Autor: Wagner Oliveira

  • Ética em Foco: Fiea promove discussão sobre combate ao assédio no trabalho

    Ética em Foco: Fiea promove discussão sobre combate ao assédio no trabalho

    O Sistema Fiea promoveu, nesta quarta-feira (4), mais uma edição da capacitação “Ética em Foco”. Realizada semestralmente, a ação é voltada para as lideranças das entidades da Indústria – Fiea, Sesi, Senai e IEL. Nela, são abordados temas centrais para uma boa governança corporativa e para um ambiente de trabalho mais ético, saudável e produtivo. O assunto da terceira edição foi “Assédio moral no ambiente de trabalho: Precisamos conversar sobre isso!”.

    Com o formato de palestras seguidas de bate-papo, o evento na Casa da Indústria teve como convidados a gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Algás, Renata Cappi, a major da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) e psicóloga Amanda Salomão, o Head de Riscos Corporativos da Usiona Coruripe, Thiago Wanderley e a especialista em neurociências aplicadas ao comportamento das pessoas e das organizações, Shyrlene Almeida.

    A gerente executiva de Governança Corporativa do Sistema Fiea, Tânia Laurentino, afirmou que o combate a todos os tipos de assédio deve envolver cada integrante das empresas e organizações, porém, o papel dos líderes é fundamental. “Não apenas para que ele não seja um assediador, mas, para evitar o assédio dentro da equipe”, disse.

    No Sistema Fiea, onde o ambiente de trabalho saudável é prioridade, a Gerência Executiva de Governança Corporativa possui iniciativas importantes como a Ética em Foco, treinamentos, o Código de Ética e o canal de denúncias, que será aperfeiçoado em 2025. “Ele ainda é interno, mas, para o ano que vem, a gente já está contratando um canal de denúncias externo, que vai dar maior credibilidade. A ideia é que as pessoas se sintam mais confortáveis caso seja necessário fazer algum registro”, disse Tânia, que lembrou o apoio da alta gestão a todas as iniciativas neste sentido.

    Renata Cappi, gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Algás, explicou que é preciso falar sobre assédio e, além de conscientizar, adotar medidas efetivas para combatê-lo. “Falar sobre assédio é importante para tudo. Não só para o desenvolvimento das pessoas, mas, também, para o desenvolvimento da organização. E falar sobre o tema ajuda a gente a criar um contexto mais saudável, mais seguro. Quando as pessoas se sentem amparadas, protegidas, elas se sentem mais capazes e geram resultados mais eficazes, então, todo mundo ganha”, declarou.

    A major PM e psicóloga Amanda Salomão lembrou que a qualidade de vida no trabalho é muito importante. “O trabalho é um fator de saúde, mas, ele pode ser um fator de adoecimento. Falar sobre a saúde no ambiente de trabalho é falar sobre a proteção desse trabalhador, é falar sobre como as nossas relações profissionais são importantes e precisam ser cuidadas. Não só para que a gente produza mais, mas, para que a gente possa ser feliz no nosso ambiente de trabalho”, destacou.

  • Fiea, Senai, Nosso Mangue e Maceió Investe apresentam benefícios do “carbono azul” em São Paulo

    Fiea, Senai, Nosso Mangue e Maceió Investe apresentam benefícios do “carbono azul” em São Paulo

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Maceió Investe e o negócio social Nosso Mangue promoveram em São Paulo, no último dia 28, o evento “Carbono azul: Os manguezais como solução para as mudanças climáticas”.

    Durante o encontro realizado com apoio da Carbonext e do Senai Cimatec, as entidades mostraram as ações que desenvolvem localmente para que os benefícios econômicos do chamado “carbono azul” gerem riqueza de forma sustentável.

    O Sistema Fiea foi representado pelo assessor executivo Júlio Zorzal, que mostrou o compromisso da instituição com o desenvolvimento sustentável. “O objetivo desse encontro é apresentar para empresas e investidores as iniciativas do Sistema Fiea e do Senai para o desenvolvimento de projetos e negócios sustentáveis. Neste caso, o apoio que realizamos com o negócio social Nosso Mangue para geração de negócios de impacto socioambiental no estado de Alagoas, gerando benefícios para a sociedade local”, explicou.

    Também foram apresentadas as oportunidades econômicas que podem ser exploradas com a geração de créditos de carbono. É um grande mercado, cujas estimativas dão conta de que os manguezais brasileiros podem captar 1,9 bilhão de toneladas de CO2/ano, com um potencial de gerar mais de R$ 75 milhões no mercado voluntário e com expectativa de gerar R$ 1,6 bilhão no mercado regulamentado anualmente.

    Atualmente, o Brasil é o segundo país com maior extensão de manguezais no planeta, atrás apenas da Indonésia. Em breve, será realizado um estudo na cidade de Maceió para validar, com protocolos científicos precisos, o potencial de captação de carbono do ecossistema local e ajudar a trazer resultados ambientais positivos para a preservação da biodiversidade. A pesquisa também vai ajudar a compreender o potencial dos manguezais na geração de benefícios sociais para a população.

  • Sesi/AL apresenta programa Coração da Indústria em simpósio internacional em Recife

    Sesi/AL apresenta programa Coração da Indústria em simpósio internacional em Recife

    O Sesi Alagoas marcou presença no IV Simpósio Internacional de Pesquisa em Estilo de Vida e Saúde (Sipes), realizado em Recife-PE, entre os dias 27 e 29 de novembro, com a apresentação do inovador Programa Coração da Indústria. O programa foi criado em parceria com a Cordial (Sociedade Beneficente do Coração de Alagoas), diante do preocupante índice de doenças cardiovasculares no Brasil.

    Representaram o Sesi Alagoas no evento o gerente executivo de Saúde e Segurança para Indústria, Alexandre Calzado, e a coordenadora de Saúde, Carolina Albuquerque. Durante a apresentação, eles destacaram os impactos positivos do programa, idealizado em 2022, que já atendeu 39 indústrias e mais de 8 mil trabalhadores, com 14 mil exames e 2 mil consultas médicas, incluindo encaminhamentos para acompanhamento especializado para casos graves.

    De acordo com Alexandre Calzado, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, correspondendo a cerca de 32% dos óbitos globais, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele ressaltou que essas doenças podem ser detectadas até 10 anos antes dos primeiros sintomas, o que reforça a importância de iniciativas de Atenção Primária à Saúde (APS) como o Projeto Coração da Indústria.

    O programa atua em cinco etapas principais. Inicialmente, existe a triagem com uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos. Nessa triagem, são avaliados dados antropométricos, históricode saúde, sinais vitais, fatores psicológicos, hábitos nutricionais e físicos.

    Na etapa seguinte, uma unidade móvel equipada é enviada às empresas para realizar exames, fundamentais para o diagnóstico realizado através da consulta com o Clínico Geral. Na terceira etapa, quando necessário, os casos graves são encaminhados para consultas, exames e acompanhamento especializado com uma equipe de cardiologistas.

    Na quarta etapa, são realizadas atividades educativas na empresa, voltadas aos principais pontos identificados na triagem inicial. E na quinta etapa a empresa recebe um relatório e acesso a um painel, apresentado pela equipe do Sesi, com as informações de todo o processo e com inteligência para direcionamento de ações estratégicas, visando à saúde e ao bem-estar dos trabalhadores.

    Carolina Albuquerque destacou o papel fundamental do programa na prevenção e detecção precoce de doenças, possibilitando que os trabalhadores tenham acesso a cuidados de saúde mais eficazes, preservando a vida e promovendo bem-estar nas indústrias. “O sucesso do programa reafirma o compromisso do Sesi em cuidar da saúde dos trabalhadores e, ao mesmo tempo, contribuir para o fortalecimento da indústria brasileira”, complementou.

  • Desafio do Robô: Escola Sesi/AL vence torneio regional de robótica em Recife

    Desafio do Robô: Escola Sesi/AL vence torneio regional de robótica em Recife

    A Escola Sesi Centro, de Alagoas, foi a grande vencedora do Torneio Sesi de Robótica, realizado pelo Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) no último fim de semana. O evento teve a participação de 44 equipes de cerca de 20 escolas públicas e particulares de Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

    A Robocamb, formada por alunos do Sesi Centro, conquistou o maior prêmio da competição, o Champion Award, e ainda foi recordista brasileira da temporada em uma das provas, garantindo vaga na etapa nacional.  Além dessa conquista, a Sesi Robocamb e a Sesi Robomac, que é da Escola Sesi/Senai Benedito Bentes, fizeram a dobradinha alagoana no pódio na modalidade First Lego League (FLL).

    O evento aconteceu na sexta-feira (29) e no sábado (30), no Geraldão, em Recife-PE, com competições nas modalidades FLL e First Tech Challenge (FTC). A temática da temporada 2024-2025 é “Submerged”, em que os estudantes foram desafiados a inovar em prol de oceanos mais saudáveis, levando em consideração os atuais problemas ambientais que afetam este ecossistema. Com experiência internacional, a Robocamb mostrou porque é hoje uma das melhores equipes de Robótica do mundo, e repetiu o resultado conquistado em julho, na Austrália, durante o Asia Pacific Open Championship First Lego.

    A categoria Champion Award reconhece o sucesso da equipe em todos os critérios de avaliação. “Nesse regional de Pernambuco a gente conseguiu, de fato, validar a experiência anterior, da Austrália. Esse resultado foi construído pelos meninos juntamente com os técnicos, que são muito experientes”, disse o coordenador da Robótica do Sesi Alagoas, professor Eduardo Monteiro, referindo-se a Joab e Mateus, ex-alunos da Rede Sesi, que atuaram na competição como treinadores.

    Robôs à prova

    Nas competições, os jovens colocam seus robôs à prova, tanto em desafios autônomos quanto nos teleoperados. A aluna Mharia Eduarda Ferreira Costa, 14, do 9º ano da Escola Sesi Centro, disse que a experiência produz diversão e aprendizado. “Durante esses dois dias, aproveitei ao máximo a energia contagiante do evento ao lado dos meus amigos, além de conhecer muitas outras pessoas incríveis. Compartilhar toda a história que desenvolvemos nesse processo com quem esteve presente no regional foi sensacional. Com certeza, o regional de Pernambuco ressignificou ainda mais a minha trajetória na Robótica”, disse.

    Ela é integrante da Robocamb que, além do Champion Awards, ficou em primeiro lugar no Desafio do Robô, cravando a vaga na etapa nacional, marcada para março de 2025, em Brasília-DF. Com 510 pontos, eles conseguiram a maior pontuação do Brasil até o momento. Completando a dobradinha no pódio, a Robomac ganhou o segundo lugar do Desafio do Robô e, assim, fica na 1ª suplência para o torneio nacional.

    Próximo desafio é na Bahia

    Depois de um merecido descanso após o retorno a Maceió, os treinos seguem nesta terça-feira (3), agora com as equipes que vão para o Regional da Bahia, em Salvador, nos dias 13 e 14 próximos: a Roboben, da Escola Sesi Benedito Bentes e a Cambtec, da Escola Sesi Centro. São 12 alunos no total, que começam a treinar pesado para conseguir o melhor desempenho possível. “É um regional muito difícil, que envolve muitas equipes veteranas, equipes experientes. É um torneio bastante tradicional lá no estado da Bahia e queremos alcançar também um ótimo desempenho lá, assim como foi em Pernambuco”, disse o professor Eduardo.

  • Palestra na Fiea apresenta potencialidades da exploração sustentável da economia do mar

    Palestra na Fiea apresenta potencialidades da exploração sustentável da economia do mar

    Nos últimos anos, o Brasil tem despertado para o potencial da exploração econômica sustentável da chamada “Amazônia Azul”, que, segundo a Marinha do Brasil, “compreende a superfície do mar, águas sobrejacentes ao leito marinho, solo e subsolo marinhos contidos na extensão atlântica que se projeta a partir do litoral até o limite exterior da Plataforma Continental brasileira”.

    Alagoas deu o primeiro passo para iniciar a discussão sobre como explorar suas potencialidades de forma sustentável nesta sexta-feira (29/11), com a realização da palestra “A importância da Economia do Mar para o Desenvolvimento Econômico”, ministrada pelo subsecretário adjunto de Economia do Mar do Rio de Janeiro, Marcelo Felipe Alexandre.

    A iniciativa é da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), com apoio da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg-AL) e da Capitania dos Portos. “O evento foi importante e teve uma representatividade muito forte”, enfatizou o vice-presidente da Fiea, José da Silva Nogueira Filho, ao destacar a presença de representantes da academia e dos setores público e privado na Casa da Indústria, o que demonstrou o grande interesse despertado pelo tema.

    A segunda ação já tem data para ocorrer. Nogueira anunciou o 1º Fórum de Economia do Mar, marcado para 13 de fevereiro de 2025, que vai reunir parceiros para discutir como avançar no crescimento sustentável da economia do mar em Alagoas. “Esta é mais uma vertente que a Federação trabalha com o objetivo de trazer investimentos e promover o desenvolvimento do nosso estado”, afirmou.

    Oficial superior da Reserva da Marinha do Brasil, Marcelo Felipe trouxe as experiências do Rio de Janeiro para os participantes do encontro na Fiea. “O governo criou a Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar (Sinemar), a primeira do Brasil nessa área, que tem desenvolvido algumas iniciativas pioneiras, envolvendo a sociedade. Uma delas é a Comissão Estadual de Desenvolvimento da Economia do Mar, a Cedemar, que junta academia, empreendedores, governo estado e iniciativas que sugerem a formulação de políticas públicas nessa área, sempre no foco na geração de emprego, renda e alimentos através da pesca e da economia do mar”, explicou.

    Potenciais

    O comandante Rodrigo Garcia, capitão dos Portos de Alagoas, disse que o desenvolvimento da economia do mar é um caminho irreversível, e que o país tem um grande potencial, uma vez que a Amazônia Azul possui 5,7 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 60% do território nacional, sendo rica em biodiversidade, recursos vivos, não vivos, petróleo e gás natural.

    Segundo ele, o estado tem muito a ganhar com a soma de esforços visando aproveitar as oportunidades com foco na sustentabilidade. “Eu acho que Alagoas tem um potencial enorme para a economia do mar, especialmente, no turismo náutico e na pesca. Esse evento de hoje nada mais é do que um pontapé inicial, em que conseguimos congregar poder municipal, estadual, academia e forças empresariais de Alagoas. Quem sabe, em um futuro próximo, a gente consiga implementar uma Secretaria da Economia do Mar aqui no estado e ter grupos de trabalho para ter um bom proveito, de forma sustentável, da economia do mar?”, concluiu.

    Com o mar de um lado, rios do outro e banhado por lagoas, o estado tem um potencial “imenso” que, se bem aproveitado, pode alavancar a economia local, disse o presidente da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), coronel PM Gerônimo do Nascimento. “A gente pode explorar a indústria de pesca, as fazendas de pescados e também a produção de algas, que hoje já é uma novidade, e Santa Catarina já faz isso muito bem. A gente pode trazer essas novas ideias e explorá-las para desenvolver o nosso estado”, afirmou.

    Turismo e pesca

    A economia do mar, para Alagoas, é uma vocação natural, disse a secretária de Estado do Turismo, Bárbara Braga. “O estado é banhado de rios, mares e lagoas, inclusive, a gente precisa, cada vez mais, incentivar esse segmento do Norte ao Sertão do nosso estado, como grande vetor de desenvolvimento econômico e de geração de emprego e renda”, disse ela.

    Como exemplo de como a economia do mar gera riqueza, a secretária destacou a chegada de cruzeiros na capital, que na temporada 2024/2025 baterá recordes, com mais de 140 mil leitos, a bordo de 13 navios, que farão 33 paradas no Porto de Maceió. “Isso é um dado histórico, mas, a economia do mar não conta somente com os cruzeiros marítimos. Vai desde o ambulante, o restaurante, o bar, que fica localizado nas encostas das nossas águas, sem contar com a grande possibilidade que a gente tem de fazer a interiorização do turismo”, explicou.

    Além do emprego e da renda, a economia do mar põe comida na mesa. A presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado de Alagoas (Fepeal), Maria José Santos, ressalta que este movimento vai fomentar mais do que o setor da pesca em Alagoas. “Todos os setores ganham e vai dar uma alavancada muito grande dentro da nossa economia”, concluiu.

  • Diretores da Fiea e industriais alagoanos participam do Encontro Nacional da Indústria

    Diretores da Fiea e industriais alagoanos participam do Encontro Nacional da Indústria

    Liderados pelo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), José da Silva Nogueira Filho, dirigentes da Indústria alagoana e do Sistema Fiea participaram, nesta quarta-feira (27), em Brasília-DF, do principal evento de mobilização do setor do país – o Encontro Nacional da Indústria (Enai).

    Na sua 14ª edição, o encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) teve como tema “Neoindustrialização e redução do Custo Brasil: uma nova indústria para um futuro sustentável”. As discussões abordaram o futuro da indústria, alinhando avanços tecnológicos, inovação e sustentabilidade às demandas do século 21. 

    A abertura do Enai, pela manhã, teve as presenças do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do vice, Geraldo Alckmin, do presidente da CNI, Ricardo Alban, entre outras autoridades. “O Encontro Nacional da Indústria é uma oportunidade para discutirmos políticas e soluções que impulsionem a produtividade, preparando o setor industrial brasileiro para enfrentar as transformações do mercado e as exigências de sustentabilidade e inclusão, fundamentais para o desenvolvimento do país”, destacou o presidente da CNI.

    Durante o dia, o Enai contou na programação com painéis, mesas-redondas, celebração de acordos de cooperação, apresentação de estudos, além de uma feira de oportunidades, em que as instituições de fomento que operam programas e recursos da Nova Indústria Brasil (NIB) – BNDES, Finep, Senai, CNI, Embrapii e Sebrae – tiveram estandes para atendimento ao público empresarial tirando dúvidas sobre oportunidades de apoio e financiamento.

    De Alagoas, participam os representantes dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), das Indústrias de Energia (Sindenergia), das Indústrias de Extração Mineral (Sindmineral), das Indústrias de Plásticos e Tintas (Sinplast), das Indústrias de Mármore e Granito (Simagral), das Indústrias de Cerâmica (Sindicer), das Indústrias de Vestuário (Sindvest) e da Indústria do Açúcar e do Álcool (Sindaçucar). O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AL), Hélvio Braga Vilas Boas, também integrou a comitiva.

  • José Carlos Lyra cumpre agenda de trabalho em Brasília

    José Carlos Lyra cumpre agenda de trabalho em Brasília

    O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), empresário José Carlos Lyra de Andrade, cumpriu agenda em Brasília-DF, nessa terça-feira (27), que incluiu participação na reunião da Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O fórum reúne empresários e lideranças de todo o país, que discutem temas estratégicos para o desenvolvimento da Indústria brasileira.

    Ainda na terça-feira (26), presidentes de Federações das Indústrias dos nove estados nordestinos elegeram a nova Diretoria da Associação Nordeste Forte, na qual Lyra se tornou um dos seus vice-presidentes. Por aclamação, o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiepb), Cassiano Pascoal Pereira Neto, assume a presidência da Nordeste Forte em 1º de março de 2025, com mandato até 28 de fevereiro de 2027.

    A Associação foi criada em 2016, e representa todas as Federações de Indústrias da região Nordeste, atuando na promoção de ações de desenvolvimento socioeconômico, contribuindo para a competitividade do setor industrial nordestino. José Carlos Lyra estava acompanhado do vice-presidente da Fiea, José da Silva Nogueira Filho.

    Durante a eleição, na sede da CNI, o presidente Cassiano Pereira destacou o protagonismo do Nordeste dentro do setor industrial brasileiro. “Sempre foi um sonho – enquanto industrial há mais de 40 anos, ver o Nordeste disputando com outras regiões do nosso país, o protagonismo no setor industrial. A indústria do futuro é sustentável, é para todos e com certeza, à frente do Nordeste Forte vamos promover ainda mais o desenvolvimento e o crescimento da maior e mais promissora região do Brasil! Vamos ajudar a fazer do Nordeste a região mais forte!”, ressaltou.

    Ele foi cumprimentado pelo presidente da Confederação Nacional das Indústrias, Ricardo Alban. “A pauta do Nordeste possui muitas demandas, mas, todos reconhecem o esforço do presidente Cassiano Pereira à frente da Federação das Indústrias da Paraíba. Desejamos sucesso também, à frente do Nordeste Forte”, disse.

    Composição da nova diretoria da Associação Nordeste Forte

    Presidente – Cassiano Pascoal Pereira Neto (FIEPB)

    Vice-presidente Secretário – Bruno Salvador Veloso da Silveira (FIEPE)

    Vice-presidente Tesoureiro – Antonio José de Moraes Souza Filho (FIEPI)

    Vice-presidente – José Ricardo Motenegro Cavalcante (FIEC)

    Vice-presidente – José Carlos Lyra de Andrade (FIEA)

    Vice-presidente – Carlos Henrique de Oliveira Passos (FIEB)

    Vice-presidente – Edilson Baldez das Neves (FIEMA)

    Vice-presidente – Roberto Pinto Serquiz (FIERN)

    Vice-presidente – Eduardo Prado de Oliveira (FIES)

  • Fiea reforça preocupação com impacto da reforma tributária na construção civil

    Fiea reforça preocupação com impacto da reforma tributária na construção civil

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) intensifica seu acompanhamento do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, atualmente em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A entidade tem como principal preocupação o impacto negativo que o novo sistema tributário pode gerar para o setor da construção civil, aumentando os custos habitacionais e prejudicando o mercado imobiliário. Para evitar tais efeitos, a Fiea defende ajustes no texto, mesmo que isso implique no retorno da proposta à Câmara dos Deputados.

    Na semana passada, o presidente da Federação, José Carlos Lyra de Andrade, e o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Alagoas (Sinduscon-AL), Alfredo Brêda, estiveram em Brasília para discutir o tema com a bancada alagoana no Senado. Durante audiência com o senador Renan Calheiros (MDB), foi definido que o próximo passo será uma reunião com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto, para reforçar os pleitos do setor e buscar alterações no texto.

    Segundo Alfredo Brêda, a proposta atual, que estabelece um redutor de 40% sobre a alíquota padrão do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), resultará em um aumento da carga tributária e do custo da moradia. “Defendemos um redutor de 60%, que foi calculado com base em estudos técnicos independentes e transparentes. Essa medida preservaria a carga tributária para o Minha Casa, Minha Vida e evitaria o aumento nos preços dos imóveis, garantindo a neutralidade tributária anunciada como objetivo da reforma”, afirma Brêda. Ele destacou ainda que o aumento da carga tributária desestimularia novos investimentos e comprometeria a sustentabilidade econômica do setor.

    Além do aumento do redutor, o setor da construção civil reivindica a adoção de um regime de transição que mantenha a carga tributária atual para empreendimentos iniciados antes da vigência do novo sistema. Outras demandas incluem a aplicação de regime tributário simplificado para lotes, regras claras para evitar a tributação de pessoas físicas em aluguéis e vendas de imóveis, e o reconhecimento de serviços de engenharia e gerenciamento de obras como atividades inerentes ao setor.

    Para a Fiea, o diálogo contínuo com o Senado será fundamental para ajustar o texto e assegurar que a reforma não comprometa o desenvolvimento do setor e a geração de empregos. “Estamos unidos na busca por uma solução que equilibre a carga tributária e preserve a competitividade do setor da construção civil, essencial para o desenvolvimento econômico de Alagoas e do Brasil”, conclui José Carlos Lyra.

  • Sistema Fiea e BNB firmam convênio para facilitar acesso de empresas ao crédito

    Sistema Fiea e BNB firmam convênio para facilitar acesso de empresas ao crédito

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) firmaram uma parceria com o objetivo de melhorar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade nas empresas, por meio do fomento e acesso facilitado a programas de crédito. O presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade, e o superintendente do banco em Alagoas, Sidnei Reis dos Santos, assinaram o termo de cooperação técnica nessa quinta-feira, 21, na Casa da Indústria Napoleão Barbosa.

    Durante o ato, Lyra reforçou que o acesso ao crédito é um dos principais desafios para as empresas viabilizarem projetos e buscarem a inovação. “O banco vai capacitar os nossos colaboradores, que darão suporte técnico para os empresários terem acesso ao crédito, visando a tornar suas empresas mais modernas, eficientes e competitivas”, destacou o presidente da Fiea.

    O superintendente estadual do BNB, Sidnei Reis, disse que a parceria beneficiará os setores da Indústria, Agroindústria, Comércio e Serviços. Juntamente com a Fiea, a instituição financeira quer reduzir as dificuldades que, historicamente, os empresários enfrentam para chegar ao ponto de conseguir o crédito propriamente dito. Para isso, os colaboradores do Sistema Fiea vão auxiliá-los no preenchimento de formulários e entrega da documentação, além de manter os participantes informados sobre os programas de crédito do BNB.

    “Nós temos políticas de crédito muito importantes e que podem ser molas propulsoras destes aspectos [competitividade, inovação e sustentabilidade]. O banco, como já tem esse know how de atuar, principalmente, junto às empresas de menor porte, se uniu à Fiea para acelerar esse acesso ao crédito e facilitar a chegada desses recursos nas mãos de quem gera emprego, renda e promove o desenvolvimento econômico e social”, disse Sidnei Reis.

  • Fiea e Adesg promovem palestra sobre a Economia do Mar em AL

    Fiea e Adesg promovem palestra sobre a Economia do Mar em AL

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg-AL) realizam, no próximo dia 29 de novembro, a palestra “A importância da Economia do Mar para o Desenvolvimento Econômico”, ministrada por Marcelo Felipe Alexandre, subsecretário adjunto de Economia do Mar do Rio de Janeiro.

    O evento, que acontecerá às 9h, no auditório da Casa da Indústria, reforça a crescente relevância da Economia do Mar como vetor de desenvolvimento sustentável para Alagoas. A presença de Marcelo Felipe, referência nacional no setor e líder da única Secretaria de Economia do Mar do Brasil, proporcionará um diálogo estratégico com empresários, acadêmicos e representantes do setor industrial alagoano sobre as oportunidades e os desafios da chamada Economia Azul.

    Potencial

    Alagoas tem avançado no fortalecimento da Economia do Mar por meio de parcerias estratégicas, como a estabelecida entre a FIEA e a ADESG-AL, incentivada pela Capitania dos Portos de Alagoas. Essa colaboração busca alavancar o potencial marítimo do Estado, promovendo atividades como turismo, pesca, construção naval e outros setores ligados aos recursos oceânicos.

    A iniciativa tem como objetivo posicionar Alagoas no cenário nacional da Economia do Mar, gerando emprego, renda e desenvolvimento sustentável. A palestra do dia 29 pretende alinhar o estado aos avanços já em curso em outras regiões do Brasil.

    Quem é

    Marcelo Felipe Alexandre é oficial superior da Reserva da Marinha do Brasil, onde serviu por 33 anos, alcançando o posto de Capitão de Mar e Guerra. Durante sua carreira na Marinha, comandou três navios e atuou como diplomata na Coordenação da Área Marítima do Atlântico Sul, em Montevidéu, no Uruguai. Na Presidência da República, exerceu funções estratégicas, incluindo o cargo de Secretário Especial Adjunto de Assuntos Federativos. Possui doutorado e mestrado em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval (EGN) e especialização em Gestão Empresarial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Serviço:

    O quê: Palestra “A importância da Economia do Mar para o Desenvolvimento Econômico”
    Quando: 29 de novembro de 2024, às 9h
    Onde: Casa da Indústria – Auditório, 4º andar
    Palestrante: Marcelo Felipe Alexandre – Subsecretário Adjunto de Economia do Mar (RJ)