Categoria: Notícias

  • Fiea promove participação de 22 empresas alagoanas na Missão Origem Brasil-Portugal

    Fiea promove participação de 22 empresas alagoanas na Missão Origem Brasil-Portugal

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), levará 22 empresas alagoanas para a Missão Origem Brasil – Portugal, com destaque para os setores de alimentos e bebidas, moda criativa e autoral, e artesanato.

    Entre os dias 24 e 27 de outubro próximos, Vila Nova de Gaia e o Porto, em Portugal, serão palco do evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a ApexBrasil. O projeto, articulado pela Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), conta com o apoio das federações de indústrias, incluindo a Fiea, em colaboração com o Sindicato da Indústria do Vestuário (Sindivest) de Alagoas.

    A missão tem como objetivo fortalecer e apresentar ao mercado internacional a diversidade e originalidade da indústria brasileira. Nela, serão realizadas Rodadas de Negócios Internacionais, que contarão com compradores de Portugal, Espanha, Reino Unido e Holanda.

    Este ano, o evento inova ao oferecer rodadas tanto presenciais quanto virtuais. Além disso, empresas alagoanas poderão expor seus produtos na Casa Brasiliana, um showroom permanente, que ainda contará com um coquetel de degustação e desfile. Após o evento, essas empresas poderão ainda enviar seus produtos para a Embaixada do Brasil em Paris, ampliando suas oportunidades de negócios na França, em uma extensão da Missão Origem Brasil.

    A edição anterior, realizada em 2023, contou com a participação de mais de 70 empresas brasileiras e gerou mais de R$ 3 milhões em negócios. Em 2024, a expectativa é ainda maior, com a participação de produtores de cacau, café, frutas, mel, própolis, fécula de mandioca, flocos e farinhas de milho, coco e derivados, além de cachaças, cervejas artesanais e moda autoral.

    Esses setores terão destaque internacional, evidenciando a origem dos produtos. O estado de Alagoas, reconhecido por sua forte produção nos segmentos de alimentos, bebidas e moda, desempenha um papel vital na economia regional e nacional, reforçando sua relevância no mercado global.

  • Startup liderada por mulher em Maceió representa a indústria de Alagoas na COP16, na Colômbia

    Startup liderada por mulher em Maceió representa a indústria de Alagoas na COP16, na Colômbia

    A startup alagoana Nosso Mangue, incubada no HUB de Inovação e Tecnologia do Senai Alagoas, foi selecionada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para representar o estado e o Brasil na 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP16).

     O evento, que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro em Cali, na Colômbia, reunirá 196 países para discutir estratégias globais de conservação e regeneração de ecossistemas, alinhadas ao Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, assinado em 2022.

    A Conferência das Partes é uma reunião global que acontece anualmente com o objetivo de discutir medidas para a preservação da diversidade biológica do planeta. Durante a sua 16ª edição, os países discutirão questões relacionadas à conservação da diversidade biológica, ao uso sustentável de seus componentes e à distribuição justa e equitativa dos benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos. O objetivo é encontrar soluções para os problemas críticos que o planeta enfrenta.

    A Nosso Mangue é especializada no reflorestamento e regeneração de manguezais, considerados “berçários” da vida marinha. Liderada por uma mulher alagoana, a startup já plantou mais de 15 mil mudas e retirou mais de meia tonelada de resíduos dos mangues do Pontal da Barra, em Maceió. Além disso, promove ações de ecoturismo e educação ambiental, capacitando comunidades ribeirinhas na preservação de seus territórios. Essas iniciativas estão em sintonia com as metas globais de conservação e os princípios da bioeconomia, uma prioridade da indústria brasileira.

    Mayris Nascimento, idealizadora do projeto, vê na participação na COP16 uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho realizado em Alagoas. “Representar o estado com o Nosso Mangue na COP16 é uma honra e uma enorme responsabilidade. Significa colocar a riqueza dos nossos manguezais e o compromisso com a sustentabilidade no cenário internacional, mostrando que é possível conciliar desenvolvimento econômico e conservação ambiental”, destaca.

    Desafios globais

    Durante a COP16, a startup participará de discussões sobre financiamento para ações de conservação, repartição justa de benefícios relacionados ao uso de recursos genéticos, monitoramento de metas de biodiversidade, entre outros assuntos.

     Julia Pupe, analista da Gerência de Recursos Naturais da CNI, destaca que a seleção da startup pela Confederação demonstra a importância de ações locais para enfrentar desafios globais, reforçando a presença da indústria alagoana nos debates internacionais sobre sustentabilidade.

    “Como maior representante da indústria nacional, a atuação da CNI na COP16 reforça o engajamento da indústria brasileira com a biodiversidade e a necessidade de integrar práticas sustentáveis aos negócios”, destaca a analista.

    Documentos estratégicos

    A entidade apresentará documentos estratégicos, como a “Visão da Indústria para a COP16 de Biodiversidade”, que destaca temas prioritários para o Brasil, e o estudo “Integração da Biodiversidade aos Negócios”, que oferece recomendações práticas para o setor. Essa participação reafirma o compromisso com a preservação da biodiversidade e a integração da agenda ESG em suas operações.

    Após o evento, serão elaborados materiais e estudos para capacitar o setor em questões relacionadas à biodiversidade, criando um canal de comunicação com stakeholders globais para compartilhar práticas e experiências.

     Cristina Suruagy Nogueira, diretora de Educação e Tecnologia do Senai Alagoas, ressalta o papel essencial do HUB Senai de Inovação no apoio a startups que combinam tecnologia e sustentabilidade. “Nosso foco é na transformação digital e na sustentabilidade. Oferecemos consultoria e desenvolvimento de soluções digitais, e o Sistema Fiea está comprometido com a agenda ESG, promovendo bioeconomia e transição energética”, afirma.

    Compromisso com a sustentabilidade

    Como entidade comprometida com a sustentabilidade, a Fiea atua como um canal para disseminar informações e práticas sustentáveis para o setor industrial alagoano, incentivando mais empresas a integrarem a biodiversidade em seus negócios. “O Sistema Indústria do Estado de Alagoas tem se posicionado como principal promotor dessa agenda, lançando recentemente o programa ‘Conectando o futuro: Avançando com ESG na Indústria’, o qual, por meio de uma mobilização empresarial, levantou as principais demandas das indústrias locais nos temas da Bioeconomia, Transição Energética, Transformação Digital e Economia Circular”, destacou a executiva.

    Além do apoio da CNI e do HUB Senai, a startup conta com o suporte de empresas como a Maceió Investe. Mariane Silveira, gerente de captação de novos negócios, destaca que a parceria com o Nosso Mangue está alinhada aos objetivos da empresa. “A criação da Maceió Investe tem o objetivo de manter e expandir os níveis de crescimento da cidade. Por isso, entendemos que investir nos ativos estratégicos é uma forma de promovermos o crescimento sustentável, a inovação e a prosperidade econômica. O meio ambiente emerge como um ativo especial em Maceió, pois o sistema costeiro e estuarino-lagunar e a insolação da cidade não apenas atraem para o turismo, mas também pode se converter em uma fonte de energia sustentável”, diz.

    Com sua participação na COP16, a startup Nosso Mangue, em colaboração com a indústria alagoana e outros apoiadores, busca demonstrar que o desenvolvimento sustentável é um caminho viável para a conservação de ecossistemas essenciais, como os manguezais, e para o fortalecimento da economia verde em Alagoas.

  • Rede Sesi/AL abre matrículas para 2025

    Rede Sesi/AL abre matrículas para 2025

    Nessa terça-feira (1º), a Rede Sesi/AL deu início ao período de matrículas para o ano letivo de 2025, oferecendo vagas a partir do 6º ano do Ensino Fundamental II a 3ª Série do Ensino Médio, nas unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro, em Maceió.

    Em linha com a proposta de oferecer “O Melhor de Dois Mundos”, as escolas Sesi combinam o ensino tradicional com abordagens inovadoras, proporcionando uma experiência educacional completa.

    O material didático digital está incluído para novos e atuais alunos, eliminando custos adicionais para as famílias. Dependentes de trabalhadores da indústria também podem concorrer a 25 bolsas integrais para o 1º ano do Ensino Médio no turno da tarde.

    As matrículas para novos alunos são feitas presencialmente, e oferecem a oportunidade de conhecer a estrutura das unidades, enquanto as renovações podem ser realizadas de forma on-line.

    Formação além da sala de aula e educação inovadora

    Nas escolas Sesi, a aprendizagem vai além da sala de aula. Com uma proposta pedagógica inovadora, os alunos são incentivados a serem protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, enquanto professores atuam como mentores e guias. O ambiente escolar, equipado com tecnologia de ponta e inspirado nas melhores práticas educacionais, estimula o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento socioemocional.

    Com projetos inovadores, competições desafiadoras e congressos estudantis, os estudantes da Rede Sesi/AL são preparados para o mundo do trabalho e as demandas do futuro. A metodologia STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) integra os conteúdos de maneira prática e interdisciplinar, promovendo uma formação completa que prepara os alunos para enfrentar, com confiança, os desafios das próximas etapas da sua vida, visando a melhor adequação para qualquer linha de carreira que esse aluno deseja seguir.

    Cristina Suruagy, Diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai Alagoas, destaca a importância de formar cidadãos prontos para as transformações do futuro.

    “Nosso desafio é formar o cidadão com pensamento crítico, que desenvolva habilidades de solução de problemas com criatividade e inovação, que esteja preparado para o mundo do trabalho, que é incerto e em constante transformação. Para isso, contamos com uma infraestrutura que possibilita aos nossos profissionais, capacitados a trabalharem a proposta pedagógica por área de conhecimento, que integra a cultura maker, a educação tecnológica, reconhecidas pelas nossas atividades de robótica e iniciação científica, fazendo com isso um paralelo entre este mundo de educação inovadora com o que há de melhor na educação tradicional”, reforça.

    Para mais informações sobre matrículas, infraestrutura, preços e agendamento de visitas, entre em contato com as unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro ou acesse nosso site: https://escolasesial.com.br/

  • Indústria recebe homenagem por apoiar projeto de reinserção de egressos do sistema prisional

    Indústria recebe homenagem por apoiar projeto de reinserção de egressos do sistema prisional

    O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e diretor regional do Serviço Social da Indústria (Sesi/AL), empresário José Carlos Lyra de Andrade, foi um dos homenageados pelo Tribunal de Justiça (TJAL) como parceiro do projeto Começar de Novo. Criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o projeto tem como objetivo promover a reinserção social de egressos do sistema prisional, em todo País.

    “Aqui em Alagoas o projeto vem sendo desenvolvido com eficiência. É um grande trabalho, que vem dando frutos”, disse o presidente do TJAL, desembargador Fernando Tourinho, na solenidade de entrega de selo e certificado aos homenageados, realizada nessa segunda-feira (30), na sede do Tribunal.

    Ele destacou o trabalho da equipe do Começar de Novo, liderada pelo desembargador Otávio Praxedes, e cooperação das instituições que se disponibilizaram a dar oportunidades para os presos na volta ao convívio em sociedade.

    Para José Carlos Lyra, que falou em nome dos agraciados, o projeto Começar de Novo é fundamental para o apenado voltar ao convívio social de forma digna. “Todo preso, cumprida a pena, volta à sociedade. Todos precisam de uma oportunidade”, disse ele.

    A Federação das Indústrias, por meio do Sesi e Senai, tem convênios com o Judiciário e a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) que garantem cursos do formação profissional a egressos do sistema prisional alagoano, parte das atividades do projeto Começar de Novo. O mais recente convênio de cooperação foi assinado em agosto último.

    Juntamente com o presidente da Federação das Indústrias, foram homenageados Carlos Alberto Paes, superintendente do Sesi/Al e diretor regional do Senai; Rafael Tenório, sócio da empresa Verdes Mares; Adeildo Sotero, presidente da Fecomércio AL; Felipe Dietschi, diretor regional do Senac; e Carlos Alberto Marques, diretor regional do Sesc, que foi representado pela diretora financeira Natália Bakker.   Participaram da solenidade os desembargadores Orlando Rocha (vice-presidente do TJAL), Ivan Brito, Fábio Ferrário e Márcio Roberto Tenório; o presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), Hélio Pinheiro; os juízes Antônio Rafael Casado (auxiliar da Presidência do TJAL), Diego Araújo e Fátima Pirauá, além de servidores do Judiciário alagoano.

  • Alunos do Sesi conquistam 1º lugar na Febic com projeto para ajudar pessoas com Parkinson a escrever

    Alunos do Sesi conquistam 1º lugar na Febic com projeto para ajudar pessoas com Parkinson a escrever

    Os alunos da Escola Sesi Benedito Bentes foram o grande destaque da 9ª edição da Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), realizada entre os dias 16 e 20 de setembro, em Pomerode, Santa Catarina. Com o projeto Inclupen, uma caneta vibratória adaptada para melhorar a escrita de pessoas com Parkinson, a equipe alagoana conquistou o 1º lugar na categoria de Iniciação Científica, durante a cerimônia de encerramento do evento na última sexta-feira (20).

    Sob a orientação do professor Alef Jordi, os estudantes Vinícius Alves de Sá, Guilherme Pietro Costa Alves Santos e Vinícius Roberto Camilo dos Santos, todos do 8º ano do Ensino Fundamental, desenvolveram a Inclupen, uma caneta inovadora que utiliza vibrações controladas para estabilizar os tremores característicos da doença de Parkinson, proporcionando maior precisão e legibilidade na escrita.

    Vinícius Alves, um dos alunos envolvidos no projeto, destacou a importância da iniciativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença. “O Parkinson é uma doença que traz muitas dificuldades, na escrita, no andar, em realizar atividades básicas do dia a dia e o nosso projeto veio para ajudar essas pessoas a ter mais dignidade e a possibilidade de se expressar através da escrita.”

    Para o professor Alef, que pôde acompanhar o projeto desde o seu surgimento em sala de aula, passando pelas etapas de ideação e prototipagem, é inspirador ver o crescimento científico dos alunos ao longo do processo.

    “Sair como campeão da Febic é reafirmar a importância da metodologia Sesi na vida de nossos estudantes. É a validação de que nossa ciência é significativa e ativa na vida de nossos alunos. A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, na qual participam mais de 360 projetos não só do Brasil, mas da América Latina. O 1º lugar nos diz que sim, nossos alunos são capazes de transformar o mundo, porque o mundo é todo deles”, completou.

    A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, reconhecida por reunir jovens talentos da ciência e promovendo inovação e experimentação. Este ano, o evento contou com 120 equipes e mais de 350 participantes de diversas regiões do Brasil e da América Latina.

    Com sua metodologia STEAM, o Sesi oferece aos alunos a oportunidade de se envolverem em projetos científicos e pesquisas acadêmicas desde a educação básica. O projeto, que competiu na categoria Ciências da Saúde, resultou de uma pesquisa abrangente, que incluiu revisão bibliográfica, desenvolvimento de protótipo e testes com participantes diagnosticados com Parkinson, com o objetivo de melhorar a autonomia e a qualidade de vida dessas pessoas.

  • Senai Alagoas e Prefeitura de Penedo entregam 395 certificados e anunciam novas turmas do programa Minha Chance 

    Senai Alagoas e Prefeitura de Penedo entregam 395 certificados e anunciam novas turmas do programa Minha Chance 

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Alagoas (Senai/AL), em parceria com a Prefeitura de Penedo, entregou mais 395 certificados de qualificação técnica aos estudantes beneficiados pelo programa Minha Chance. A cerimônia que marcou o início de uma nova fase para os concluintes de 23 turmas aconteceu no Centro de Convenções da cidade no último sábado, 14. 

    Desde sua criação, em agosto de 2023 pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SEMASDH), já foram mais de 1.300 penedenses capacitados para o mercado de trabalho. 

    “Penedo vive uma realidade incrível e o ‘Minha Chance’ é um dos programas que a gestão atual criou para promover a qualificação profissional gratuita e mudar a vida de quem precisa”, afirmou a Secretária Ana Teresa Lopes. 

    De acordo com a gerente da Unidade Integrada Sesi Senai de Arapiraca, Thiana Cysneiros, o programa reforça o compromisso com o desenvolvimento econômico e social da cidade, capacitando os cidadãos para o mercado de trabalho.  

    “Cada certificado representa uma nova oportunidade de transformação, inserção profissional e melhoria da qualidade de vida, transformando vidas e fortalecendo o desenvolvimento da cidade”, afirmou. 

    Para o instrutor Rômulo França, fazer parte do programa é motivo de grande satisfação. “Muitos chegam sem uma profissão definida e saem qualificados, prontos para o mercado de trabalho. Ver a evolução de cada um deles, buscando uma nova oportunidade e acreditando no seu potencial, é muito gratificante. Me sinto privilegiado em poder contribuir com essa transformação”, concluiu. 

    Os cursos oferecidos nesta etapa abrangeram diversas áreas profissionais, como Confeitaria, Costura, Mecânica de Motocicletas, Operação de Computadores, Instalação Elétrica Predial, Soldagem no Processo TIG em Aço, Instalação de Sistemas de Refrigeração e Climatização Doméstica, Planejamento e Controle da Produção, Eletricidade Automotiva, Assistência Administrativa, Soldagem com Eletrodo Revestido em Aço Carbono, e Operação de Processos de Produção de Pães, Massas, Bolos e Biscoitos. 

    A oferta de cursos no programa Minha Chance segue em expansão, com a meta de qualificar mais de dois mil alunos. Novas turmas serão abertas em outubro, ampliando ainda mais as oportunidades de capacitação para a população de Penedo, fortalecendo a economia local e proporcionando inserção no mercado de trabalho. 

  • Sesi e Senai Alagoas participam da 22ª Fesuper com foco em produtividade e segurança no trabalho 

    Sesi e Senai Alagoas participam da 22ª Fesuper com foco em produtividade e segurança no trabalho 

    O Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) marcam presença na 22ª Feira e Exposição Alagoana de Supermercados (Fesuper), que acontece até sexta-feira, 20, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió. A cerimônia de abertura ocorreu nesta quarta-feira, 18, e reuniu proprietários, gerentes, fornecedores e empresários do setor alimentício, promovendo discussões sobre tendências, inovações e oportunidades de negócios. 

    Durante o evento, Sesi e Senai estão apresentando soluções voltadas para o aumento da produtividade e a segurança no ambiente de trabalho. No estande das duas instituições, os visitantes encontram uma variedade de serviços focados em soluções digitais, qualificação profissional e segurança no trabalho. 

    Entre as soluções oferecidas, se destacam cursos de logística, serviços de metrologia, capacitação em normas regulamentadoras (NRs), promoção à saúde, além de consultorias técnicas e digitais voltadas para o setor alimentício. “Queremos que as empresas entendam o potencial do que podemos ofertar em soluções para melhoria da produtividade como também para a qualificação da mão de obra no estado de Alagoas”, destacou o coordenador de vendas do Sesi/Senai, Daniel Lemos. 

    Além dos serviços tradicionais, o Sesi levou ao evento seu Teatro Corporativo, que encantou o público com uma abordagem leve e bem-humorada de temas relevantes. “A ideia é mostrar, de forma lúdica, temas importantes como segurança do trabalho, e temas voltados para prevenção de doenças, como setembro amarelo e novembro azul”, explicou Angélica Louise, atriz do grupo. 

    A Fesuper é promovida pela Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA) e reúne dezenas de expositores, oferecendo oportunidades de negócios em áreas como alimentos, máquinas, equipamentos, serviços e automóveis, além de palestras sobre temas da atualidade.

  • FIEA atua para ampliar parcerias de Alagoas com a Argentina

    FIEA atua para ampliar parcerias de Alagoas com a Argentina

    Além de ampliar as relações com o país, a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) está comprometida em criar um ambiente propício para o diálogo construtivo, a colaboração empresarial e a construção de parcerias duradouras entre Alagoas e a Argentina. Por ocupar a 3ª posição entre os maiores destinos das exportações brasileiras, Alagoas vem ampliando cada vez mais suas relações com este país.


    Neste sentido, o vice-presidente da FIEA, José da Silva Nogueira Filho, recebeu, nesta quinta-feira, 12, a Consulesa-Geral da Argentina, Julieta Grande, com quem discutiu as relações comerciais, parcerias e colaboração internacional entre a Argentina e o Estado de Alagoas.


    No encontro, com a participação da gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN/FIEA), Dielze Mello, foram discutidos e compartilhados dados econômicos importantes que destacam o potencial e o crescimento da indústria de Alagoas.


    O empresário José Nogueira revelou que, nos últimos cinco anos, os três principais produtos alagoanos exportados para a Argentina foram placas de cerâmica (da indústria Pointer), suco de frutas e derivados (das empresas Sococo e Copra) e dicloreto de etileno (utilizado como matéria-prima). Já nas importações, há diversidade na pauta.


    Por sua vez, Dielze Mello disse que a reunião com a consulesa Julieta Grande foi significativa, por concretizar essa parceria com as indústrias alagoanas e incentivar a participação argentina no desenvolvimento industrial de Alagoas.

  • A crise do Crédito no Brasil e o Risco de Alta dos Juros com o Fim da Deflação Chinesa

    A crise do Crédito no Brasil e o Risco de Alta dos Juros com o Fim da Deflação Chinesa

    Este cenário impede o avanço de projetos cruciais para o desenvolvimento econômico do país, afetando especialmente o setor industrial, onde cadeias produtivas mais longas sofrem com o acúmulo de custos financeiros ao longo das etapas produtivas. O resultado é um encarecimento do produto final, comprometendo a competitividade brasileira.

    O elevado custo do crédito no Brasil é, em grande parte, consequência de uma taxa básica de juros real muito alta, agravada por um spread bancário expressivo. Com a Selic fixada em 10,5% ao ano e a inflação esperada de 3,83% nos próximos 12 meses, a taxa de juros real brasileira alcança 6,42%, significativamente superior à taxa de juros neutra estimada pelo Banco Central, de 4,75%. Isso demonstra que o país adota uma política monetária contracionista, que já se estende desde fevereiro de 2022, impactando o crescimento econômico.

    O Brasil ocupa a terceira posição mundial em termos de juros reais, atrás apenas de Turquia e Rússia. Esse cenário contrasta fortemente com a realidade de outros países em desenvolvimento, como África do Sul, Índia e China, que possuem taxas de juros reais consideravelmente mais baixas.

    A Exportação de Deflação pela China e Seus Riscos para o Brasil

    O Brasil tem mantido sua taxa de juros elevada mesmo em um contexto global que se beneficia da deflação exportada pela China, impulsionada pelos baixos custos de produção e elevados subsídios governamentais. Estimativas indicam que, em 2019, o governo chinês destinou €221,3 bilhões (1,73% do PIB) em subsídios ao setor produtivo, o que manteve os preços das exportações chinesas baixos, pressionando a inflação mundial para baixo, inclusive no Brasil.

    No entanto, essa dinâmica pode estar próxima de uma mudança. Com o aumento do protecionismo em várias economias e a possibilidade de a China enfrentar restrições fiscais, o efeito deflacionário dos produtos chineses pode diminuir ou até desaparecer. Se isso ocorrer, o Brasil deverá estar preparado para enfrentar um cenário de inflação crescente, o que pode resultar em novas elevações na taxa de juros.

    Selic Acima do Necessário: Uma Política Monetária Conservadora

    Além de elevada em comparação com outros países, a Selic atual é considerada excessiva mesmo para as condições inflacionárias internas. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima, com base na Regra de Taylor, considerando a inflação acumulada nos últimos 12 meses, que a taxa básica de juros de equilíbrio deveria estar em 7,95% ao ano, o que colocaria a Selic 2,55 pontos percentuais acima do nível necessário para conter a inflação e evitar prejudicar o crescimento econômico.

    Mesmo ao considerar a expectativa de inflação, a taxa de juros de equilíbrio seria de 9,70% ao ano, ainda assim abaixo dos 10,5% praticados atualmente. A manutenção dessa política rigorosa está comprometendo o crescimento econômico do país e elevando os custos fiscais. Cada ponto percentual a mais na Selic representa cerca de R$ 40 bilhões por ano em despesas com juros, impactando negativamente as contas públicas.

    Comparações Internacionais: Discrepâncias e Distorções

    A discrepância entre a taxa de juros brasileira e a de outros países emergentes é evidente. A Índia, por exemplo, possui uma taxa de juros real de 2,16%, com um nível de endividamento próximo ao do Brasil, mas com um crescimento do PIB muito superior. Já a China opera com uma taxa de 1,15% ao ano, significativamente menor do que a brasileira, e com crescimento econômico mais robusto.

    Essa diferença também se verifica quando comparamos o Brasil a economias desenvolvidas. O Reino Unido, por exemplo, apresenta uma taxa de juros real de 2,39% ao ano, muito inferior à brasileira, apesar de seu nível elevado de endividamento e crescimento econômico mais modesto.

    O Spread Bancário e o Custo do Crédito

    Além da alta Selic, o Brasil enfrenta um dos spreads bancários mais altos do mundo, atingindo 27,4%, segundo o Banco Mundial. Essa diferença é acentuada quando comparada a países como o Peru, onde o spread é de apenas 7,8%. A elevada concentração bancária no Brasil contribui para essa distorção. Em 2021, cinco bancos dominavam quase 80% dos ativos do sistema bancário, o que limita a competitividade e eleva o custo do crédito para as empresas.

    Em junho de 2024, as empresas brasileiras se financiavam, em média, a uma taxa de 20,94% ao ano. Pequenas empresas, contudo, enfrentam condições ainda mais duras, com taxas quase duas vezes superiores à média.

    Redução Global dos Juros: Pressão para uma Selic Mais Baixa no Brasil

    Com a tendência global de redução das taxas de juros, o Brasil corre o risco de se distanciar ainda mais do cenário internacional se mantiver sua Selic nos patamares atuais. Recentemente, países como China e México reduziram suas taxas básicas, enquanto economias desenvolvidas, como o Reino Unido e o Canadá, também seguiram o mesmo caminho.

    Nos Estados Unidos, o Federal Reserve sinaliza uma possível redução na taxa de juros, o que pode abrir uma oportunidade para o Brasil diminuir sua Selic sem reduzir o diferencial de juros em relação às economias mais avançadas. Esse movimento poderia aliviar a pressão sobre o câmbio e, consequentemente, sobre a inflação.

    Aproveitando a Liquidez Global

    A redução dos juros em economias desenvolvidas aumenta a liquidez global, com investidores buscando maior rentabilidade em mercados emergentes. Essa é uma janela de oportunidade que o Brasil deve aproveitar para atrair investimentos produtivos e modernizar seu parque industrial.

    Esses investimentos serão cruciais para que o país esteja preparado para o fim da “exportação de deflação” pela China. Quando essa dinâmica terminar, o Brasil precisará de uma estrutura produtiva mais robusta para suprir a demanda atualmente atendida pelos produtos chineses, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

    Conclusão: A Necessidade de Reduzir a Selic

    Não há mais espaço para novos aumentos da Selic. Com os sinais de desaceleração da inflação — o IPCA de agosto registrou variação negativa de 0,02% — e o cenário global de cortes nas taxas de juros, o Brasil deve aproveitar o momento para reduzir a Selic. A manutenção de uma política monetária tão conservadora coloca o país em uma posição desfavorável na competitividade global e penaliza o crescimento econômico.

    A sincronia entre a política fiscal, com os cortes de despesas anunciados pelo governo, e a política monetária pode criar as condições necessárias para uma redução mais acentuada dos juros no curto prazo, posicionando o Brasil de forma mais estratégica no cenário internacional e promovendo o crescimento sustentável.

  • Sesi e Senai levam ações de Saúde e Educação ao Dia Nacional da Construção Social

    Sesi e Senai levam ações de Saúde e Educação ao Dia Nacional da Construção Social

    A unidade Sesi Senai do Benedito Bentes recebeu, no último sábado (17), a edição 2020 do Dia Nacional da Construção Social. Durante as atividades, o Serviço Social da Indústria (Sesi) levou aos trabalhadores da construção civil e seus familiares ações de odontologia, divulgação das matrículas da educação básica, além dos cursos de capacitação profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com um game e entrega de brindes a quem acertasse as questões do jogo da memória.

    O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e presidente do Sindicato da Indústria de Construção (Sinduscon/AL), José da Silva Nogueira Filho, participou da abertura do evento. “É uma hora recebê-los aqui. O Sesi Senai é a casa de vocês, é onde vocês encontram oportunidades de construírem o futuro”, afirmou.

    A cerimônia teve ainda a presença do empresário Alfredo Brêda, que é vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Sinduscon/AL, além de 1º secretário da Fiea; e do diretor de Responsabilidade Social da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi/AL), Marcelo Tavares.

    O evento

    Em 2024, o tema do Dia Nacional da Construção Social foi “Vida, sua melhor obra!”. Promovido pela CBIC e pelo Sesi Nacional, conta com o apoio do Serviço Social da Construção Civil (Seconci). No estado, é realizado pela Ademi-AL, com a parceria do Sesi/AL, Sinduscon/AL, Sebrae/AL, Prefeitura de Maceió, Governo de Alagoas e um grupo de empresas apoiadoras.

    A iniciativa já entrou no calendário do setor, ocorrendo, simultaneamente, em mais de 20 cidades pelo país. Durante a manhã, os trabalhadores e seus dependentes tiveram a acesso a serviços de saúde, lazer infantil, esporte e cidadania. O evento também foi marcado pelo show de talentos, pelo campeonato de futsal e pelo casamento coletivo, entre outras atividades.

    Pelo Sistema Fiea, acompanharam o Dia da Construção Social a gerente executiva comercial, Mônica Vieira, a assessora de Marketing, Ana Paula Andrade, a diretora da Unidade Sesi Senai Benedito Bentes, Dayse Teixeira, a gerente de Produto e Cliente, Cristiane Gomes, além de parte do time Sesi Senai.