação alagoana o coordenador de Educação Básica do Sesi/AL, Tássio Paiva e a intérprete Gabriela Damacena. “Poder estar presente em fóruns de excelência em âmbito internacional é a comprovação do potencial inovador de nossas ações voltadas para iniciação científica, ocupando espaços ainda na Educação Básica e que somente eram experienciados no ensino superior, contribuindo com o desenvolvimento do pensamento crítico, resolutivo e articulado com as transformações mundiais”, disse Tássio.
O resultado não surpreende, disse a diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai em Alagoas, Cristina Suruagy. “Que satisfação ver um trabalho tão desafiador, como trazer a Iniciação Científica ainda na Educação Básica, para um reconhecimento internacional! Uma olimpíada de excelência, com tantos países participantes, nossas alunas se destacaram com um trabalho super bem feito, orientado por nossa professora que acompanhou todo o desenvolvimento da equipe. Uma honra que só nos desafia a fazer mais, a fazer melhor para as nossas escolas”, disse.
Para as alunas, a experiência de compartilhar experiências foi inesquecível. “Esta oportunidade representa o reconhecimento do esforço e dedicação empenhados ao longo da nossa jornada. A experiência de participar da Genius Olympiad foi enriquecedora e inspiradora, proporcionando-nos um aprendizado significativo e a chance de compartilhar o Paperben para o mundo todo. Agradecemos a todos que nos apoiaram e contribuíram para esta conquista, que, sem dúvida, impulsiona nossa motivação para dar continuidade ao nosso projeto”, destacou Myllenny Victória.
“Além disso, reforça a importância do nosso compromisso com a sustentabilidade e com o desenvolvimento de soluções ambientais, áreas de grande relevância global. Este reconhecimento também pode abrir portas para novas parcerias, financiamentos e oportunidades de colaboração, tanto nacional quanto internacionalmente”, acrescentou a professora orientadora Jeanynne Leite Rocha.
O projeto
O Paperben é um papel antifúngico, específico para o transporte e armazenamento de frutas, legumes e verduras. Ele é feito a partir de folhas recicladas, incorporando ervas como boldo do Chile, alecrim, cravo da Índia e erva-doce, que possuem propriedades antimicrobianas. Ele cria uma barreira protetora que reduz os riscos de contaminação por fungos. O objetivo do Paperben é contribuir para a sustentabilidade, a segurança alimentar e a eficiência econômica na cadeia de produção e distribuição de alimentos.
A competição
Fundada e organizada pela Terra Science and Education e sediada pelo Rochester Institute of Technology, a Genius Olympiad reúne projetos nas áreas de Ciência, Escrita Criativa, Negócios, Robótica, Arte, Música, Curta-metragem e Programação (Coding). A equipe alagoana se credenciou para o evento internacional devido à excelente participação na 8ª Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), que aconteceu no período de 2 a 6 de outubro de 2023, em Pomerode-SC.
Brasília/DF – 02/03/2024 – Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Foto por: Gilberto Sousa/SESI
Entre os dias 17 e 20 de abril, acontece o campeonato mundial de robótica da organização sem fins lucrativos FIRST, em Houston, nos Estados Unidos. O torneio reúne cerca de 15 mil estudantes de 6 a 19 anos, de mais de 50 países.
Neste ano, o Brasil terá a maior delegação desde que o primeiro time brasileiro competiu, em 2000: serão 144 competidores de 9 a 18 anos, de escolas públicas e particulares de 10 estados (AL, GO, MA, MG, MT, RJ, PR, RS, SC, SP). Eles vão acompanhados de 54 técnicos e mentores, que também compõem a delegação.
Os estudantes competem em equipes e por modalidades – da iniciante, com peças de LEGO, à mais avançada, com robôs de porte industrial, que chegam a 56 kg e 1,5 metro de altura. Dos 14 times brasileiros, 12 conseguiram a vaga para o mundial no Festival SESI de Educação, realizado pelo Serviço Social da Indústria em março, em Brasília. Outras duas equipes garantiram a classificação em torneios em Curitiba e no Canadá.
“O Brasil entrou de maneira definitiva no circuito internacional da robótica em 2012, quando o SESI passou a realizar a seletiva nacional para o mundial da FIRST. A cada ano que passa, temos mais estudantes competindo. Prova da projeção do país é o aumento no número de vagas para o mundial do ano passado para cá”, observa.
Segundo Wisley Pereira, a robótica é o melhor exemplo que temos hoje de como o ensino prático de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática, que chamamos de STEAM, tem um impacto positivo e duradouro na formação dos jovens.
“A robótica dá a base e prepara o estudante para os desafios que ele vai encontrar no futuro. Tanto do ponto de vista técnico, porque os competidores aprendem a programar, a construir e a resolver problemas. Mas também do ponto de vista comportamental, porque eles desenvolvem competências socioemocionais como colaboração, criatividade, comunicação e empreendedorismo”.
Um torneio de robótica que vai além dos robôs
O mundial da FIRST é uma competição grandiosa e diferente. Isso porque ela não é só sobre ter o melhor robô. Além de programar e construir máquinas que devem cumprir tarefas em modo totalmente autônomo e teleoperado para somar pontos em partidas, os times também são avaliados por outros critérios.
Eles devem apresentar um projeto de pesquisa, que é uma solução para um problema real dentro do tema da temporada (neste ano, é Arte); plano de negócios da equipe, patrocínios e projetos sociais para levar a ciência e a tecnologia para a comunidade; os valores que eles apresentam durante o torneio, incluindo trabalho em equipe, inclusão, criatividade e diversão.
Conheça as equipes brasileiras
Das 14 equipes brasileiras, quatro competem pela modalidade iniciante, três pela intermediária e sete pela avançada. Quatro estudantes que estarão em Houston foram indicados como Dean’s List, prêmio individual que reconhece a liderança e a dedicação de jovens destaque.
Mesmo que suas equipes não sejam classificadas, eles são convidados a participar do mundial, onde têm um almoço com o fundador da FIRST e a oportunidade de entrar em contato com universidades norte-americanas. Caroline Martins, da equipe 5800 Magic Island Robotics, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), também representará o país, concorrendo ao prêmio de mentora – o Woodie Flowers Award.
FIRST LEGO League Explore
Estudantes de 6 a 10 anos formam equipes de até seis alunos, que montam um conjunto LEGO motorizado e cumprem 12 atividades propostas ao longo da temporada. Essa é a modalidade de entrada, em que os alunos exploram conceitos básicos de programação.
> Competem no mundial da FLL Explore 60 equipes, sendo 1 equipe brasileira
Los Valentitos
Escola Municipal Padre Valente Simioni, de Joinville (SC)
Prêmio na temporada: Challenge Solution
– 4 competidores: Henrique Alano Schmidt, 9 anos; Luiza Henrique, 9; Mariana Martins, 10; Marlon André David da Silva, 9
– 3 técnicos: Gilmara dos Santos, Ana Cláudia de Oliveira e Adriana de Souza
FIRST LEGO League Challenge (FLLC)]
Alunos de 9 a 16 anos formam equipes de 2 a 10 integrantes para construir robôs feitos de peças de LEGO, que devem cumprir uma série de atividades em uma mesa e somar o máximo de pontos em 2 minutos e meio. O time ainda é responsável por idealizar e criar um projeto de inovação, que é uma solução para um problema real dentro da temática da temporada.
> Competem no mundial da FLL Challenge 108 equipes, sendo três brasileiras
SESI Heroes
Escola SESI CE 021, de Jundiaí (SP)
Prêmios na temporada: 3º lugar Champion’s Award (nacional)
– 7 competidores: Clara Ienne, 15; Caio Gimene, 15; Matheus Schoeps, 15; João Vitor Nunes, 14; Tiago Nascimento, 15; Yana Lara Santos, 15; Rodrigo Antunes, 12
– 2 técnicos/mentores: Rafael Capovila e Mário Roberto Sivi
Pardoboots
Escola SESI CE 260, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP)
Prêmios na temporada: 1º lugar Design do Robô (regional) e 2º lugar Champion’s Award (nacional)
– 7 competidores: Maria Olivia Morais Andrade, 12; Heloisa Andrade, 12; Eloisa Pionti, 13; Eveli Natalia Torres, 13; Nicole Rafaela Carvalho, 13; João Pedro Marcolino, 13; Otávio Andrade, 15
– 2 técnicos/mentores: Ana Carolina Basilio e Mônica Marques
Los Atômicos
Escola SESI CE 303, de Araras (SP)
Prêmios na temporada: 2º lugar Champion’s Award (regional) e 1º lugar Champion’s Award (nacional)
– 7 competidores: Diego Eduardo de Jesus, 13; Leticia Silva, 15; Heloisa Moreira, 15; Francisco Di Pietro, 14; Marcos Aparecido, 14; Matheus Tonhetti, 14; Ana Clara Simionatto, 14
– 2 técnicos/mentores: Ana Paula Carrocci e João Pedro dos Santos
FIRST Tech Challenge (FTC)
Em equipes de até 15 competidores, estudantes do ensino médio constroem robôs de até 19kg a partir de um kit de peças reutilizáveis e uma variedade de níveis de programação. Eles desenvolvem ainda um plano de marketing, projetos sociais e um caderno de engenharia para detalhar o robô, que deve cumprir atividades, como carregar discos e arremessar um avião de papel em uma arena. Vídeo: conheça a FTC.
> Competem no mundial da FTC 192 equipes, sendo três brasileiras
Dean’s List: Ana Carolina Mariano Castro, da 21036 Justice FTC Team, Escola SESI Planalto, em Goiânia (GO); e Anthony Gabriell Jatobá, da 16049 FTCamb, da Escola SESI Cambona, em Maceió (AL)
17792 Amigos Droids
Escola DHEL, de Belo Horizonte (MG)
Prêmios na temporada: Prêmio Conexão (regional); Prêmio Inspiração e Aliança Finalista (nacional)
– 7 competidores: Caetano Lana, 15; Daniel Filho, 17; Davi Delmaschio, 16; Gabriela Martins, 17; Heitor Lana, 15; Maria Eduarda Morais, 17; Sofia Pedersoli, 17
– 2 técnicos/mentores: Sérgio Lana e Débora Lana
22708 Tech Zeus
Escola SESI Oscar Ferreira Magalhães Ferreira, de Barbacena (MG)
Prêmios na temporada: Prêmio Aliança Vencedora e Prêmio Controle (regional); Prêmio Aliança Vencedora – capitã e 2° lugar Prêmio Controle (nacional)
– 8 competidores: Bernardo Siqueira, 16; Valentina Ferreira, 16; Isaía Lobo, 17; Gustavo Luiz Damasceno, 16; Leonardo Cursio, 16; Matheus José Moreira, 16; Maria Clara da Costa, 17; Isabelle Araújo, 17
– 3 técnicos/mentores: Wesley de Almeida, Daniel Silva e Mariana Rodrigues
23060 Everest
Escola SESI de São Luís (MA)
Prêmios na temporada: 2º lugar Prêmio Inspiração (nacional)
– 7 competidores: Nycolle Raquel da Silva, 16; Ana Julia da Cunha, 17; Lara Lays Pereira, 16; Pablo Aymar, 17; João Márcio Prazeres, 17; Hiana Geovanna de Aragão, 17; Maria Eduarda Silva, 16
– 3 técnicos e mentores: Luiz Eugenio Hoffmann, Diego de Oliveira e Angelo Antonio Barbosa
FIRST Robotics Competition (FRC)
A categoria mais complexa envolve alunos do ensino médio, que constroem e programam robôs de porte industrial, que chegam a 55 kg e 1,5 metro de altura. Os robôs têm que cumprir tarefas em uma arena maior, do tamanho de uma quadra de vôlei. A competição é bastante consolidada lá fora, onde os times são patrocinados por grandes empresas, como General Motors, Apple, Xerox, Google, GE Energy, Toyota, que acabam utilizando o torneio para identificar talentos. Vídeo: conheça a FRC.
> Competem no mundial da FRC 600 equipes, sendo sete brasileiras
Dean’s List: Ana Caroline Silvestre, da 7563 Megazord (SP), do SESI SENAI em Jundiaí; e Flora Maria dos Santos, da 9218 Alpha Technology, do SESI SENAI de Jacarepaguá (RJ)
1156 Under Control
Colégio Marista de Novo Hamburgo (RS)
Prêmios na temporada: Aliança vencedora e Autonomous Award (regional Brasil) e Excellence in Engineering Award (regional Iowa)
– 20 competidores: Helena Baggio, 16; Mateus Hartmann, 16; Giovanna Pacheco, 16; Guilherme Raasch, 15; Arthur Duarte, 17; Rafael Schneider, 16; Lucca Jaroszeski, 17; Bruno Abel, 17; Ico Johann, 17; Victor Zanchi, 16; Maria Eugênia Dias, 17; Günther Steinmeier, 18; Ana Luiza Amora, 16; Virgínia Silveira, 16; Ben Hur Bueno, 16; Luca Carvalho, 17; Gabriel Kalsing, 16; Klaus Koller, 14; Kauã Roese, 17; Ian Lucena, 14
– 10 técnicos/mentores: Cibele Gonchoroski, Matheus da Silva, Bruno Toso, Henrique Schmitz, Douglas Lopes, Gabriel Berwanger, Isabela Gonchoroski, Vito Pacheco, Nicolas Gabriel Rech e Eduardo Nunes
6902 Strike
Escola Bert International Schools, de Foz do Iguaçu (PR)
Prêmios na temporada: Aliança vencedora e Engineering Inspiration Award (Canadian Pacific Regional)
– 3 técnicos/mentores: Leticia Puziski, Thais Schreiner e Gabriel Nunes
7565 Robonáticos
Escola SESI CE 111 e SENAI Roberto Simonsen, de São Paulo (SP)
Prêmios na temporada: Aliança vencedora e Engineering Inspiration Award (regional Brasil)
– 10 competidores: Ana Karine Costa, 16; Debora da Silva, 17; Enzo de Souza, 17; Gabriel Alves, 17; Isabela Mazo, 17; Joseph Rezende, 17; Lettícia Mendel, 16; Luiz Carlos Devite, 17; Rafaela Remonti, 17; Sophia Lima, 15
– 4 técnicos/mentores: Hector Luz, Richard Souza, Reinaldo De Nardi e Rodrigo Russo
7567 Octopus
Escola SESI CE 296 e Escola SENAI João Martins Coube, de Bauru (SP)
Prêmios na temporada: Impact Award (regional Brasil)
– 10 competidores: Isabel Mani, 17; Carlos Eduardo Costa, 17; Fernanda da Mata, 17; Maria Eduarda Marqui, 17; Bárbara Lazari, 17; Luanna Gabriele, 16; Ana Clara Sanches, 16; Miguel Soares, 17; Anna Luiza Ribeiro, 16; Maria Eduarda Souza, 16
– 5 técnicos/mentores: Daniel Peral, Daniele Ortiz, Luiz Zanini, Marcos Rocha e Ademir Redondo
8882 Infinity BR
Escola SESI Canaã, de Goiânia (GO)
Prêmios na temporada: Aliança vencedora (regional Brasil)
– 11 competidores: Evelyn Vaz, 16; Ellen Gleice, 16; Laura Cristyne, 16; João Vitor Fernandes, 17; João Vitor Cardoso, 17; Ezequiel Sousa, 17; Guilherme Cordeiro, 15; Bryan Oliveira, 15; Augusto Pinho, 16; Raissa Moura, 15; Thiciane Ethel, 15
– 7 técnicos/mentores: Bruno Vieira, Diana Pinho, Flamarion Moreira, Harumi Fukuchima, Marcos Denner, Gabriel Feitosa e Miguel Ramos
9458 Jactech
Escola SESI e SENAI de Jacareí (SP)
Prêmios na temporada: Rookie All-Star Award (regional Brasil)
– 10 competidores: Isabella Fabiana Rodrigues, 18; Maria Clara Caputo, 16; Maria Isabelli Aparecida, 16; Endrew Ryan de Oliveira, 17; Tomás Ramide, 17; Rafael Oliveira, 16; Nícolas Leonardo Cunha, 17; Isis Pires, 17; Gabrielle Nunes, 17; Kauã Godinho, 17
– 4 técnicos/mentores: Danilo Fernando Carvalho, Adriano Francisco, Renan dos Santos e Mayara Nani
9602 Canintech
Escola SENAI de Sinop (MT) e escolas estaduais E.E. João Pissinati Guerra, E.E. Edeli Montovani, E.E. Enio Pipino e E.E. Nilza de Oliveira Pipino
Prêmios na temporada: Industrial Design Award e Aliança Finalista (regional Brasil)
– 8 competidores: Alana Sophya dos Santos, 16; Ana Vitória dos Santos, 16; Geicy Kelly Bianchi, 16; Guilherme Cajaiba, 16; Henrique Riffel, 16; Leonel Vitor Venâncio, 16; Nicolas Nathã Pires, 18; Rafaella Rodrigues, 16
– 4 técnicos/mentores: Américo Koji, Daniel Gustavo Rodrigues, Olavo Cobianchi e Vanessa da Silva