Um momento de celebração da amizade e da competição saudável. Este é o espírito dos Jogos Estudantis Sesi (JES) 2024, abertos nessa segunda-feira, 21, para os estudantes do ensino médio das escolas Sesi Centro e Sesi Benedito Bentes. Nesta quarta-feira, 23, o campo e as quadras da Vila Olímpica Albano Franco, na Cambona, serão tomados pela alegria e pelos gritos das torcidas do ensino fundamental.
No total, estão inscritos nos JES 2.172 estudantes das duas escolas Sesi. Eles competem nas modalidades futset, futsal, vôlei, queimado, xadrez, dama, atletismo (100m e 400m), arremesso de peso e salto em distância.
Serão quatro dias de muitas conquistas e aprendizado. “A escola, quando promove os jogos, promove também a inclusão, a parceria e a convivência social entre os alunos”, destacou a gerente executiva de Educação do Sesi em Alagoas, Clarisse Barreiros.
Este clima de união e de trabalho em equipe tomou conta das escolas Sesi no dias que antecederam os jogos. Gabriel Dias, 17, do 3º ano da Escola Sesi Centro, vivenciou esta experiência com os colegas de sala. “A gente se preparou fazendo o bandeirão e as bandeirinhas, porque a gente vai ter uma torcida surpresa. Foi muito legal, a turma toda ajudou”, lembrou. O jovem, que está em seu último ano na escola, disse que espera fazer o melhor nos jogos.
Presente no dia a dia do colégio, a diretora da Escola Sesi Centro, Alessandra Damacena, ressaltou o impacto dos jogos entre os alunos. “A gente percebe que os alunos, que adolescentes e crianças, estão vibrando com a ação da escola e que querem participar, colocando todo o seu coração”, afirmou.
No Sesi Benedito Bentes não foi diferente, revela o diretor Eduardo Barsi. “Estava todo mundo na expectativa, todo mundo querendo receber as camisas para vê-las logo. A expectativa foi muito alta e todos com vontade de que chegasse o dia de hoje para poder participar [dos jogos]. Isso confraterniza mais, o pessoal se une mais, você sente a energia entre eles quando começam a fazer a equipe. Teve ainda a questão do ‘grito de guerra’, do concurso, então, eles se juntam, isso é muito positivo”, afirmou.
Para a estudante do 7º ano do Sesi Benedito Bentes Hadassa Santos, 13, os JES só começam na quarta-feira, 23. Mas, a expectativa dela é grande e a ansiedade também. “A vibração eu acho que vai ser muito boa, vai ser legal. Os jogos são bons porque a gente forma um time e fica mais unido”, disse ela.
No Sesi Alagoas, a união entre ensino tradicional e métodos inovadores permite aos estudantes terem acesso ao melhor dos dois mundos. Por meio do projeto de Iniciação científica e com propostas que vão desde o empreendedorismo à soluções que podem impactar a indústria, eles se aventuram no universo da faculdade enquanto ainda estão na escola.
Só neste ano de 2024, os alunos tiveram grandes conquistas com projetos que surgiram como ideias dentro da sala de aula. Em junho, os estudantes do Sesi Benedito Bentes trouxeram para o Brasil o prêmio Champions Awards, do Asia Pacific Open Championship First Lego. O evento é considerado uma das maiores competições de robótica do mundo.
Já agora em setembro, os sesianos voltaram a trazer mais orgulho para Alagoas ao desenvolverem a Inclupen, uma caneta que facilita a escrita de pessoas com a doença de Parkinson. O produto ganhou o primeiro lugar na 9ª Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic).
Esses resultados mostram que, quando estimulados a pensar de forma científica e empreendedora, crianças e adolescentes podem ir além da sala de aula e contribuir para a construção de um futuro melhor. E os professores do Sesi são peça fundamental nesse processo, orientando os alunos na busca por soluções inovadoras e significativas.
“É um processo contínuo de evolução. Temos estudantes com dois ou três anos de experiência em pesquisa científica, e a transformação é evidente. Os alunos da robótica, por exemplo, demonstram mudanças claras na forma como se expressam e se posicionam, seja nos trabalhos escolares, seja em entrevistas de emprego”, destaca o professor de linguagens Alef Marinho.
Para Vinícius Alves, aluno do 8º ano e integrante da equipe da Inclupen, a orientação do professor Alef foi essencial para o sucesso do projeto. “O professor faz a gente enxergar o que temos dificuldade de ver, ajuda em coisas que nem sabíamos que podíamos fazer e inspira quando a gente perde a esperança. E ele acredita muito na gente.” O depoimento de Vinícius ilustra o impacto que a relação entre professor e aluno pode ter, fortalecendo a confiança dos jovens e estimulando seu potencial criativo.
Com seis anos de experiência no Sesi, Alef foi mentor do projeto Inclupen desde o início, acompanhando o desenvolvimento da ideia com seus alunos. “É gratificante ver a evolução deles. Eles aprendem a enxergar o mundo com um olhar crítico e a entender como podem transformar a sociedade por meio da ciência e da inovação.”
A aluna Zahyra Ataíde, por sua vez, conta que sua turma encontrou nos professores o apoio necessário para transformar uma ideia em realidade ao criar a Conecta, uma agência de comunicação liderada por estudantes do Sesi. “Ano passado, minha turma já tinha bastante envolvimento com a parte visual, que eu sempre gostei. Mas eu queria algo mais ativo, que não ficasse preso só na sala de aula”, relata.
Ela e um grupo de alunos levaram a proposta de uma agência ao diretor da escola, após uma reunião, decidiram criar algo totalmente novo. “Queríamos algo que não apenas ajudasse no nosso aprendizado, mas que também contribuísse para o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.” Assim surgiu a Conecta, um projeto que une criatividade e colaboração para ampliar as habilidades de comunicação dos alunos e melhorar a interação na escola.
O professor Cleitton Lourenço, responsável pela disciplina Projetos de Vida, também comemora o desempenho dos alunos. Sua equipe desenvolveu cobogós sustentáveis voltados à construção civil, conquistando o segundo lugar na 20ª Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit), realizada em Recife. Cleitton explica que o projeto foi inspirado na renda-filé, com o uso de materiais como bagaço de cana-de-açúcar e pó de coco seco, fortalecendo a conexão entre inovação e identidade local.
“No total, foram 14 tentativas até encontrarmos uma composição viável. Durante o processo, os alunos aprenderam sobre paciência, resiliência e trabalho em equipe. Com o apoio dos estudantes de edificações do SENAI e orientação técnica do instrutor Eliseu, conseguimos chegar a um protótipo funcional”, relata Cleitton. “Ser professor no Sesi é mediar o conhecimento e preparar os alunos para serem protagonistas do próprio aprendizado.”
A professora Karolyne Camile, que leciona matemática, também acredita na importância de conectar o ensino às possibilidades reais que os alunos podem aplicar. “É comum eles perguntarem: ‘Eu vou usar isso para quê?’. Por isso, buscamos uma abordagem que vá além dos livros e que faça sentido para a vida real”, explica.
No itinerário de matemática do Sesi, os alunos trabalham com programação, desenho técnico e conceitos de engenharia, utilizando ferramentas como o GeoGebra para aplicar vetores e geometria na prática. “O foco não é só cálculo, mas desenvolver habilidades que eles possam usar no futuro. Essa metodologia os ajuda a descobrir o que realmente querem fazer e a se prepararem para enfrentar desafios de forma mais segura e consciente.”
Além dos projetos voltados para os estudantes regulares, o Sesi se destaca pela inclusão por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino que é oferecido gratuitamente através de Editais de Gratuidade. Felipe Aimaás, professor de Ciências da Natureza na EJA há seis meses, acredita que sua missão vai além do ensino de conceitos teóricos.
“Trabalhar com esse público é aprender um pouco todo dia com suas experiências, é ter empatia e compreender que cada um tem seu tempo. A vida não é linear; ela tem altos e baixos, mas com esforço conseguimos alcançar tudo o que desejamos, independentemente do tempo.” O relato de Felipe ilustra como o SESI busca criar espaços de aprendizagem que se ajustam às diferentes realidades dos alunos, reconhecendo suas vivências e promovendo uma formação que vai além do conteúdo.
Neste dia dos professores, os exemplos de Alef, Cleitton, Felipe e Karolyne mostram que o impacto de ser professor vai além do ensino em sala de aula: é um trabalho transformador, que desperta talentos e forma cidadãos.
“Então, toda essa metodologia nossa faz eles começarem a ter esse outro olhar, e eu acho que isso ajuda muito eles a entenderem o que querem fazer no futuro”, relata a professora Karollyne.
A Escola Sesi Benedito Bentes, de Maceió, teve quatro projetos agraciados na Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit) 2024, que aconteceu no Recife-PE, até o último sábado (12). Na sua 20ª edição, a maior feira de ciência e tecnologia da região teve 129 trabalhos inscritos, sendo 58 do Nordeste – dos quais 15 de Alagoas – e os demais das outras regiões brasileiras e América Latina.
A Fenecit é realizada pelo Instituto Princípio do Saber, com o objetivo de despertar nos estudantes o interesse pela produção e saber científico, por meio da construção de projetos de pesquisas no cotidiano escolar.
Premiações
Ao final da feira científica, o Sesi Alagoas comemorou o segundo lugar de dois projetos: o Paperben – Papel Reciclado Antifúngico e o Gess Eco – Utilização Sustentável de Casca de Ovo na Produção de Gesso. Em quarto lugar, com Menção Honrosa, ficou o projeto Sargassole – Produção de Borracha Sustentável, também reconhecido com o Prêmio por um Mundo sem Lixo Internacional.
O desempenho dos estudantes do Sesi Alagoas também rendeu às equipes credenciais para participar de outros eventos científicos. O projeto Cobogós Ecológicos e Renda Filé – Sustentabilidade e Cultura na Arquitetura credenciou-se para a Fecitec Girasoles (Paraguai); o Sargassole para a Izmir International Innovation Science Energy Engineering Fair (Turquia); o Paperben e o Gess Eco para a Milaet Expo-Sciences International 2025 (Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos).
A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), levará 22 empresas alagoanas para a Missão Origem Brasil – Portugal, com destaque para os setores de alimentos e bebidas, moda criativa e autoral, e artesanato.
Entre os dias 24 e 27 de outubro próximos, Vila Nova de Gaia e o Porto, em Portugal, serão palco do evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a ApexBrasil. O projeto, articulado pela Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), conta com o apoio das federações de indústrias, incluindo a Fiea, em colaboração com o Sindicato da Indústria do Vestuário (Sindivest) de Alagoas.
A missão tem como objetivo fortalecer e apresentar ao mercado internacional a diversidade e originalidade da indústria brasileira. Nela, serão realizadas Rodadas de Negócios Internacionais, que contarão com compradores de Portugal, Espanha, Reino Unido e Holanda.
Este ano, o evento inova ao oferecer rodadas tanto presenciais quanto virtuais. Além disso, empresas alagoanas poderão expor seus produtos na Casa Brasiliana, um showroom permanente, que ainda contará com um coquetel de degustação e desfile. Após o evento, essas empresas poderão ainda enviar seus produtos para a Embaixada do Brasil em Paris, ampliando suas oportunidades de negócios na França, em uma extensão da Missão Origem Brasil.
A edição anterior, realizada em 2023, contou com a participação de mais de 70 empresas brasileiras e gerou mais de R$ 3 milhões em negócios. Em 2024, a expectativa é ainda maior, com a participação de produtores de cacau, café, frutas, mel, própolis, fécula de mandioca, flocos e farinhas de milho, coco e derivados, além de cachaças, cervejas artesanais e moda autoral.
Esses setores terão destaque internacional, evidenciando a origem dos produtos. O estado de Alagoas, reconhecido por sua forte produção nos segmentos de alimentos, bebidas e moda, desempenha um papel vital na economia regional e nacional, reforçando sua relevância no mercado global.
A startup alagoana Nosso Mangue, incubada no HUB de Inovação e Tecnologia do Senai Alagoas, foi selecionada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para representar o estado e o Brasil na 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP16).
O evento, que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro em Cali, na Colômbia, reunirá 196 países para discutir estratégias globais de conservação e regeneração de ecossistemas, alinhadas ao Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, assinado em 2022.
A Conferência das Partes é uma reunião global que acontece anualmente com o objetivo de discutir medidas para a preservação da diversidade biológica do planeta. Durante a sua 16ª edição, os países discutirão questões relacionadas à conservação da diversidade biológica, ao uso sustentável de seus componentes e à distribuição justa e equitativa dos benefícios decorrentes da utilização dos recursos genéticos. O objetivo é encontrar soluções para os problemas críticos que o planeta enfrenta.
A Nosso Mangue é especializada no reflorestamento e regeneração de manguezais, considerados “berçários” da vida marinha. Liderada por uma mulher alagoana, a startup já plantou mais de 15 mil mudas e retirou mais de meia tonelada de resíduos dos mangues do Pontal da Barra, em Maceió. Além disso, promove ações de ecoturismo e educação ambiental, capacitando comunidades ribeirinhas na preservação de seus territórios. Essas iniciativas estão em sintonia com as metas globais de conservação e os princípios da bioeconomia, uma prioridade da indústria brasileira.
Mayris Nascimento, idealizadora do projeto, vê na participação na COP16 uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho realizado em Alagoas. “Representar o estado com o Nosso Mangue na COP16 é uma honra e uma enorme responsabilidade. Significa colocar a riqueza dos nossos manguezais e o compromisso com a sustentabilidade no cenário internacional, mostrando que é possível conciliar desenvolvimento econômico e conservação ambiental”, destaca.
Desafios globais
Durante a COP16, a startup participará de discussões sobre financiamento para ações de conservação, repartição justa de benefícios relacionados ao uso de recursos genéticos, monitoramento de metas de biodiversidade, entre outros assuntos.
Julia Pupe, analista da Gerência de Recursos Naturais da CNI, destaca que a seleção da startup pela Confederação demonstra a importância de ações locais para enfrentar desafios globais, reforçando a presença da indústria alagoana nos debates internacionais sobre sustentabilidade.
“Como maior representante da indústria nacional, a atuação da CNI na COP16 reforça o engajamento da indústria brasileira com a biodiversidade e a necessidade de integrar práticas sustentáveis aos negócios”, destaca a analista.
Documentos estratégicos
A entidade apresentará documentos estratégicos, como a “Visão da Indústria para a COP16 de Biodiversidade”, que destaca temas prioritários para o Brasil, e o estudo “Integração da Biodiversidade aos Negócios”, que oferece recomendações práticas para o setor. Essa participação reafirma o compromisso com a preservação da biodiversidade e a integração da agenda ESG em suas operações.
Após o evento, serão elaborados materiais e estudos para capacitar o setor em questões relacionadas à biodiversidade, criando um canal de comunicação com stakeholders globais para compartilhar práticas e experiências.
Cristina Suruagy Nogueira, diretora de Educação e Tecnologia do Senai Alagoas, ressalta o papel essencial do HUB Senai de Inovação no apoio a startups que combinam tecnologia e sustentabilidade. “Nosso foco é na transformação digital e na sustentabilidade. Oferecemos consultoria e desenvolvimento de soluções digitais, e o Sistema Fiea está comprometido com a agenda ESG, promovendo bioeconomia e transição energética”, afirma.
Compromisso com a sustentabilidade
Como entidade comprometida com a sustentabilidade, a Fiea atua como um canal para disseminar informações e práticas sustentáveis para o setor industrial alagoano, incentivando mais empresas a integrarem a biodiversidade em seus negócios. “O Sistema Indústria do Estado de Alagoas tem se posicionado como principal promotor dessa agenda, lançando recentemente o programa ‘Conectando o futuro: Avançando com ESG na Indústria’, o qual, por meio de uma mobilização empresarial, levantou as principais demandas das indústrias locais nos temas da Bioeconomia, Transição Energética, Transformação Digital e Economia Circular”, destacou a executiva.
Além do apoio da CNI e do HUB Senai, a startup conta com o suporte de empresas como a Maceió Investe. Mariane Silveira, gerente de captação de novos negócios, destaca que a parceria com o Nosso Mangue está alinhada aos objetivos da empresa. “A criação da Maceió Investe tem o objetivo de manter e expandir os níveis de crescimento da cidade. Por isso, entendemos que investir nos ativos estratégicos é uma forma de promovermos o crescimento sustentável, a inovação e a prosperidade econômica. O meio ambiente emerge como um ativo especial em Maceió, pois o sistema costeiro e estuarino-lagunar e a insolação da cidade não apenas atraem para o turismo, mas também pode se converter em uma fonte de energia sustentável”, diz.
Com sua participação na COP16, a startup Nosso Mangue, em colaboração com a indústria alagoana e outros apoiadores, busca demonstrar que o desenvolvimento sustentável é um caminho viável para a conservação de ecossistemas essenciais, como os manguezais, e para o fortalecimento da economia verde em Alagoas.
Nessa terça-feira (1º), a Rede Sesi/AL deu início ao período de matrículas para o ano letivo de 2025, oferecendo vagas a partir do 6º ano do Ensino Fundamental II a 3ª Série do Ensino Médio, nas unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro, em Maceió.
Em linha com a proposta de oferecer “O Melhor de Dois Mundos”, as escolas Sesi combinam o ensino tradicional com abordagens inovadoras, proporcionando uma experiência educacional completa.
O material didático digital está incluído para novos e atuais alunos, eliminando custos adicionais para as famílias. Dependentes de trabalhadores da indústria também podem concorrer a 25 bolsas integrais para o 1º ano do Ensino Médio no turno da tarde.
As matrículas para novos alunos são feitas presencialmente, e oferecem a oportunidade de conhecer a estrutura das unidades, enquanto as renovações podem ser realizadas de forma on-line.
Formação além da sala de aula e educação inovadora
Nas escolas Sesi, a aprendizagem vai além da sala de aula. Com uma proposta pedagógica inovadora, os alunos são incentivados a serem protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, enquanto professores atuam como mentores e guias. O ambiente escolar, equipado com tecnologia de ponta e inspirado nas melhores práticas educacionais, estimula o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento socioemocional.
Com projetos inovadores, competições desafiadoras e congressos estudantis, os estudantes da Rede Sesi/AL são preparados para o mundo do trabalho e as demandas do futuro. A metodologia STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) integra os conteúdos de maneira prática e interdisciplinar, promovendo uma formação completa que prepara os alunos para enfrentar, com confiança, os desafios das próximas etapas da sua vida, visando a melhor adequação para qualquer linha de carreira que esse aluno deseja seguir.
Cristina Suruagy, Diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai Alagoas, destaca a importância de formar cidadãos prontos para as transformações do futuro.
“Nosso desafio é formar o cidadão com pensamento crítico, que desenvolva habilidades de solução de problemas com criatividade e inovação, que esteja preparado para o mundo do trabalho, que é incerto e em constante transformação. Para isso, contamos com uma infraestrutura que possibilita aos nossos profissionais, capacitados a trabalharem a proposta pedagógica por área de conhecimento, que integra a cultura maker, a educação tecnológica, reconhecidas pelas nossas atividades de robótica e iniciação científica, fazendo com isso um paralelo entre este mundo de educação inovadora com o que há de melhor na educação tradicional”, reforça.
Para mais informações sobre matrículas, infraestrutura, preços e agendamento de visitas, entre em contato com as unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro ou acesse nosso site: https://escolasesial.com.br/
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e diretor regional do Serviço Social da Indústria (Sesi/AL), empresário José Carlos Lyra de Andrade, foi um dos homenageados pelo Tribunal de Justiça (TJAL) como parceiro do projeto Começar de Novo. Criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o projeto tem como objetivo promover a reinserção social de egressos do sistema prisional, em todo País.
“Aqui em Alagoas o projeto vem sendo desenvolvido com eficiência. É um grande trabalho, que vem dando frutos”, disse o presidente do TJAL, desembargador Fernando Tourinho, na solenidade de entrega de selo e certificado aos homenageados, realizada nessa segunda-feira (30), na sede do Tribunal.
Ele destacou o trabalho da equipe do Começar de Novo, liderada pelo desembargador Otávio Praxedes, e cooperação das instituições que se disponibilizaram a dar oportunidades para os presos na volta ao convívio em sociedade.
Para José Carlos Lyra, que falou em nome dos agraciados, o projeto Começar de Novo é fundamental para o apenado voltar ao convívio social de forma digna. “Todo preso, cumprida a pena, volta à sociedade. Todos precisam de uma oportunidade”, disse ele.
A Federação das Indústrias, por meio do Sesi e Senai, tem convênios com o Judiciário e a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) que garantem cursos do formação profissional a egressos do sistema prisional alagoano, parte das atividades do projeto Começar de Novo. O mais recente convênio de cooperação foi assinado em agosto último.
Juntamente com o presidente da Federação das Indústrias, foram homenageados Carlos Alberto Paes, superintendente do Sesi/Al e diretor regional do Senai; Rafael Tenório, sócio da empresa Verdes Mares; Adeildo Sotero, presidente da Fecomércio AL; Felipe Dietschi, diretor regional do Senac; e Carlos Alberto Marques, diretor regional do Sesc, que foi representado pela diretora financeira Natália Bakker. Participaram da solenidade os desembargadores Orlando Rocha (vice-presidente do TJAL), Ivan Brito, Fábio Ferrário e Márcio Roberto Tenório; o presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), Hélio Pinheiro; os juízes Antônio Rafael Casado (auxiliar da Presidência do TJAL), Diego Araújo e Fátima Pirauá, além de servidores do Judiciário alagoano.
Os alunos da Escola Sesi Benedito Bentes foram o grande destaque da 9ª edição da Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), realizada entre os dias 16 e 20 de setembro, em Pomerode, Santa Catarina. Com o projeto Inclupen, uma caneta vibratória adaptada para melhorar a escrita de pessoas com Parkinson, a equipe alagoana conquistou o 1º lugar na categoria de Iniciação Científica, durante a cerimônia de encerramento do evento na última sexta-feira (20).
Sob a orientação do professor Alef Jordi, os estudantes Vinícius Alves de Sá, Guilherme Pietro Costa Alves Santos e Vinícius Roberto Camilo dos Santos, todos do 8º ano do Ensino Fundamental, desenvolveram a Inclupen, uma caneta inovadora que utiliza vibrações controladas para estabilizar os tremores característicos da doença de Parkinson, proporcionando maior precisão e legibilidade na escrita.
Vinícius Alves, um dos alunos envolvidos no projeto, destacou a importância da iniciativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença. “O Parkinson é uma doença que traz muitas dificuldades, na escrita, no andar, em realizar atividades básicas do dia a dia e o nosso projeto veio para ajudar essas pessoas a ter mais dignidade e a possibilidade de se expressar através da escrita.”
Para o professor Alef, que pôde acompanhar o projeto desde o seu surgimento em sala de aula, passando pelas etapas de ideação e prototipagem, é inspirador ver o crescimento científico dos alunos ao longo do processo.
“Sair como campeão da Febic é reafirmar a importância da metodologia Sesi na vida de nossos estudantes. É a validação de que nossa ciência é significativa e ativa na vida de nossos alunos. A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, na qual participam mais de 360 projetos não só do Brasil, mas da América Latina. O 1º lugar nos diz que sim, nossos alunos são capazes de transformar o mundo, porque o mundo é todo deles”, completou.
A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, reconhecida por reunir jovens talentos da ciência e promovendo inovação e experimentação. Este ano, o evento contou com 120 equipes e mais de 350 participantes de diversas regiões do Brasil e da América Latina.
Com sua metodologia STEAM, o Sesi oferece aos alunos a oportunidade de se envolverem em projetos científicos e pesquisas acadêmicas desde a educação básica. O projeto, que competiu na categoria Ciências da Saúde, resultou de uma pesquisa abrangente, que incluiu revisão bibliográfica, desenvolvimento de protótipo e testes com participantes diagnosticados com Parkinson, com o objetivo de melhorar a autonomia e a qualidade de vida dessas pessoas.
A unidade Sesi Senai do Benedito Bentes recebeu, no último sábado (17), a edição 2020 do Dia Nacional da Construção Social. Durante as atividades, o Serviço Social da Indústria (Sesi) levou aos trabalhadores da construção civil e seus familiares ações de odontologia, divulgação das matrículas da educação básica, além dos cursos de capacitação profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com um game e entrega de brindes a quem acertasse as questões do jogo da memória.
O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e presidente do Sindicato da Indústria de Construção (Sinduscon/AL), José da Silva Nogueira Filho, participou da abertura do evento. “É uma hora recebê-los aqui. O Sesi Senai é a casa de vocês, é onde vocês encontram oportunidades de construírem o futuro”, afirmou.
A cerimônia teve ainda a presença do empresário Alfredo Brêda, que é vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Sinduscon/AL, além de 1º secretário da Fiea; e do diretor de Responsabilidade Social da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi/AL), Marcelo Tavares.
O evento
Em 2024, o tema do Dia Nacional da Construção Social foi “Vida, sua melhor obra!”. Promovido pela CBIC e pelo Sesi Nacional, conta com o apoio do Serviço Social da Construção Civil (Seconci). No estado, é realizado pela Ademi-AL, com a parceria do Sesi/AL, Sinduscon/AL, Sebrae/AL, Prefeitura de Maceió, Governo de Alagoas e um grupo de empresas apoiadoras.
A iniciativa já entrou no calendário do setor, ocorrendo, simultaneamente, em mais de 20 cidades pelo país. Durante a manhã, os trabalhadores e seus dependentes tiveram a acesso a serviços de saúde, lazer infantil, esporte e cidadania. O evento também foi marcado pelo show de talentos, pelo campeonato de futsal e pelo casamento coletivo, entre outras atividades.
Pelo Sistema Fiea, acompanharam o Dia da Construção Social a gerente executiva comercial, Mônica Vieira, a assessora de Marketing, Ana Paula Andrade, a diretora da Unidade Sesi Senai Benedito Bentes, Dayse Teixeira, a gerente de Produto e Cliente, Cristiane Gomes, além de parte do time Sesi Senai.
Do primeiro treino, no último dia 8 de julho, até hoje, a equipe de futebol de cegos do Serviço Social da Indústria (Sesi) é só evolução. Por meio do Programa Sesi Pessoas com Deficiência (PSPCD), a entidade segue investindo na modalidade, trazendo inovações. Na segunda-feira, 12, a novidade foi a instalação de guizos nas redes das traves, um estímulo auditivo que comunica aos jogadores quando o tento é marcado.
“Já senti a emoção de fazer um gol!”, comemorou o atleta Luiz Renato Buarque, 39 anos, na quadra da Vila Olímpica Albano Franco, onde os treinamentos ocorrem às segundas e quartas-feiras. O jornalista aponta mudanças positivas em pouco mais de um mês de treinamentos. “A diferença é notável, porque nós estamos trabalhando o fundamento aqui, começando a evolução do chute, do controle de bola, do passe de bola… é notável!”, destacou.
O crescimento pessoal é outro resultado proporcionado pela prática esportiva no Sesi. “É a primeira vez que eu vim jogar, não tinha experiência, mas, estou me identificando. Estou gostando de participar. Eles [colegas de time] me deram muita força. Eu não queria antes, achava que não tinha condições, mas, graças a Deus, estou me dando bem”, afirmou Edson Justino, de 48 anos.
Diante do progresso do time de cegos do Sesi, hoje com dez atletas, o professor do PSPD, Pablo Lucini, sonha com a participação dos alagoanos em campeonato regional no próximo ano. Para ampliar a equipe, ele vai iniciar diálogo com instituições como a Escola Cyro Accyoli e a Associação de Cegos de Alagoas. Em outubro, viaja a São Paulo e fará uma visita à Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais, em busca de mais experiência.
Além disso, em breve, o Sesi Alagoas vai adquirir mais seis bolas adaptadas para evoluir no quesito domínio. Motivação não falta, segundo o professor, e ela é o motivo da evolução da equipe. “O progresso se vê pela vontade deles. A vontade, com a alegria que estão. Estamos em um caminho muito certo”, afirmou Lucini.