Categoria: Notícias FIEA

  • Projeto Seja SESI 2025 tem início com celebração e reconhecimento dos estudantes

    Projeto Seja SESI 2025 tem início com celebração e reconhecimento dos estudantes

    O projeto Seja SESI 2025 teve início na última quinta-feira (13) com um dia inteiro de atividades voltadas aos alunos dos 6º anos da Escola SESI Benedito Bentes, em Maceió. A programação segue nesta sexta (14), com os estudantes da Escola SESI Centro, e continua nos dias 18 e 19 de novembro, com os alunos do 9º ano. Já as turmas da 3ª série do Ensino Médio participam de suas vivências nos dias 17 e 24 de novembro, no Sítio Varrelinha.


    As ações que marcam a culminância do projeto estão sendo realizadas na Associação das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus, na Serraria, e reúnem dinâmicas, palestras e atividades de reflexão e autoconhecimento.


    O pontapé inicial do Seja SESI 2025 aconteceu ainda na primeira semana de novembro, com o lançamento oficial da iniciativa nas escolas. O momento foi marcado por grande emoção e simbolismo: os estudantes receberam seus passaportes para a jornada, gesto que simbolizou o convite para viverem uma experiência de pertencimento e identidade SESI. Entre os mais empolgados estavam os alunos da 3ª série do Ensino Médio, que aguardam com expectativa o grande encontro de encerramento — um dia repleto de diversão, memórias e celebração, sonho cultivado ao longo dos anos e que representa a conquista de fazer parte dessa história.

    Segundo o gerente de Educação Básica do SESI Alagoas, Tássio Paiva, o Seja SESI é uma proposta institucional que busca fortalecer o sentimento de pertencimento dos estudantes às escolas do SESI, reconhecendo suas trajetórias e os valores que constroem durante a vida escolar. “A ideia é fazer com que cada aluno se perceba como parte importante da escola e compreenda que a jornada no SESI vai além do aprendizado em sala de aula. Ela envolve identidade, valores e vínculos que se formam ao longo do tempo”, explica.


    Para a coordenadora de Educação Básica, Marseille Lessa, o Seja SESI marca o início de uma jornada simbólica na vida dos estudantes, semelhante a experiências que ficam na memória de todos, como feiras de ciências, jogos internos e formaturas. “É uma trilha de engajamento e pertencimento. No 6º ano, o estudante vive o ‘sou visto’; no 7º, ‘pertenço a este espaço’; no 8º, ‘aqui sou escutado’; no 9º, ‘valores são inegociáveis’. Já no Ensino Médio, ele passa por etapas que falam sobre escolhas, futuro e, por fim, o sentimento de ser parte dessa história”, explica.


    Marseille destaca ainda que o projeto, que será implementado em todas as séries a partir de 2026, começou este ano com uma amostra especial voltada aos 6º e 9º anos e à 3ª série do Ensino Médio, como um “brinde de abertura” dessa jornada de construção coletiva da identidade SESI.

    A diretora de Educação, Tecnologia e Inovação do SESI/SENAI, Cristina Suruagy, observa que as experiências foram planejadas para promover emoção, reflexão e integração entre os alunos, fechando o ano letivo com um olhar de reconhecimento de si, dos colegas e da escola.

  • Alagoas registra R$ 4,26 bi em investimentos e previsão de mais de 4 mil empregos

    Alagoas registra R$ 4,26 bi em investimentos e previsão de mais de 4 mil empregos

    O Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) divulgou a nova edição do Radar de Investimentos, referente ao terceiro trimestre de 2025. O levantamento mapeia R$ 4,26 bilhões em aportes anunciados no estado, distribuídos entre quatro municípios – Pilar, Rio Largo, Batalha e Maceió – com projeção de geração de até 4.100 empregos diretos e indiretos.

    A iniciativa, conduzida pelo Observatório da Indústria, tem como objetivo monitorar e analisar os principais investimentos em Alagoas, oferecendo uma visão consolidada sobre a dinâmica de expansão industrial, a geração de empregos e as oportunidades setoriais.

    Segundo o estudo, os investimentos contemplam setores estratégicos como energia, alimentos, logística e infraestrutura, reforçando a diversificação produtiva e a interiorização do desenvolvimento econômico.

    Entre os destaques está o megaprojeto da Origem Energia, que prevê US$ 700 milhões (cerca de R$ 3,7 bilhões) para a implantação de termelétricas e de um sistema subterrâneo de estocagem de gás natural em Pilar – empreendimento inédito no Brasil, com potencial de posicionar Alagoas como um importante polo energético nacional.

    Ainda em Pilar, o Grupo Maratá anunciou R$ 400 milhões para a construção de um novo moinho de trigo, um dos seis maiores do país, com previsão de 600 empregos diretos e indiretos. O projeto fortalece o setor alimentício e cria novas oportunidades logísticas na região.

    Em Rio Largo, a Bauducco ampliará sua unidade local com uma nova linha de produção de mini panettones e mini chocottones, investimento estimado em R$ 10 milhões e geração de até 370 empregos. Já em Batalha, a Algás destinará R$ 5 milhões para expandir o fornecimento de gás natural ao sertão, etapa fundamental no processo de interiorização da rede de energia.

    Na capital, o Porto de Maceió passará por obras de modernização e requalificação, com investimentos de R$ 150 milhões até 2027. As intervenções incluem dragagem, novas defensas, sede administrativa e melhorias logísticas, com impacto direto na competitividade das exportações e na geração de até 1.000 empregos.

    Para o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, o Radar de Investimentos é uma ferramenta essencial para compreender a vitalidade econômica do estado e planejar o futuro do setor produtivo: “O estudo oferece uma visão aprofundada sobre onde estão sendo feitos os investimentos e quais setores estão puxando o crescimento de Alagoas. Essas informações ajudam o empresariado e o poder público a tomarem decisões mais estratégicas e a preparar nossa mão de obra para aproveitar as novas oportunidades que estão surgindo”, destacou o presidente.

    Com o novo levantamento, o Observatório da Indústria reforça seu papel de apoio à tomada de decisões estratégicas, fornecendo dados qualificados para orientar políticas públicas, ações empresariais e o fortalecimento do ambiente industrial de Alagoas.

    O estudo completo pode ser acessado no site da FIEA, na seção Publicações.

  • SILEAL formaliza à FIEA e à CNI pedido de suspensão temporária das licenças de importação de lácteos

    SILEAL formaliza à FIEA e à CNI pedido de suspensão temporária das licenças de importação de lácteos

    O Sindicato das Indústrias de Laticínios de Alagoas (SILEAL) formalizou, na última segunda-feira (10), à Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) e à Confederação Nacional da Indústria (CNI) um pedido de suspensão temporária das licenças de importação de produtos lácteos, diante da grave crise que atinge o setor em todo o país.

    A solicitação foi entregue em mãos pelo presidente do SILEAL, Arthur Vasconcelos, durante reunião realizada na sede da Casa da Indústria, em Maceió, com o presidente da FIEA e do Conselho Temático da Agroindústria (Coagro/CNI), José Carlos Lyra de Andrade.

    No documento, o SILEAL alerta que as importações de lácteos, especialmente de países do Mercosul, têm crescido de forma expressiva e provocado um forte desequilíbrio no mercado interno. Segundo a entidade, o aumento da entrada desses produtos — comercializados a preços artificialmente baixos — vem pressionando o setor nacional, que opera com margens cada vez menores e enfrenta uma acentuada queda nos preços pagos aos produtores. Essa situação tem levado à redução da produção local, à formação de estoques elevados e ao fechamento de postos de trabalho em toda a cadeia produtiva do leite.

    O texto também destaca que as indústrias brasileiras vêm enfrentando custos de produção muito superiores aos praticados nos países exportadores, o que gera uma desigualdade de condições competitivas e compromete a sustentabilidade do setor. Além disso, a ausência de políticas públicas adequadas de apoio à produção leiteira nacional agrava ainda mais o cenário, ampliando os prejuízos de produtores e indústrias e colocando em risco milhares de famílias que dependem diretamente da atividade.

    O presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, que também preside o Conselho Temático da Agroindústria da CNI, encaminhou o pleito ao presidente da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Alban, considerando justos e relevantes os argumentos apresentados pelo SILEAL. Para José Carlos Lyra, o setor lácteo é estratégico para a segurança alimentar do país e para a geração de emprego e renda no campo, e por isso medidas de defesa comercial devem ser avaliadas com urgência, de modo a restabelecer o equilíbrio de mercado e proteger a produção nacional.

    A solicitação segue agora para análise no âmbito da Confederação Nacional da Indústria, por meio do Coagro, que acompanha de perto as questões relacionadas à competitividade e sustentabilidade da agroindústria brasileira.

    De acordo com o presidente do SILEAL, Arthur Vasconcelos, o cenário atual é de urgência e exige providências imediatas. Ele enfatizou que as importações têm inviabilizado a operação das indústrias e comprometido a sobrevivência dos produtores, e que a suspensão temporária das licenças de importação representa uma medida necessária para permitir que o setor volte a se equilibrar e a gerar renda de forma sustentável.

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  • FIEA participa das oficinas de validação do Planejamento Espacial Marinho do NE

    FIEA participa das oficinas de validação do Planejamento Espacial Marinho do NE


    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) participará das Oficinas de Validação dos Cadernos do Planejamento Espacial Marinho da Região Nordeste (PEM-NE), um processo colaborativo que reúne universidades, governos, setor produtivo e sociedade civil na construção de um modelo sustentável de desenvolvimento para o mar e a zona costeira brasileira.

    O Planejamento Espacial Marinho (PEM) é uma iniciativa coordenada pela Marinha do Brasil, por meio da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, com o objetivo de garantir segurança jurídica e infraestrutura para potencializar a Economia Azul, promovendo o uso sustentável dos recursos marinhos e costeiros. O projeto é considerado um megadesafio para o Estado Brasileiro, uma vez que a região oceânica nacional abrange 17 estados, 443 municípios e cerca de 45 milhões de habitantes.

    O PEM busca consolidar, até 2028, uma política pública que envolva a caracterização do sistema oceânico, o mapeamento dos usos sociais e econômicos do mar, a criação de indicadores de sustentabilidade e a organização de informações que subsidiem políticas de gestão integrada e conservação ambiental.

    Atendendo ao convite da professora Nídia Noemi Fabré, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e coordenadora estadual do PEM-NE, o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, designou como representantes da Federação Rafael Sampaio, gerente executivo do Observatório da Indústria; Beatriz Lopes, analista prospectiva do Observatório da Indústria; Júlio Zorzal, assessor de Sustentabilidade Industrial; e Marília Belo, analista de Sustentabilidade Industrial.

    As oficinas setoriais de validação ocorrerão entre 2025 e 2026, abrangendo 12 temas estratégicos: Pesca Industrial, Pesca Artesanal, Aquicultura, Petróleo e Gás, Geologia e Mineração, Navegação e Portos, Segurança e Proteção, Turismo, Energias Renováveis, Meio Ambiente, Instituições de Pesquisa e Investimentos. A primeira delas, dedicada às Energias Renováveis, será realizada no dia 27 de novembro, de forma remota, com possibilidade de participação presencial.

    Para o presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, a participação da Federação reforça o compromisso da indústria alagoana com a sustentabilidade e o uso responsável dos recursos naturais. “Acreditamos que planejar o futuro do mar é também planejar o futuro do desenvolvimento do país. A FIEA está honrada em contribuir com esse debate estratégico, que une ciência, governo e setor produtivo em torno de uma mesma missão: garantir crescimento econômico com equilíbrio ambiental e social”.

  • Startups escolhem o SENAI Alagoas para testar tecnologias educacionais inovadoras

    Startups escolhem o SENAI Alagoas para testar tecnologias educacionais inovadoras


    Duas startups – Territorius, de Belo Horizonte (MG), e Btracer, de Manaus (AM)- escolheram o SENAI Alagoas para realizar os testes de suas soluções educacionais selecionadas pelo Programa Aliança Educacional 2025, iniciativa nacional de inovação aberta promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

    A escolha é resultado de um esforço estratégico do SENAI Alagoas para atrair projetos inovadores e parceiros do ecossistema de inovação, conectando startups de diferentes regiões do país ao ambiente de experimentação e desenvolvimento tecnológico do Regional.

    As duas propostas foram escolhidas entre 142 submetidas em todo o Brasil e receberão aporte de R$ 250 mil cada, em recursos do SENAI Nacional. O valor será gerido diretamente pelo SENAI Alagoas, responsável pela condução e acompanhamento das atividades durante o desenvolvimento e validação dos projetos, que seguirão para a fase de execução em 2026 – a chamada prova de conceito, quando as soluções serão aplicadas e testadas nas Escolas do SENAI de Educação Profissional em Alagoas.

    Em Alagoas, os testes contarão com o suporte do HUB SENAI, espaço de inovação localizado na unidade do SENAI no bairro do Poço, em Maceió. O ambiente atua como laboratório de experimentação e colaboração, estimulando o desenvolvimento de soluções criativas e sustentáveis, o compartilhamento de informações e a aproximação com investidores, mentores e parceiros estratégicos.

    A Territorius foi selecionada com o projeto Assistentes Holográficos na Educação, que propõe o uso de hologramas interativos como ferramenta de apoio ao ensino técnico. A solução utiliza tecnologia WebAR acessível via QR Code- sem necessidade de aplicativos – para ampliar a imersão e o engajamento dos alunos, integrando recursos de inteligência artificial conversacional, gamificação e uma plataforma administrativa para docentes. A aplicação será testada nas turmas de Eletrotécnica, Eletroeletrônica, Eletromecânica e Automação Industrial, com potencial de escalabilidade nacional.

    Já a Btracer desenvolverá a plataforma EcoTech – Capacitação ESG na Indústria 4.0 com Gamificação e IA, voltada à formação de profissionais com competências relacionadas à sustentabilidade industrial. A solução une inteligência artificial, Web3 e gamificação para criar uma economia virtual baseada em “Green Coins”, com trilhas de aprendizado, desafios práticos e um tutor virtual voltado ao desenvolvimento de habilidades em ESG.

    Para a gerente executiva de Educação, Serviços de Tecnologia e Inovação do SENAI Alagoas, Clarisse Barreiros, a presença das startups no Estado demonstra o sucesso da estratégia de inovação da instituição.“As duas startups poderiam escolher qualquer unidade da rede, mas optaram por desenvolver suas soluções em Alagoas. Esse resultado é fruto de uma atuação articulada, que envolveu nossos parceiros do ecossistema de inovação e consolidou o HUB SENAI como um ambiente propício ao desenvolvimento de soluções criativas e sustentáveis. É um espaço multiuso, com estrutura completa para experimentação de ideias, compartilhamento de informações e geração de oportunidades de investimento”, afirmou.

    Os projetos serão acompanhados regionalmente pelo SENAI Alagoas, reforçando o compromisso da instituição com o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à educação profissional e ao fortalecimento da indústria local. O monitoramento nacional ficará a cargo do Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais, em Brasília, responsável pela coordenação do programa.

    A iniciativa integra a Plataforma Inovação para a Indústria, criada para fomentar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços que aumentem a produtividade e a competitividade da indústria brasileira.

  • IEL abre novas vagas de estágio e jovem aprendiz em Maceió e Arapiraca

    IEL abre novas vagas de estágio e jovem aprendiz em Maceió e Arapiraca

    O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), integrante do Sistema FIEA ao lado do SESI e do SENAI, anunciou novas oportunidades de estágio e jovem aprendiz disponíveis em Maceió e Arapiraca. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas exclusivamente pelo portal carreiras.iel.org.br/AL.

    Em Maceió, há vagas para estudantes de Ciências Contábeis, Design, Publicidade e Propaganda, Engenharia Civil, Pedagogia, Jornalismo, Marketing, Relações Públicas, além de Ensino Médio e cursos técnicos como Administração, Logística e Edificações. As bolsas variam de R$ 535,33 a R$ 1.500,00, com auxílio-transporte entre R$ 146,00 e R$ 8,00 por dia, conforme a vaga.

    Já em Arapiraca, o IEL oferece oportunidades para alunos dos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Técnico em Edificações, Técnico em Segurança do Trabalho e áreas ligadas à Tecnologia da Informação — como Ciências da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. As bolsas vão de R$ 400,00 a R$ 1.041,00, com auxílio-transporte de até R$ 100,00.

    Também estão abertas 20 vagas para Jovem Aprendiz na área de Teleatendimento, com remuneração de R$ 1.515,68.

    As vagas são atualizadas semanalmente e podem ser encerradas assim que preenchidas. O IEL orienta que os candidatos mantenham seus cadastros atualizados no portal de carreiras para não perderem novas oportunidades.

  • Alunos do SESI Alagoas participam do lançamento da Coleção SINPETE na 11ª Bienal do Livro

    Alunos do SESI Alagoas participam do lançamento da Coleção SINPETE na 11ª Bienal do Livro

    A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas se transformou em um verdadeiro palco para a ciência feita na escola, durante o lançamento, na terça-feira (4) da Coleção SINPETE – Ciência na Escola para o Desenvolvimento Sustentável. A iniciativa, fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Laboratório de Mentoria (LabMent), tem como propósito fortalecer a pesquisa escolar, promover a cultura científica e estimular práticas sustentáveis alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

    O lançamento reuniu 30 projetos escolares de pesquisa e intervenção desenvolvidos por mais de 100 autores — entre professores e estudantes de diferentes níveis de ensino — de nove municípios alagoanos. Entre eles, três projetos da Escola SESI SENAI Benedito Bentes foram selecionados e transformados em publicações científicas: Cobogós com Alma Alagoana, Gess Eco e Sargassole.

    Segundo a coordenadora de Educação Básica do SESI, Marseille Lessa, as produções aliam criatividade, sustentabilidade e inovação, reforçando o compromisso do SESI Alagoas com uma educação que forma jovens críticos, protagonistas e comprometidos com o futuro.

    O projeto “Cobogós com Alma Alagoana: renda filé, arquitetura e sustentabilidade”, orientado pelo professor Claitton Lourenço da Silva e desenvolvido pelos estudantes Lucas Afonso e Júlia Melissa, sob a mentoria do professor Müller Ribeiro, une tradição e inovação ao reinterpretar o artesanato local em soluções de arquitetura bioclimática.

    Para o professor Claitton, participar da Bienal foi um marco de reconhecimento: “Estarmos na Bienal do Livro com três projetos é a concretização de um trabalho coletivo e da dedicação desses jovens pesquisadores.”

    A segunda publicação, “Gess Eco: utilização sustentável de casca de ovo na produção de gesso”, orientado pela professora Madalena Ferreira da Silva e desenvolvido pelos estudantes Alicia Vitória Marques, Caio David Nunes e Yzis Maria da Rocha, sob mentoria do professor Eliemerson Sales, propõe o aproveitamento de resíduos alimentares como alternativa ecológica para o setor da construção civil.

    A professora Madalena celebrou a conquista com emoção: “Estou orgulhosa dos nossos estudantes, deles estarem aqui lançando seu primeiro livro. Isso é algo que eles vão levar desde agora até sua carreira. É muito gratificante saber que iniciaram esse caminho e que, quando chegarem à universidade, terão essa bagagem.”

    A estudante Alicia Vitória, uma das autoras do Gess Eco, destacou o aprendizado conquistado com a pesquisa: “Está sendo um momento maravilhoso, um processo cheio de aprendizagens”.

    O terceiro trabalho, “Sargassole – É possível produzir borracha a partir do sargaço?”, orientado pela professora Thatiany de Sousa Pereira e desenvolvido pelos estudantes Sophia Lisboa, Iago Soares e Rhian Leite, investiga o potencial do sargaço como matéria-prima sustentável para a indústria de polímeros, representando uma inovação científica com foco ambiental e tecnológico.

    Para o diretor da Escola SESI SENAI Benedito Bentes, Eduardo Barsi, o lançamento das publicações é reflexo de um processo educativo que valoriza a pesquisa e a curiosidade científica. “É a realização desse acompanhamento, o registro vivo da participação, do envolvimento e da busca desses meninos pelo conhecimento científico”.

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  • Observatório da Indústria atualiza estudo sobre a Economia do Mar em Alagoas

    Observatório da Indústria atualiza estudo sobre a Economia do Mar em Alagoas


    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), por meio do Observatório da Indústria, divulgou a nova versão do estudo Economia do Mar em Alagoas, publicação que analisa o impacto socioeconômico das atividades relacionadas ao mar no estado. A atualização, lançada em outubro de 2025, revisa os dados da primeira edição publicada em março, reforçando o compromisso da entidade em oferecer informações sempre atuais para subsidiar políticas públicas e decisões estratégicas voltadas ao desenvolvimento da chamada Economia Azul.

    De acordo com a autora do estudo, pesquisadora Beatriz Almeida, o conteúdo foi mantido, havendo atualização apenas dos dados obtidos em bases oficiais, como Receita Federal, RAIS e ANP. “A ideia é que o levantamento seja atualizado semestralmente, permitindo acompanhar a evolução dos segmentos econômicos ligados ao mar em Alagoas”, explicou. Os dados sobre empregos – extraídos de bases como RAIS e CAGED – serão revisados sempre que houver atualização nacional.

    A segunda edição do estudo mantém a metodologia que organiza as atividades da Economia do Mar em seis linhas principais: Recursos Vivos do Mar, Energia do Mar, Manufaturas do Mar, Transportes do Mar, Serviços do Mar e Defesa do Mar. O levantamento mostra que o setor de Serviços do Mar segue como o principal gerador de empresas e empregos, com destaque para as áreas de turismo, alimentação e hospedagem, especialmente nos municípios de Maceió e Maragogi. Já as Manufaturas do Mar mantêm crescimento constante, impulsionadas pelo comércio e beneficiamento de pescado, enquanto a carcinicultura continua em expansão, consolidando Arapiraca, no Agreste do Estado, como referência na produção de camarão.

    O gerente executivo do Observatório da Indústria, Rafael Sampaio de Melo Fragoso, destaca que o acompanhamento contínuo dos dados é essencial para compreender a dinâmica desse setor. “A Economia do Mar tem papel estratégico na geração de emprego e renda, além de representar um vetor importante de inovação e sustentabilidade para o desenvolvimento regional”, afirmou.

    O estudo Economia do Mar em Alagoas – Versão 2.0 está disponível para consulta e download na área de Publicações do site da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas: https://fiea.com.br/conteudo/publicacoes-em-geral/ .

  • IEL: confira as vagas de estágio e jovem aprendiz desta semana em Maceió e Arapiraca

    IEL: confira as vagas de estágio e jovem aprendiz desta semana em Maceió e Arapiraca


    O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), que integra o Sistema FIEA ao lado do SESI e do SENAI, divulgou novas oportunidades de estágio e jovem aprendiz para esta semana, com vagas disponíveis em Maceió e Arapiraca. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas exclusivamente pelo portal de carreiras: carreiras.iel.org.br/AL.

    Em Maceió, há vagas de estágio para estudantes dos cursos de Administração, Administração Pública, Gestão Comercial, Ciências Contábeis, Design, Publicidade e Propaganda, Engenharia Civil, Técnico em Edificações, Técnico em Enfermagem e Técnico em Química. As bolsas variam de R$ 535,33 a R$ 1.500,00, com auxílio-transporte que pode chegar a R$ 8,00 por dia. Também há oportunidades para jovem aprendiz na função de assistente administrativo, com remuneração de R$ 759,00.

    Já em Arapiraca, o IEL oferece vagas de estágio para estudantes dos cursos de Administração, Técnico em Segurança do Trabalho e áreas de Tecnologia da Informação (Sistemas de Informação, Ciências da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas). As bolsas variam entre R$ 400,00 e R$ 900,00, com auxílio-transporte de R$ 100,00. Na modalidade jovem aprendiz, há 40 vagas para atuação em teleatendimento, com remuneração de R$ 1.515,68.

    Os interessados devem se cadastrar e acompanhar as oportunidades diretamente no portal do IEL. As vagas são atualizadas semanalmente e podem ser encerradas assim que preenchidas.

  • Escola SESI participa da 11ª Bienal do Livro com oficinas e experiências interativas

    Escola SESI participa da 11ª Bienal do Livro com oficinas e experiências interativas

    A partir desta sexta-feira (31), o público que visitar a 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas poderá conhecer de perto o modelo inovador de ensino da Escola SESI. Com um estande montado no Centro de Convenções, em Jaraguá, a instituição convida crianças, jovens e adultos a viver experiências criativas e inovadoras que mostram como o aprendizado pode ser divertido, prático e transformador.

    Durante os dez dias de evento, de 31 de outubro a 9 de novembro, o espaço da Escola SESI oferecerá uma programação variada com oficinas e atividades gratuitas, abertas ao público visitante. Entre elas estão “Criando Mosaicos (Tangram)”, “Construindo Figuras em 3D” e “Robô Lego”, realizadas nos turnos da manhã, tarde e noite, conforme programação divulgada pela instituição.

    Além das oficinas, o estande contará com demonstrações especiais do Robô NAO, humanoide programável capaz de interagir com o público, e do Robô que monta o cubo mágico, ambos utilizados nas aulas de robótica das Escolas SESI. As atividades serão intercaladas ao longo do dia, promovendo momentos de interação e encantamento para visitantes de todas as idades.

    De acordo com o gerente de Educação Básica do SESI, Tássio Paiva,  a participação na Bienal reforça o compromisso da instituição com a educação de qualidade e o estímulo à criatividade, aproximando o público da proposta pedagógica que combina tecnologia, inovação e aprendizado ativo. “Queremos que cada visitante veja como a Escola SESI transforma o aprendizado em experiências práticas e envolventes, despertando a curiosidade e o gosto por aprender”, destaca.

    A Bienal Internacional do Livro de Alagoas, promovida pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é o maior evento cultural e literário do Estado e deve receber entre 300 e 400 mil visitantes até o dia 9 de novembro. A edição de 2025 reúne mais de 700 autores, editoras locais e nacionais, além de mais de 600 escolas inscritas de Alagoas e de outros estados do Nordeste.

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    Serviço
    O quê: Participação da Escola SESI na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas
    Quando: 31 de outubro a 9 de novembro

    Onde: Centro de Convenções, Jaraguá – Maceió (AL)

    Atividades: Oficinas de Tangram, Robô Lego, Construção em 3D, interações com o Robô NAO e o Robô que monta o cubo mágico.

    Entrada gratuita

    Escolas participantes: Escola SESI Centro e Escola SESI Benedito Bentes.
    Horários das oficinas: manhã (11h), tarde (16h e 17h) e noite (19h)