Categoria: Notícias FIEA

  • A crise do Crédito no Brasil e o Risco de Alta dos Juros com o Fim da Deflação Chinesa

    A crise do Crédito no Brasil e o Risco de Alta dos Juros com o Fim da Deflação Chinesa

    Este cenário impede o avanço de projetos cruciais para o desenvolvimento econômico do país, afetando especialmente o setor industrial, onde cadeias produtivas mais longas sofrem com o acúmulo de custos financeiros ao longo das etapas produtivas. O resultado é um encarecimento do produto final, comprometendo a competitividade brasileira.

    O elevado custo do crédito no Brasil é, em grande parte, consequência de uma taxa básica de juros real muito alta, agravada por um spread bancário expressivo. Com a Selic fixada em 10,5% ao ano e a inflação esperada de 3,83% nos próximos 12 meses, a taxa de juros real brasileira alcança 6,42%, significativamente superior à taxa de juros neutra estimada pelo Banco Central, de 4,75%. Isso demonstra que o país adota uma política monetária contracionista, que já se estende desde fevereiro de 2022, impactando o crescimento econômico.

    O Brasil ocupa a terceira posição mundial em termos de juros reais, atrás apenas de Turquia e Rússia. Esse cenário contrasta fortemente com a realidade de outros países em desenvolvimento, como África do Sul, Índia e China, que possuem taxas de juros reais consideravelmente mais baixas.

    A Exportação de Deflação pela China e Seus Riscos para o Brasil

    O Brasil tem mantido sua taxa de juros elevada mesmo em um contexto global que se beneficia da deflação exportada pela China, impulsionada pelos baixos custos de produção e elevados subsídios governamentais. Estimativas indicam que, em 2019, o governo chinês destinou €221,3 bilhões (1,73% do PIB) em subsídios ao setor produtivo, o que manteve os preços das exportações chinesas baixos, pressionando a inflação mundial para baixo, inclusive no Brasil.

    No entanto, essa dinâmica pode estar próxima de uma mudança. Com o aumento do protecionismo em várias economias e a possibilidade de a China enfrentar restrições fiscais, o efeito deflacionário dos produtos chineses pode diminuir ou até desaparecer. Se isso ocorrer, o Brasil deverá estar preparado para enfrentar um cenário de inflação crescente, o que pode resultar em novas elevações na taxa de juros.

    Selic Acima do Necessário: Uma Política Monetária Conservadora

    Além de elevada em comparação com outros países, a Selic atual é considerada excessiva mesmo para as condições inflacionárias internas. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima, com base na Regra de Taylor, considerando a inflação acumulada nos últimos 12 meses, que a taxa básica de juros de equilíbrio deveria estar em 7,95% ao ano, o que colocaria a Selic 2,55 pontos percentuais acima do nível necessário para conter a inflação e evitar prejudicar o crescimento econômico.

    Mesmo ao considerar a expectativa de inflação, a taxa de juros de equilíbrio seria de 9,70% ao ano, ainda assim abaixo dos 10,5% praticados atualmente. A manutenção dessa política rigorosa está comprometendo o crescimento econômico do país e elevando os custos fiscais. Cada ponto percentual a mais na Selic representa cerca de R$ 40 bilhões por ano em despesas com juros, impactando negativamente as contas públicas.

    Comparações Internacionais: Discrepâncias e Distorções

    A discrepância entre a taxa de juros brasileira e a de outros países emergentes é evidente. A Índia, por exemplo, possui uma taxa de juros real de 2,16%, com um nível de endividamento próximo ao do Brasil, mas com um crescimento do PIB muito superior. Já a China opera com uma taxa de 1,15% ao ano, significativamente menor do que a brasileira, e com crescimento econômico mais robusto.

    Essa diferença também se verifica quando comparamos o Brasil a economias desenvolvidas. O Reino Unido, por exemplo, apresenta uma taxa de juros real de 2,39% ao ano, muito inferior à brasileira, apesar de seu nível elevado de endividamento e crescimento econômico mais modesto.

    O Spread Bancário e o Custo do Crédito

    Além da alta Selic, o Brasil enfrenta um dos spreads bancários mais altos do mundo, atingindo 27,4%, segundo o Banco Mundial. Essa diferença é acentuada quando comparada a países como o Peru, onde o spread é de apenas 7,8%. A elevada concentração bancária no Brasil contribui para essa distorção. Em 2021, cinco bancos dominavam quase 80% dos ativos do sistema bancário, o que limita a competitividade e eleva o custo do crédito para as empresas.

    Em junho de 2024, as empresas brasileiras se financiavam, em média, a uma taxa de 20,94% ao ano. Pequenas empresas, contudo, enfrentam condições ainda mais duras, com taxas quase duas vezes superiores à média.

    Redução Global dos Juros: Pressão para uma Selic Mais Baixa no Brasil

    Com a tendência global de redução das taxas de juros, o Brasil corre o risco de se distanciar ainda mais do cenário internacional se mantiver sua Selic nos patamares atuais. Recentemente, países como China e México reduziram suas taxas básicas, enquanto economias desenvolvidas, como o Reino Unido e o Canadá, também seguiram o mesmo caminho.

    Nos Estados Unidos, o Federal Reserve sinaliza uma possível redução na taxa de juros, o que pode abrir uma oportunidade para o Brasil diminuir sua Selic sem reduzir o diferencial de juros em relação às economias mais avançadas. Esse movimento poderia aliviar a pressão sobre o câmbio e, consequentemente, sobre a inflação.

    Aproveitando a Liquidez Global

    A redução dos juros em economias desenvolvidas aumenta a liquidez global, com investidores buscando maior rentabilidade em mercados emergentes. Essa é uma janela de oportunidade que o Brasil deve aproveitar para atrair investimentos produtivos e modernizar seu parque industrial.

    Esses investimentos serão cruciais para que o país esteja preparado para o fim da “exportação de deflação” pela China. Quando essa dinâmica terminar, o Brasil precisará de uma estrutura produtiva mais robusta para suprir a demanda atualmente atendida pelos produtos chineses, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

    Conclusão: A Necessidade de Reduzir a Selic

    Não há mais espaço para novos aumentos da Selic. Com os sinais de desaceleração da inflação — o IPCA de agosto registrou variação negativa de 0,02% — e o cenário global de cortes nas taxas de juros, o Brasil deve aproveitar o momento para reduzir a Selic. A manutenção de uma política monetária tão conservadora coloca o país em uma posição desfavorável na competitividade global e penaliza o crescimento econômico.

    A sincronia entre a política fiscal, com os cortes de despesas anunciados pelo governo, e a política monetária pode criar as condições necessárias para uma redução mais acentuada dos juros no curto prazo, posicionando o Brasil de forma mais estratégica no cenário internacional e promovendo o crescimento sustentável.

  • Sesi e Senai apresentam soluções e serviços em reunião com o Sindcachaça

    Sesi e Senai apresentam soluções e serviços em reunião com o Sindcachaça

    Durante encontro promovido pela Unidade Sindical da Federação das Indústrias de Alagoas (Fiea) na Casa da Indústria Napoleão Barbosa, a gerente executiva comercial do Sistema Fiea, Mônica Vieira, apresentou à presidente do Sindicato das Indústrias de Cachaça, Cerveja, Bebidas Destiladas e Bebidas Fermentadas do Estado de Alagoas (Sindcachaça-AL), Maria Carolina Lins de Albuquerque, as soluções que o Sesi e Senai ofertam para contribuir com o desenvolvimento da Indústria. A reunião aconteceu no último dia 25 de julho.

    Maria Carolina assumiu em 25 de abril último a liderança da entidade que representa um setor com 11 indústrias no estado. No Senai, estas empresas podem contar com serviços de qualificação profissional, laboratórios e consultorias nas áreas de tecnologia e inovação para aumentar a produtividade e a competitividade industrial.

    Já o Sesi cuida de adequações às normas de segurança e saúde no trabalho, além de possuir programas voltados à saúde do trabalhador e prevenção de acidentes. “O Sesi deixa o ambiente de trabalho mais seguro e saudável e o Senai dá todo o suporte para que essa mão de obra seja mais qualificada e para que a empresa se torne mais competitiva e produtiva. São dois parceiros muito importantes para desenvolver a indústria e a presidente do Sindcachaça compreendeu isso”, afirmou Mônica.     

    Outros parceiros

    Na reunião, o diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa de Alagoas (Sebrae/AL), Keylle Lima, também apresentou os serviços da instituição, como boas práticas de produção, viagens e consultorias. Com a presença do gerente da Unidade Sindical da Fiea, Francisco Acioli e do consultor André Luiz, o encontro incluiu discussão sobre como fortalecer ainda mais do Sindcachaça-AL.

  • Fiea promove curso de RIG para lideranças sindicais

    Fiea promove curso de RIG para lideranças sindicais

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio da Unidade Sindical, reuniu empresários na Casa da Indústria, em Maceió, para o almoço de lançamento do curso “Relações Institucionais e Governamentais – RIG”. O evento ocorreu nesta quinta-feira, 18 de julho.

    Destinada a presidentes e executivos de sindicatos das Indústrias de Alagoas, a capacitação será desenvolvida pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL). “Esta é mais uma oportunidade de obter conhecimentos estratégicos para fortalecer os nossos sindicatos na defesa dos interesses da Indústria e do desenvolvimento do nosso estado”, afirmou o presidente da Fiea, empresário José Carlos Lyra de Andrade.

    O curso será online, por meio da plataforma IEL, com carga de 16 horas, de 30 de julho a 30 de setembro. As vagas são limitadas. Nele, os participantes serão atualizados sobre os conceitos de políticas públicas e relações governamentais. Durante a capacitação, serão apresentados casos de sucesso aplicáveis ao trabalho, ajudando no desenvolvimento do senso crítico, mediante análise de problemas e proporcionando uma visão abrangente na área de RIG.          

  • CIN/AL levará empresas alagoanas para feira que promete revolucionar setores de transporte e logística no N/NE

    CIN/AL levará empresas alagoanas para feira que promete revolucionar setores de transporte e logística no N/NE

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN/AL), facilita a participação de empresas alagoanas na feira Multimodal Nordeste 2024, que acontece de 6 a 8 de agosto, no Recife Expo Center. O evento, organizado pela Insight Feiras e Negócios, promete revolucionar os setores de transporte e logística nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.     

    O objetivo da ação é conectar fornecedores e compradores, criando soluções inovadoras e parcerias estratégicas, beneficiando diversos setores por meio de networking, vendas e acordos comerciais. A feira contará com a participação de mais de 80 marcas, esperando atrair, aproximadamente, cinco mil visitantes.

    Para outras informações, os interessados devem enviar e-mail para [email protected], ligar para (82) 2121-3072/3076 ou acessar o portal fiea.com.br. Quem fizer o cadastro pelo link a partir do site da Fiea poderá fazer o credenciamento gratuito na Multimodal Nordeste 2024.

    Serviço

    Feira Multimodal Nordeste

    Data: 6 a 8 de agosto de 2024

    Horário: 14h às 20h

    Local: Recife Expo Center – Pavilhão Sul

    Endereço: Cais Santa Rita, 46, São José, Recife – PE

  • Fiea orienta empresários sobre importância da competitividade para conquistar mercados externos

    Fiea orienta empresários sobre importância da competitividade para conquistar mercados externos

    Para se inserir no comércio internacional, o empresário precisa investir na competitividade de seus produtos, pois, os primeiros concorrentes estão no mercado interno, disse nesta quinta-feira (4) o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), empresário José da Silva Nogueira Filho.

    Ele fez o discurso de abertura do Café CINtegra, que reuniu na Casa da Indústria representantes de indústrias alagoanas, de prestadores de serviço e de instituições que atuam no impulsionamento da cooperação e da promoção do comércio internacional. No evento, a gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fiea, Dielze Mello, apresentou as atividades que serão executadas pela Federação das Indústrias no segundo semestre visando internacionalizar empresas alagoanas.

    O Café CINtegra oferece ainda chances de ampliação da network e dos conhecimentos referentes às principais tendências do mercado externo, por meio de palestras com especialistas. Na abertura, Nogueira ressaltou que, além do CIN/AL, o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) têm soluções que contribuem para o crescimento das empresas locais. “Esta casa está aberta para promover o desenvolvimento das nossas indústrias”, disse.

    O vice-presidente da Fiea também destacou as parcerias em benefício das empresas e reforçou a importância da recém-criada Secretaria Extraordinária de Indústria, Comércio e Serviços de Maceió (Seminc), estratégica para o desenvolvimento das atividades econômicas na capital. O secretário Joanísio Pita esteve no café da manhã.

    Casos de sucesso

    Empresária do ramo de acessórios, Alana Tenório já leva o nome de Alagoas para países como Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Argentina. Os produtos artesanais, com pedras naturais e palha, são os destaques da grife que leva o nome da empresária. As bolsas são o produto mais procurado.

    Segundo ela, em 80% das exportações, a empresa alagoana contou com a parceria da Fiea, por meio do CIN/AL. “No CIN, a gente tem todo um apoio para gente desenvolver e conhecer quais são as premissas, quais são os nossos objetivos nos países para os quais a gente quer exportar. Então, a gente veio aqui [ao Café CINtegra] para aprender e se desenvolver visando colocar cada vez a nossa marca para o exterior”, disse.

    O empresário Samuel Freitas, da Araforros, exporta forros e portas. Ele conta com o apoio do CIN/AL no processo de exportação há mais de duas décadas. “A gente exporta para Argentina, Bolívia, Europa, Estados Unidos… e tudo o que a gente precisa, tem o apoio da turma da Federação”, afirmou.

    Para a Araforros, a Área Internacional da Fiea facilita muito a questão da documentação, o certificado de origem, e também em contato com outros mercados ou com entidades que promovem a expansão das parcerias internacionais. “Então, sempre que a gente precisa de alguma coisa relativa à exportação, o pessoal do CIN está aqui para apoiar a gente, promovendo esse tipo de evento para discutir o setor, trazendo oportunidades junto a compradores, rodadas de negócios… a gente tem uma interação muito grande aqui com o pessoal”, revela.

    Atividades previstas

    Neste segundo semestre de 2024, o CIN vai promover uma missão para a Europa, voltada para o setor de alimentos e bebidas que ocorre em Portugal, no mês de outubro, com a exposição de vestuário e acessórios na Casa Brasiliana. Outra ação é a participação de Alagoas na Feira Multimodal Nordeste e uma visita ao Porto de Suape, em Pernambuco, de 6 a 8 de agosto.

    Além disso, a Área Internacional da Fiea realiza outras ações preparatórias de diversos setores econômicos, por meio da realização de capacitações, consultoria para formação de preços e promoção de rodadas de negócios. Para outras informações sobre o como inserir sua empresa no mercado internacional, o empresário pode enviar e-mail para [email protected]. O telefone é (82) 2121-3072/3076.

    O Café CINtegra foi uma realização do Sistema Fiea, com a parceria do Sebrae, Governo de Alagoas, Postnet, ABDAEX, Multimodal Nordeste e ABN Trading.

  • Fiea apresenta ações para internacionalização de empresas em evento gratuito

    Fiea apresenta ações para internacionalização de empresas em evento gratuito

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), vai apresentar as próximas ações deste ano para facilitar a internacionalização das empresas alagoanas. O Café CINtegra acontece no próximo dia 4 de julho, a partir das 8h30, na Casa da Indústria Napoleão Barbosa.

    Com inscrições gratuitas, mediante a doação de 1Kg de alimento não perecível, o café da manhã para empresários é uma excelente oportunidade para ampliar o network, por meio da aproximação entre as indústrias alagoanas, prestadores de serviço e instituições que atuam no impulsionamento da cooperação e da promoção do comércio internacional.

    Ações

    Neste segundo semestre de 2024, o CIN vai promover uma missão para a Europa, voltada para o setor de alimentos e bebidas que ocorre em Portugal, no mês de outubro, com a exposição de vestuário e acessórios na Casa Brasiliana. Outra ação é a participação de Alagoas na Feira Multimodal Nordeste e uma visita ao Porto de Suape, em Pernambuco, de 6 a 8 de agosto.

    Além disso, a Área Internacional da Fiea realiza outras ações preparatórias de diversos setores eonômicos, com a realização de diversas capacitações, consultoria para formação de preços e promoção de rodadas de negócios.

    Palestras

    Nesta edição, o Café CINtegra terá na programação a palestra do empresário e trader Alfredo Novais, com o tema “Portugal: portal de entrada para Europa”, que abordará o “mercado da saudade”, tão consumido pelos europeus; haverá uma apresentação das relações bilaterais Brasil x EUA x Alagoas, em alusão ao Dia da Independência norte-americana; e uma apresentação da Feira Multimodal e da Postnet, nova empresa de logística em Alagoas.

    O Café CINtegra é uma realização do Sistema Fiea, com a parceria do Sebrae, Governo de Alagoas, Postnet, ABDAEX, Multimodal Nordeste e ABN Trading. As inscrições estão abertas no endereço bit.ly/InscriçãoCafeCINtegra. Para outras informações sobre o evento, o email é [email protected]. O telefone é (82) 2121-3072/3076.

  • CIN/AL promove curso de logística internacional para exportação

    CIN/AL promove curso de logística internacional para exportação

    A escolha correta do modal de transporte pode ser o diferencial competitivo que um produto precisa para ganhar o mercado internacional. Pensando nisso, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), apoia a participação das empresas alagoanas na Capacitação em Logística Internacional para Exportação. 

    Com o subsídio da Federação das Indústrias, a inscrição custará apenas R$ 240, com 10% de desconto a partir de duas inscrições por empresa sindicalizada ou participante de ações do CIN/AL. Será uma oportunidade para aprender os principais conceitos, avaliar a viabilidade e controlar custos para tornar a logística o diferencial na competitividade dos seus produtos.

    A capacitação ocorre nos dias 12 e 13 de junho, das 15h às 18h. O curso será transmitido por videoconferência, com interação entre os participantes e o instrutor Gustavo Delgado, graduado em Administração (UPE) e Direito (UFPE). Especialista em Comércio Exterior (ESAF) e Mestre em Economia (UFPE), ele tem experiência de mais de 20 anos em Logística Internacional (Philips, Phoenix, Vishay, Vitarella, BDP).

    Haverá sorteio entre os inscritos para definir quem ganhará uma vaga gratuita. As inscrições estão abertas no link bit.ly/logisticaexportação ou os interessados podem ligar para o CIN/AL, no 2121.3076.

  • Jornada da Indústria: Fiea reafirma compromisso com sustentabilidade dos negócios

    Jornada da Indústria: Fiea reafirma compromisso com sustentabilidade dos negócios

    Planejar o futuro da Indústria alagoana, inserindo-a no contexto da modernidade, tornando-a mais sustentável e competitiva. Foi com esse objetivo que a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) iniciou a Jornada da Indústria, nessa segunda (3) e terça-feira (4), com o tema “Conectando o futuro: Avançando com ESG na Indústria”.

    Nestes dois dias, representantes do setor produtivo, da academia, do poder público e da Rede de Inovação do Senai discutiram e sugeriram propostas de ações estratégicas para que Alagoas avance nas temáticas da Transição Verde e Digital, nos campos da Bioeconomia, Energias Renováveis, Economia Circular e Transformação Digital.       

    Na abertura do evento, o presidente da Fiea, industrial José Carlos Lyra de Andrade, afirmou que sustentabilidade e negócios são dois lados de uma mesma moeda. “As práticas de sustentabilidade são decisivas para alavancar a neoindustrialização no nosso estado e no nosso país”, explicou.

    A atividade, que ocorreu no Hotel Jatiúca, também posiciona as marcas Sesi, Senai e IEL como entidades que ajudam as empresas a se prepararem para a agenda do futuro. “A missão do Sesi, do Senai Alagoas e do IEL é apoiar as empresas na incorporação de práticas sustentáveis, garantindo uma atuação voltada ao hoje e, principalmente, ao amanhã”, concluiu José Carlos Lyra.

    Entre os convidados, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), estavam o diretor de Relações Institucionais, Roberto Muniz e o superintendente de Meio Ambiente, Davi Bomtempo; pelo BNDES, o chefe do Departamento de Estratégia Social e Territorial, Eduardo Kaplan; pela Petrobras, a gerente de Integração de Projetos Ambientais, Michele Gomes Cardoso.

    A Veolia foi representada pelo diretor de Operações, Francisco Dal Rio; a Mineração Vale Verde pelo Chief Operating Officer, Tony Lima; a Embrapii, pelo assessor da Diretoria de Relações Institucionais; Maycon Stahelin; a Finep, pelo gerente  da Região Nordeste, Ossi Ferreira. Pelo Instituto Senai de Inovação, esteve presente o pesquisador chefe, Marcos Berton; pela Ambipar o superintendente para o Nordeste, Vinícius Constantino; e pela Origem Energia, a diretora jurídica Alexandra Garchet.

    Painel

    O painel de especialistas, que ocorreu no segundo dia, foi coordenado pelo especialista em Políticas e Indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcello Pio. Ele explica que o segundo momento consistirá na elaboração de um documento com as propostas elaboradas nos dois dias do evento. “A Fiea deu um passo por uma mudança intensa. Agora, o mais importante é que essas ações aqui debatidas, essa expectativa que nós geramos, de fato, se transformem em resoluções e ações concretas”, disse.

    Jornada da Indústria

    A ação desta semana marca as comemorações pelo Dia da Indústria (25 de Maio) e pelos 45 anos da Casa da Indústria. Até o final do ano, a Jornada da Indústria terá continuidade com os temas Inovação, Produtividade, Saúde e Segurança, Educação Profissional e Sucesso. A programação está disponível no site fiea.com.br/ofuturodaindustria/.

  • Fiea inicia Jornada da Indústria com diálogo empresarial sobre ESG nesta segunda-feira (3)

    Fiea inicia Jornada da Indústria com diálogo empresarial sobre ESG nesta segunda-feira (3)

    O empresário José Carlos Lyra de Andrade

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) inicia nesta segunda-feira (3) a Jornada da Indústria, uma série de eventos com o objetivo de promover, em Alagoas, discussões sobre temas fundamentais para o desenvolvimento do setor industrial. Para as discussões ao longo do ano, foram selecionados temas, cenários e tendências que terão impacto no mundo, no consumo e, principalmente, nas indústrias.

    O primeiro deles é “Conectando o futuro: Avançando com ESG na indústria”. ESG é uma sigla em inglês (Environmental, Social and Governance) relacionada às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização, que impactam na cadeia de valor de seus negócios.

    Na programação, haverá o diálogo empresarial sobre ‘Desafios e Oportunidades: Investimentos Estratégicos no Cenário Nacional’. “Vamos trazer empresas de referência nacional nos temas e especialistas para termos debates de alto nível. Contamos com a participação de empresários e profissionais da Indústria e de pessoas que contribuem para o crescimento do setor”, afirmou o presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade.

    O segundo dia do evento será marcado por painéis de especialistas. O painel será composto por oito mesas de debates nos temas: Transição Energética, Transformação Digital, Bioeconomia e Economia Circular, com a participação de representantes de Instituições de Ciência e Tecnologia, Academia e da Indústria.

    Estão confirmadas as presenças de especialistas de dez Institutos Senai de Inovação, pesquisadores da Ufal e representantes da indústria alagoana. A expectativa dos painéis de especialistas é a construção de uma carteira de potenciais projetos e negócios sustentáveis para o Estado de Alagoas.

    Até o final do ano, a Jornada da Indústria terá continuidade com os temas Inovação, Produtividade, Saúde e Segurança, Educação Profissional e Sucesso. A programação completa está disponível no site fiea.com.br/ofuturodaindustria/. Além da Fiea, o evento conta com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), BNDES, Finep, Embrapii, Ambipar, Origem, Veolia e Petrobras.

  • Dia da Indústria: um setor que produz desenvolvimento

    Dia da Indústria: um setor que produz desenvolvimento

    Onde tem Indústria tem emprego, renda e desenvolvimento. Para as homenagens do Dia da Indústria, 25 de Maio, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) lembra que o setor apoia a economia verde, investe nas novas tecnologias e avança para o futuro. Esta é a principal mensagem da campanha publicitária que a entidade representativa da Indústria alagoana acaba de lançar.

    Este ano é especial para o setor em Alagoas, porque também marca os 45 anos da Casa da Indústria. Ela foi inaugurada em julho de 1979, na gestão do então presidente da Federação das Indústrias, Napoleão Barbosa, que hoje dá nome ao edifício localizado na Avenida Fernandes Lima.

    As comemorações serão marcadas pela Fiea com a campanha que mostra o importante papel do setor na promoção do desenvolvimento sustentável. E ainda pela Jornada da Indústria, uma série de painéis, palestras, cursos e workshops que terá início em junho próximo.

    A programação foi apresentada a representantes do setor produtivo e do poder público pelo presidente da Fiea, empresário José Carlos Lyra de Andrade, durante um almoço realizado no último dia 13, para convidados dos setores produtivos e do poder público.

    “Esse momento é importante porque mostra nossa união em prol da atividade industrial em Alagoas, mas, acima de tudo, mostra que nós estamos realmente comprometidos com o futuro. Porque se o mundo está em constante mudança, a gente precisa estar preparado para o amanhã”, disse a liderança da entidade representativa da Indústria.

    Jornada da Indústria

    A Jornada da Indústria terá início nos dias 3 e 4 de junho próximos, com a mobilização “Conectando o futuro: Avançando com ESG na indústria”, no Hotel Jatiúca. O primeiro dia terá na programação o diálogo empresarial sobre o tema “Desafios e Oportunidades: Investimentos Estratégicos no Cenário Nacional”.

    O segundo dia do evento será marcado por painéis de especialistas sobre os temas Energias Renováveis, Transformação Digital, Economia Circular e Bioeconomia. Além da Fiea, o evento conta a participação da Confederação Naciona da Indústria (CNI), Origem, Veolia, BNDES, Finep, Ambipar Group, Petrobras, Embrapii e Equatorial/AL.

    Setor industrial corresponde a 13,77% da economia alagoana

    Números obtidos pelo Observatório da Indústria da Fiea revelam que o Produto Interno Bruto (PIB) industrial de Alagoas é de R$ 9,4 bilhões. Em 2021, o setor representava 13,77% da economia do Estado e, em seis anos, sua participação no PIB alagoano subiu 1,77 ponto percentual – de 12% em 2015 para 13,77% em 2021.

    A Indústria de Transformação e a Construção Civil são os setores com maior participação no PIB estadual. Juntos, representam 81% do Produto Interno Bruto. Em março de 2024, a Indústria e a Construção possuíam 100 mil trabalhadores formais diretamente empregados em Alagoas, o que representa 25% do emprego com carteira assinada (CLT) do Estado.

    Em Alagoas, a Construção Civil cresceu 8% em número de empregados em 2023 – foi o setor econômico que mais cresceu em empregabilidade (agropecuária: -0,99%, comércio 3,77%, indústria: 4,91%, serviços: 6,16%).

    A Indústria e a Construção cresceram, em empregabilidade, proporcionalmente mais do que as médias nacional (Indústria: 1,48% e Construção: 6,08%) e regional (Indústria: 1,65% e Construção: 5,51%). Somando as empresas industriais (15 mil) e as de Construção (10 mil) são 25 mil estabelecimentos em Alagoas – 14% das empresas do Estado.