Em comemoração ao Dia Nacional do Escritor, celebrado em 25 de julho, a Biblioteca da Escola SESI Centro, em Alagoas, promoveu o projeto “Se Eu Fosse Escritor”, uma iniciativa que convidou os alunos a assumirem o papel de autores e transformarem ideias e experiências em histórias próprias.
Ao longo da ação, os estudantes participaram de diferentes etapas de produção literária, desde a criação das histórias até o desenvolvimento e a organização dos textos. Durante o processo, a equipe da biblioteca acompanhou os participantes, oferecendo orientações sobre escrita, indicações de leitura e suporte para que cada aluno pudesse desenvolver sua própria produção.
Mais do que uma atividade relacionada à literatura, o projeto buscou aproximar os estudantes do universo da escrita e mostrar, na prática, que todos podem contar histórias e expressar suas ideias por meio das palavras.

“Quando o estudante percebe que também pode ser autor, ele deixa de ocupar apenas o lugar de leitor e passa a compreender a escrita como uma ferramenta de expressão, criatividade e protagonismo. Projetos como esse ajudam a tornar a aprendizagem mais significativa e mostram que a escola também é um espaço para que os alunos desenvolvam e compartilhem suas próprias ideias”, destacou Tássio Paiva, gerente de Educação Básica do SESI Alagoas.
Biblioteca vira galeria de autores
O encerramento do projeto foi marcado por uma exposição literária com as obras produzidas pelos estudantes. Os trabalhos foram organizados em um espaço especialmente preparado pela biblioteca, permitindo que familiares, colegas e colaboradores conhecessem as histórias criadas pelos alunos.

A exposição transformou o ambiente da biblioteca em uma verdadeira galeria de autores, valorizando o esforço e a criatividade dos estudantes e dando visibilidade às produções desenvolvidas durante o projeto.
Segundo Tássio Paiva, a iniciativa reforça o trabalho da Escola SESI no incentivo à leitura e à produção literária, além de contribuir para o desenvolvimento de competências como criatividade, comunicação e expressão. “Ao colocar os alunos no centro do processo de criação, a ação também evidencia o papel da escrita como instrumento de aprendizagem e de construção do protagonismo estudantil, aproximando a literatura do cotidiano escolar e incentivando novas formas de expressão”, concluiu.
