O Sistema FIEA – formado pela Federação das Indústrias, SESI, SENAI e IEL – aderiu ao Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. O programa reúne empresas e instituições de diversos países comprometidas com princípios relacionados aos direitos humanos, relações de trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção.
A coordenadora de Desenvolvimento Socioambiental da FIEA, Sarah Lessa, destacou que a adesão representa mais do que um compromisso institucional: é também uma forma de ampliar o impacto positivo da indústria no desenvolvimento de Alagoas.
“Fazer parte do Pacto Global da ONU significa assumir, de forma ainda mais estruturada, o compromisso com práticas sustentáveis, éticas e responsáveis. É um passo importante para fortalecer a atuação do Sistema FIEA junto à indústria alagoana e contribuir para um desenvolvimento mais equilibrado e inovador”, afirmou.
Com a adesão, ela explica que o Sistema FIEA reafirma o compromisso com práticas alinhadas ao ESG – sigla que reúne ações voltadas às áreas Ambiental, Social e de Governança –, fortalecendo uma atuação cada vez mais ética, transparente, inovadora e sustentável.
Segundo Sarah Lessa, a iniciativa fortalece a cultura organizacional do Sistema FIEA e amplia o olhar para temas ligados à governança, responsabilidade corporativa e valorização das pessoas. “A sustentabilidade, hoje, está diretamente ligada à competitividade. A indústria tem um papel fundamental na construção de soluções inovadoras e responsáveis para o futuro, e o Sistema FIEA busca atuar como parceiro estratégico nesse processo”, ressaltou.
O Pacto Global também incentiva ações alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agenda criada pela ONU para promover melhorias sociais, econômicas e ambientais em todo o mundo.
A atuação será desenvolvida de forma contínua e integrada pelas casas que compõem o Sistema FIEA, fortalecendo ações voltadas à ética, transparência, inovação sustentável, responsabilidade ambiental e desenvolvimento humano. “Queremos contribuir para uma indústria mais preparada para os desafios do presente e do futuro”, concluiu a coordenadora.
