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  • FIEA homenageia José Hipólito Correia Costa com Medalha da Ordem do Mérito Industrial

    FIEA homenageia José Hipólito Correia Costa com Medalha da Ordem do Mérito Industrial

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas realiza, na próxima segunda-feira, 25 de maio, a solenidade oficial de entrega da Medalha da Ordem do Mérito Industrial ao empresário alagoano José Hipólito Correia Costa, diretor-presidente da Asa Branca. A homenagem será conduzida pelo presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, durante cerimônia na Casa da Indústria, em Maceió.

    Concedida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Medalha da Ordem do Mérito Industrial é a principal honraria da indústria brasileira e reconhece personalidades que contribuem de forma relevante para o fortalecimento do setor produtivo e para o desenvolvimento econômico do país. Criada em 1958, a comenda é tradicionalmente entregue durante as celebrações do Dia da Indústria, comemorado em 25 de maio.

    A escolha de José Hipólito Costa reforça o reconhecimento à trajetória de um empresário que consolidou a Asa Branca como uma das maiores referências do Nordeste nos segmentos de distribuição e atacado, ao mesmo tempo em que vem ampliando a atuação do grupo no setor industrial, especialmente na área de beneficiamento de pescados. Com forte presença regional, a empresa mantém operações integradas de logística, distribuição e industrialização, fortalecendo cadeias produtivas estratégicas e gerando emprego e renda em Alagoas e em outros estados do Nordeste.

    Fundada em Arapiraca, a Asa Branca tornou-se símbolo do empreendedorismo alagoano. Sob a liderança de Hipólito, o grupo expandiu sua atuação mantendo uma relação histórica com o desenvolvimento da região agreste, investindo em inovação, infraestrutura, geração de oportunidades e fortalecimento econômico local.

    Resiliência e perseverança
    A história pessoal do empresário também é marcada por episódios de superação. Em 2021, José Hipólito ganhou projeção nacional ao ser submetido a um transplante duplo de pulmão após complicações severas provocadas pela Covid-19. O procedimento, considerado pioneiro no Brasil para pacientes pós-Covid, foi realizado com sucesso em São Paulo e transformou-se em referência médica no país.

    O caso repercutiu nacionalmente pela gravidade do quadro clínico e pela recuperação do empresário, que retomou suas atividades à frente do grupo empresarial após o tratamento. Desde então, Hipólito passou a ser também associado a uma trajetória de resiliência e perseverança, características frequentemente apontadas por parceiros e lideranças empresariais ao se referirem à sua atuação.

    A homenagem promovida pela FIEA integra as celebrações do Dia da Indústria, data instituída em homenagem ao industrial e empresário Roberto Simonsen, patrono da indústria nacional e idealizador do Sistema S, responsável pela criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI), em 1946.

    Ao conceder a Medalha da Ordem do Mérito Industrial a José Hipólito Costa, a indústria alagoana reconhece uma trajetória empresarial marcada pela capacidade de inovação, pela visão estratégica e pelo compromisso com o desenvolvimento regional, valores alinhados à contribuição histórica do setor industrial para o crescimento econômico e social de Alagoas.

  • Etapa Maceió da Corrida Nacional do SESI acontece nesta sexta reunindo 2 mil atletas

    Etapa Maceió da Corrida Nacional do SESI acontece nesta sexta reunindo 2 mil atletas


    A 2ª Corrida Nacional do SESI – Etapa Maceió promete movimentar a capital alagoana nesta sexta-feira, 1º de maio, reunindo um público de 2 mil inscritos para celebrar o Dia do Trabalhador com esporte, saúde e integração. A Arena SESI estará aberta a partir das 14h, enquanto a largada oficial será dada às 16h, na Nova Clínica SESI, localizada na rua Oldemburgo Paranhos, antiga rua Goiás, no Farol.

    O evento chega à segunda edição consolidado como uma das principais iniciativas esportivas do calendário local, com atletas amadores e experientes distribuídos em três modalidades: corrida de 10 km, corrida de 5 km e caminhada de 3 km. A programação prevê largada para Pessoas com Deficiência (PCD) às 16h, seguida pela largada geral, às 16h05, contemplando todas as demais categorias.

    Os participantes disputarão premiações que incluem troféus para os melhores colocados nas categorias geral, indústria e PCD. Como novidade desta edição, os três primeiros colocados por faixa etária nas provas de 5 km e 10 km receberão uma medalha especial da subcategoria público geral. Além disso, todos os que cruzarem a linha de chegada serão contemplados com medalhas de participação. A caminhada de 3 km, pensada para públicos de todos os perfis, terá retorno na altura do CEPA.

    Saúde e solidariedade
    Mais do que uma competição, a Corrida Nacional do SESI também carrega um forte viés solidário. Os participantes foram incentivados a doar alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições de ação social, ampliando o impacto positivo da iniciativa para além do esporte.

    O percurso se concentra na parte alta de Maceió, tendo como eixo principal a avenida Fernandes Lima. Com largada e chegada na Nova Clínica SESI, o trajeto de 5 km inclui passagem por vias como a avenida Virgínio de Campos e a rua Professor Guedes de Miranda, além de trechos pela Casa da Indústria, CEPA e pela própria Fernandes Lima, em percurso adaptado para garantir segurança aos atletas. Já os corredores dos 10 km encaram o mesmo trajeto em duas voltas consecutivas, enquanto a caminhada segue em rota reduzida.

    Promovida pelo Conselho Nacional do SESI, a corrida conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal, Sococo, Origem Energia, Telesil, LèMix Concreto, Sindágua-AL, Fika Frio, Popular Alimentos, Algás, Madeiras do Brasil e Ibratin. O evento tem ainda apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Alagoas, e da Prefeitura de Maceió.

    O clima festivo da corrida será reforçado por atrações musicais ao longo do evento; a proposta é transformar a Arena SESI e os arredores da Nova Clínica SESI em um ponto de encontro para atletas, familiares e o público em geral. Com crescimento expressivo em relação à estreia, quando reuniu cerca de 1.500 participantes, a expectativa é de que a Corrida Nacional do SESI se consolide definitivamente como uma celebração anual de saúde, bem-estar e valorização do trabalhador.

    SERVIÇO
    O quê: 2ª Corrida Nacional do SESI – Etapa Maceió
    Quando: nesta sexta-feira, 1º de maio (Dia do Trabalhador)
    Horário: largada às 16h (a Arena SESI estará aberta a partir das 14h)
    Onde: Nova Clínica SESI (rua Oldemburgo Paranhos, 341, antiga Rua Goiás, Farol

  • Tecnologia de identificação por radiofrequência promete salto de produtividade para a indústria alagoana

    Tecnologia de identificação por radiofrequência promete salto de produtividade para a indústria alagoana


    A busca por mais eficiência, controle e rastreabilidade nos processos industriais será o foco do evento RFID – Transformação Digital Aplicada à Indústria, que acontece na próxima segunda-feira, 4 de maio, no SENAI Poço, em Maceió. A iniciativa reunirá especialistas, empresas e representantes do setor produtivo para demonstrar, na prática, como a tecnologia de identificação por radiofrequência pode elevar a produtividade e reduzir perdas nas operações industriais.

    A tecnologia Radio Frequency Identification (RFID) tem se consolidado como uma das principais aliadas da chamada Indústria 4.0. Diferentemente de sistemas tradicionais, ela permite identificar milhares de itens simultaneamente, sem contato direto, além de armazenar e transmitir dados em tempo real. Na prática, isso significa maior precisão no controle de estoques, rastreamento de ativos e automação de processos, o que é obtido com a redução de erros humanos e o aumento da eficiência operacional.

    Aplicações reais
    A proposta do RFID – Transformação Digital Aplicada à Indústria é aproximar empresários e gestores das soluções já disponíveis no mercado, com foco em aplicações reais e retorno sobre investimento. “Estamos falando de uma tecnologia que impacta diretamente a competitividade da indústria. O RFID permite ganho de produtividade, redução de custos e maior confiabilidade nas operações. O evento vai mostrar, na prática, como isso pode ser aplicado nas empresas alagoanas”, destaca Irene Simões, diretora Comercial e de Marketing do SESI SENAI Alagoas.

    A programação começa às 8h, com recepção dos participantes e abertura institucional conduzida pelo SENAI e pela Universidade Federal de Alagoas. Na sequência, a palestra principal, ministrada pela empresa Beontag, abordará o uso do RFID em escala global e sua capacidade de gerar valor real para os negócios.

    Ao longo do dia, os participantes poderão acompanhar demonstrações práticas da tecnologia, visitar estandes com soluções aplicadas e participar de mesas de conexão com especialistas, discutindo desafios e oportunidades dentro das suas realidades produtivas. À tarde, a programação inclui palestras técnicas sobre o desenvolvimento de smart labels, desde o chip até sua aplicação final, além de cases de mercado.

    O evento integra a Capacitação em Tecnologias RFID, conjunto de ações voltadas à disseminação de tecnologias inovadoras no setor industrial, uma iniciativa do Centro de Pesquisa em Engenharia e Sistemas (EASY/UFAL) em parceria com a Softex e apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. O programa visa formar profissionais de alto desempenho capazes de planejar, projetar e implementar soluções inteligentes baseadas em RFID, integrando hardware, software, comunicação e gestão.

    SERVIÇO
    RFID – Transformação Digital Aplicada à Indústria
    Onde: SENAI Poço (avenida Comendador Leão, 1383, Poço)
    Quando: segunda-feira, 4 de maio, das 8h às 18h30
    Inscrições: https://conteudo.fiea.com.br/eventorfid/

    PROGRAMAÇÃO
    8h Recepção dos convidados
    8h20 às 8h40 Abertura institucional (SENAI/UFAL)
    8h40 às 10h Palestra principal – Beontag – RFID na prática: da tecnologia à escala global: como gerar valor real nos negócios
    10h às 10h45 Coffee break e demonstrações – Visitação guiada com parceiros e demonstrações práticas da tecnologia
    10h45 às 12h30 Mesas de Conexão – Interação direta com especialistas para discussão de desafios e oportunidades
    14h às 15h Cerimônia com autoridades locais
    15h15 às 16h15 Palestra 1 – Silicium – Como nascem os smart labels
    16h15 às 17h15 Palestra 2 – Chipus – Do chip ao smart label
    16h15 às 17h15 Palestra 3 – RFIDo – Compartilhando experiências de mercado em projetos de RFID – Criação de um sistema RFID na prática

  • Entrega de kits da Corrida Nacional do SESI vai até amanhã (30) com serviços e experiências ao público

    Entrega de kits da Corrida Nacional do SESI vai até amanhã (30) com serviços e experiências ao público

    Começou nesta quarta-feira (29), a entrega dos kits da 2ª Corrida Nacional do SESI, etapa Maceió, e já no primeiro dia o movimento foi intenso na Nova Clínica SESI, no bairro do Farol. Além de ser palco da retirada do material pelos participantes, o espaço, transformado em um ponto de experiências, conta com demonstrações de serviços do portfólio do SESI Alagoas para o público em geral. A distribuição continua nesta quinta-feira, dia 30, das 8h às 20h, e não haverá entrega no dia da prova.

    Ao longo do dia, os participantes compareceram ao local para garantir o kit, composto por camiseta oficial, número de peito com chip de cronometragem (item obrigatório para participação) e sacochila personalizada. A organização reforça que, para retirar o material, é necessário apresentar documento oficial com foto, comprovante de inscrição e doar 2 kg de alimentos não perecíveis.

    Serviços para todos

    Mais do que uma operação logística, o primeiro dia de entrega dos kits funcionou como uma extensão do propósito do SESI Alagoas de promover saúde e qualidade de vida. Quem passou pela Nova Clínica SESI pôde conferir alguns dos serviços oferecidos pela instituição, com destaque para o programa Bons Olhos e para o Cartão Clínica SESI.

    Enquanto o Bons Olhos busca facilitar o acesso à saúde visual com consultas oftalmológicas e óculos a preços acessíveis, o Cartão Clínica SESI é uma alternativa prática para quem precisa de atendimento em diversas especialidades médicas, com valores mais acessíveis e uma rede de serviços que inclui consultas, exames e acompanhamento em saúde.

    A iniciativa de integrar esses serviços ao momento da retirada dos kits reforça o posicionamento do SESI de ir além da corrida em si, oferecendo uma experiência completa desde o pré-evento. “A ideia é que o participante já entre no clima da corrida entendendo que saúde vai muito além do exercício físico, que saúde envolve cuidado contínuo”, destacou a diretora de Saúde e Segurança para a Indústria, Claudia Piatti, durante a distribuição.

    Consolidação e expectativa

    A entrega dos kits segue até esta quinta-feira (30), com a expectativa de grande fluxo de participantes ao longo do dia. Com 2 mil inscritos, a corrida deste ano consolida seu crescimento e promete repetir o sucesso da edição anterior.

    A prova acontece nesta sexta-feira, 1º de maio, com largada às 16h, também na Nova Clínica SESI. Com percursos de 10 km, 5 km e caminhada de 3 km, o evento aposta novamente em um trajeto inovador, tendo a avenida Fernandes Lima como eixo principal e valorizando o bairro do Farol e a parte alta da capital.

    A expectativa é de mais uma grande celebração do esporte, da saúde e da integração, consolidando a Corrida Nacional do SESI como um dos principais eventos do calendário esportivo de Maceió.

    Promovida pelo Conselho Nacional do SESI, a 2ª Corrida Nacional do SESI – Etapa Maceió tem patrocínio da Caixa Econômica Federal, Sococo, Origem Energia, Telesil, LèMix Concreto, Sindágua-AL, Fika Frio, Popular Alimentos, Algás, Madeiras do Brasil e Ibratin, e apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Alagoas, e da Prefeitura de Maceió.

    RETIRADA DE KITS
    Data: 29 e 30 de abril
    Horário: das 8h às 20h
    Local: Nova Clínica SESI (rua Oldemburgo Paranhos, 341, antiga rua Goiás, Farol)
    O que apresentar: documento com foto, comprovante de inscrição e 2 kg de alimento não perecível (terceiros podem retirar o kit mediante apresentação do documento, digital ou cópia, do atleta)

    Confira o álbum de fotos no FLICKER

  • SENAI Alagoas abre novas vagas em cursos gratuitos estratégicos para o trabalho na indústria

    SENAI Alagoas abre novas vagas em cursos gratuitos estratégicos para o trabalho na indústria

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Alagoas inscreve, até o dia 30 de abril, para uma nova rodada de cursos gratuitos de aperfeiçoamento profissional no formato EAD voltados a áreas estratégicas da indústria. A iniciativa representa uma nova chance para quem deseja ingressar ou se reposicionar em um setor que, historicamente, oferece melhores salários, benefícios e perspectivas de crescimento em comparação com outros segmentos produtivos.

    As formações atendem diretamente às demandas atuais da indústria, que passa por um processo acelerado de modernização e transformação digital. Por isso, os cursos contemplam áreas com alta necessidade de profissionais qualificados, como Automação, Desenvolvimento de Sistemas, Automotiva, Refrigeração e Climatização, Construção Civil e Meio Ambiente.

    Vagas industriais
    O movimento reflete uma mudança estrutural no perfil das vagas industriais. Hoje, mais do que força operacional, o setor exige domínio de tecnologias, capacidade de adaptação e conhecimento em ferramentas digitais. Nesse cenário, capacitações alinhadas às práticas mais recentes tornam-se decisivas para quem busca espaço no mercado.

    Na área de tecnologia, por exemplo, os cursos de Desenvolvimento de Sistemas abordam temas como Inteligência Artificial e programação em Python, competências cada vez mais presentes nos processos produtivos. Já na Automação, os conteúdos incluem programação de controladores industriais, automação predial e fundamentos da Internet das Coisas (IoT), que integra máquinas e sistemas em ambientes inteligentes.

    Outros segmentos também acompanham essa evolução. A Construção Civil avança com o uso do BIM (Modelagem da Informação da Construção), enquanto a área ambiental ganha protagonismo com práticas voltadas à gestão de resíduos e sustentabilidade industrial. Já os segmentos de automotiva e de climatização seguem em expansão, ampliando a demanda por profissionais qualificados.

    Além de gratuitos e online, os cursos foram estruturados para garantir flexibilidade ao aluno, permitindo que trabalhadores e candidatos a uma vaga na indústria possam se capacitar mesmo diante de limitações de tempo ou recursos financeiros.

    Inscrições e seleção
    O processo seletivo é realizado de forma totalmente digital. Para participar, os interessados devem possuir acesso à internet e ter um e-mail ativo, que será utilizado para todas as comunicações oficiais. No ato da inscrição, o candidato escolhe o curso desejado e pode concorrer a mais de uma formação, desde que realize inscrições separadas.

    A seleção dos participantes ocorre conforme os critérios estabelecidos no edital (disponível no endereço eletrônico https://al.senai.br/edital-gratuidade/). Os candidatos aprovados serão informados exclusivamente por e-mail, com orientações para acesso ao ambiente virtual de aprendizagem e confirmação da matrícula.

    Para a gerente de Educação Profissional do SENAI Alagoas, Clarisse Barreiros, a iniciativa contribui diretamente para fortalecer a indústria local. “Os cursos são pensados para atender às necessidades reais do setor produtivo, com conteúdo atualizado e alinhado às tecnologias mais recentes. Isso aumenta a empregabilidade dos participantes e ajuda a reduzir o déficit de mão de obra qualificada”, destaca.

    As inscrições devem ser realizadas por meio do link https://conteudo.fiea.com.br/gratuidade/.

    CONFIRA OS CURSOS OFERTADOS, POR ÁREA

    Desenvolvimento de Sistemas
    Fundamentos de IA na Indústria (40h)
    : descubra como a inteligência artificial está transformando a indústria e desenvolva conhecimentos essenciais para aplicar tecnologias de IA.
    Fundamentos de Python para IA (30h): entender o Python é dar o primeiro passo para entrar no universo da Inteligência Artificial, Ciência de Dados e Automação.

    Automação
    Automação Industrial com PLR Finder Opta (30h)
    : aprenda a programar controladores industriais com o Finder Opta e desenvolva soluções de automação utilizadas na indústria moderna.
    Automação Predial com Sistema Finder Yesly (30h): aprenda a instalar e configurar sistemas de automação predial com a tecnologia Finder Yesly e prepare-se para atuar no mercado de casas e edifícios inteligentes.
    Fundamentos de IoT Industrial (20h): conheça os fundamentos da Internet das Coisas e descubra como máquinas, sensores e sistemas conectados estão transformando a indústria moderna.

    Automotiva
    Introdução à Eletromecânica de Veículos Leves – Motores de Combustão Interna (40h)
    : aprenda os fundamentos da mecânica e da eletromecânica de motores automotivos e dê o primeiro passo para trabalhar no setor automotivo.

    Refrigeração e Climatização
    Refrigeração e Climatização Residencial (20h)
    : aprenda como funcionam os sistemas de refrigeração e ar-condicionado e dê o primeiro passo para atuar em um dos setores que mais crescem.

    Construção Civil
    Introdução a Construção de Modelos Digitais – BIM (40h)
    : aprenda os fundamentos do BIM e descubra como a modelagem digital está transformando os projetos e a gestão da construção civil.

    Meio Ambiente
    Gestão de Resíduos Sólidos (40h): aprenda a aplicar práticas eficientes de gestão de resíduos sólidos e contribua para processos industriais mais sustentáveis e responsáveis.

  • Como o IEL ajuda empresas a cumprir a Lei do Jovem Aprendiz sem riscos trabalhistas

    Como o IEL ajuda empresas a cumprir a Lei do Jovem Aprendiz sem riscos trabalhistas

    Por que a Lei do Jovem Aprendiz é importante para sua empresa

    A Lei do Jovem Aprendiz (Lei nº 10.097/2000) determina que empresas de médio e grande porte devem contratar jovens de 14 a 24 anos como aprendizes, garantindo formação técnico-profissional e inclusão produtiva.

    Para empresas do comércio e serviços em Alagoas, cumprir a lei não é apenas uma obrigação: é uma oportunidade de formar talentos, reduzir riscos legais e fortalecer o desenvolvimento social local.

    Quais empresas são obrigadas a contratar aprendizes?

    Empresas com 7 ou mais empregados em funções que exigem formação profissional devem manter entre 5% e 15% desses cargos ocupados por jovens aprendizes.

    Exemplo prático:
    Para uma empresa com 40 colaboradores em funções qualificadas:

    • 5% = 2 aprendizes (mínimo obrigatório)
    • 15% = 6 aprendizes (máximo permitido)

    Micro e pequenas empresas são dispensadas, mas podem participar voluntariamente.

    Obrigações legais da empresa na contratação de aprendizes

    Para cumprir a Lei da Aprendizagem com segurança, a empresa precisa garantir:

    • Contrato especial de aprendizagem (até 2 anos)
    • Registro na carteira de trabalho
    • Jornada de até 6h diárias (ou 8h, se concluído o ensino fundamental)
    • Direitos trabalhistas: salário, férias, 13º, FGTS a 2%, INSS e VT
    • Frequência e matrícula em curso de formação teórica
    • Ambiente adequado para prática profissional

    O descumprimento de qualquer requisito pode gerar multas, ações trabalhistas e restrição em licitações.

    Dúvidas frequentes sobre contratação de aprendizes

    1. E se o jovem for menor de 18 anos?
    Pode ser contratado, desde que não exerça atividades proibidas por lei (perigosas, insalubres ou noturnas).

    2. E se ele faltar ao curso?
    A instituição formadora monitora a frequência. Faltas recorrentes exigem intervenção e podem levar ao desligamento.

    3. Posso efetivar o jovem após o contrato?
    Sim. Muitos aprendizes são efetivados, já familiarizados com processos e cultura da empresa.

    Por que contar com o IEL Alagoas?

    O IEL Alagoas é referência na gestão de programas de aprendizagem, oferecendo uma solução completa para empresas que buscam cumprir a lei com segurança jurídica, previsibilidade e baixo esforço operacional.

    Vantagens do Programa Jovem Aprendiz IEL

    ✓ Seleção qualificada e alinhada à função

    O IEL realiza recrutamento e pré-seleção garantindo aderência entre jovem, função e rotina da empresa.

    ✓ Formação alinhada à CBO

    Os cursos são estruturados de acordo com a CBO, garantindo que o aprendiz desenvolva competências diretamente relacionadas às atividades práticas.

    ✓ Menor impacto operacional

    Modelo dual otimizado:

    • 4 dias na empresa (prática)
    • 1 dia no IEL (teoria)
      Além disso, os períodos teóricos sequenciais são planejados para causar o mínimo de afastamento.

    ✓ Acompanhamento pedagógico próximo

    Intervenções comportamentais, suporte ao RH e orientações contínuas reduzem problemas comuns na adaptação do jovem.

    ✓ Redução real de riscos trabalhistas

    O IEL orienta e organiza toda a jornada do aprendiz, evitando inconsistências, desenquadramentos e passivos futuros.

    Como o IEL ajuda sua empresa a evitar riscos trabalhistas

    Com experiência e estrutura especializada, o IEL atua nas etapas mais críticas do processo:

    • Cálculo da cota e dimensionamento correto
    • Elaboração e organização documental
    • Supervisão da formação teórica e prática
    • Controle de frequência e relatórios de conformidade
    • Orientação jurídica e acompanhamento constante
    • Revisões pedagógicas para garantir aderência às atividades

    Essa gestão integrada assegura que o programa opere dentro dos limites legais, oferecendo tranquilidade e previsibilidade ao RH.

    Benefícios para empresas alagoanas

    Ao contratar aprendizes por meio do IEL Alagoas sua empresa obtém:

    • Cumprimento da lei sem burocracia
    • Redução de riscos fiscais, jurídicos e trabalhistas
    • Economia de tempo para o RH
    • Jovens mais preparados e com melhor postura
    • Contribuição direta para o desenvolvimento social
    • Fortalecimento da imagem institucional
    • Possibilidade de efetivar talentos já desenvolvidos

    Conclusão

    Cumprir a Lei do Jovem Aprendiz não precisa ser complexo. Com o IEL Alagoas, sua empresa conta com uma solução segura, estruturada e alinhada à realidade do comércio e serviços, permitindo contratar e desenvolver jovens com total tranquilidade jurídica.

    Se sua empresa busca segurança, eficiência e apoio completo, o IEL é o parceiro ideal para transformar uma obrigação legal em vantagem competitiva.

    Faça parte da transformação social com segurança jurídica

    Contrate com segurança. Transforme com responsabilidade. IEL Alagoas é sua ponte para o futuro.

    Links sugeridos

  • Observatório da Indústria atualiza estudo sobre a Economia do Mar em Alagoas

    Observatório da Indústria atualiza estudo sobre a Economia do Mar em Alagoas


    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), por meio do Observatório da Indústria, divulgou a nova versão do estudo Economia do Mar em Alagoas, publicação que analisa o impacto socioeconômico das atividades relacionadas ao mar no estado. A atualização, lançada em outubro de 2025, revisa os dados da primeira edição publicada em março, reforçando o compromisso da entidade em oferecer informações sempre atuais para subsidiar políticas públicas e decisões estratégicas voltadas ao desenvolvimento da chamada Economia Azul.

    De acordo com a autora do estudo, pesquisadora Beatriz Almeida, o conteúdo foi mantido, havendo atualização apenas dos dados obtidos em bases oficiais, como Receita Federal, RAIS e ANP. “A ideia é que o levantamento seja atualizado semestralmente, permitindo acompanhar a evolução dos segmentos econômicos ligados ao mar em Alagoas”, explicou. Os dados sobre empregos – extraídos de bases como RAIS e CAGED – serão revisados sempre que houver atualização nacional.

    A segunda edição do estudo mantém a metodologia que organiza as atividades da Economia do Mar em seis linhas principais: Recursos Vivos do Mar, Energia do Mar, Manufaturas do Mar, Transportes do Mar, Serviços do Mar e Defesa do Mar. O levantamento mostra que o setor de Serviços do Mar segue como o principal gerador de empresas e empregos, com destaque para as áreas de turismo, alimentação e hospedagem, especialmente nos municípios de Maceió e Maragogi. Já as Manufaturas do Mar mantêm crescimento constante, impulsionadas pelo comércio e beneficiamento de pescado, enquanto a carcinicultura continua em expansão, consolidando Arapiraca, no Agreste do Estado, como referência na produção de camarão.

    O gerente executivo do Observatório da Indústria, Rafael Sampaio de Melo Fragoso, destaca que o acompanhamento contínuo dos dados é essencial para compreender a dinâmica desse setor. “A Economia do Mar tem papel estratégico na geração de emprego e renda, além de representar um vetor importante de inovação e sustentabilidade para o desenvolvimento regional”, afirmou.

    O estudo Economia do Mar em Alagoas – Versão 2.0 está disponível para consulta e download na área de Publicações do site da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas: https://fiea.com.br/conteudo/publicacoes-em-geral/ .

  • Em entrevista às Páginas Amarelas da VEJA, presidente da CNI diz que prioridade é reduzir o Custo-Brasil

    Em entrevista às Páginas Amarelas da VEJA, presidente da CNI diz que prioridade é reduzir o Custo-Brasil

    Foto: Iano Andrade / CNI

    De acordo com entrevista exclusiva para a Veja, publicada no dia 10 de outubro de 2025, edição nº 2965, escrita por Márcio Juliboni, Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), destacou que a indústria brasileira perdeu espaço no cenário econômico mundial e precisa de medidas concretas para recuperar sua competitividade. Segundo ele, o setor representava 36% do PIB na década de 1980 e hoje corresponde a apenas 25%.

    Alban ressaltou que os juros altos têm impacto direto nos investimentos industriais, encarecendo o crédito e dificultando a modernização das fábricas. O presidente apontou ainda a necessidade de ampliar a participação dos industriais nos debates sobre política econômica, infraestrutura e educação, para criar um ambiente mais favorável à produção, exportação e geração de empregos. Alban defende que a indústria volte a ter protagonismo, tanto no mercado interno quanto em negociações internacionais e na formulação de políticas públicas.

    Principais pontos respondidos na entrevista:

    • O senhor critica a Selic em 15% ao ano. Por que ela permanece nesse nível?
    • O descontrole fiscal não justifica a alta dos juros?
    • As projeções de inflação não convergirem para a meta não seria uma postura prudente?
    • O que falta para enriquecer o debate econômico atual?
    • Por que a CNI lançou a campanha sobre o custo-Brasil?
    • O que ainda não está claro à população sobre o custo-Brasil?
    • Por que é tão difícil resolver esse problema estrutural?
    • Por onde começar para reduzir o custo-Brasil?
    • Como o pacto social que o senhor propõe ajudaria na política industrial?
    • O pacto depende do Congresso. O que fazer diante de interesses divergentes?
    • Há condições de o Congresso priorizar políticas de Estado em vez de pautas próprias?
    • Qual é a vocação da indústria brasileira e como apoiá-la com políticas públicas?
    • O que o presidente Lula deveria oferecer a Donald Trump para reverter o tarifaço?

    Leia a íntegra da entrevista na VEJA, reportagem de Márcio Juliboni, e confira os desafios e soluções propostas pelo presidente da CNI.

  • CNI: 1 em cada 5 indústrias usaria o transporte aquaviário se houvesse condições adequadas

    CNI: 1 em cada 5 indústrias usaria o transporte aquaviário se houvesse condições adequadas

    Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 29% das empresas industriais usam o transporte por cabotagem para o escoamento de cargas e que, entre as indústrias que não utilizam, 20% estariam dispostas a usar se houvesse condições adequadas de transporte.

    A consulta aponta que, entre os entrevistados que têm conhecimento do Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, conhecido como BR do Mar, nove em cada 10 vislumbram algum benefício com a medida, instituída no novo marco regulatório para o setor e em vigor desde julho.

    ❓O que é cabotagem: a cabotagem é o transporte entre portos do mesmo país, utilizando as costas e hidrovias sem cruzar fronteiras internacionais. Esta modalidade logística é uma alternativa ao transporte terrestre, com vantagens como a movimentação de grandes volumes, redução de custos, maior segurança contra roubos e menor impacto ambiental.

    A maior parte dos empresários que esperam ter benefício com o BR do Mar sinaliza que a redução de custos seria o principal benefício esperado a partir da efetiva implementação do programa – opção indicada por 85% das empresas que atuam na cabotagem e 70% das empresas que não usam o modal.

    “Apesar de termos uma costa litorânea extensa, ainda usamos pouco a navegação por cabotagem e os dados da pesquisa evidenciam esse potencial. Para a indústria, que transporta grandes cargas e volumes, a modalidade é um grande diferencial para a competitividade do setor. Por isso, o BR do Mar é tão relevante”, avalia o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz.

    Cabotagem corresponde a apenas 11% do transporte nacional

    O Brasil tem enorme potencial para o uso da cabotagem, mas atualmente essa modalidade representa apenas 11% da matriz de transporte nacional, sendo majoritariamente concentrada na movimentação de petróleo e derivados (75% do total movimentado).

    Entre os motivos para as empresas não usarem a cabotagem, o principal apontado foi a incompatibilidade geográfica (45%). Foram mencionadas ainda a indisponibilidade de rotas (39%), o maior tempo de trânsito (15%) e a distância da origem do transporte até o porto (15%).

    Gaúchos são os que têm maior interesse em ampliar uso do modal

    Embora 65% das empresas consultadas não utilizem o transporte por cabotagem, uma em cada cinco estaria disposta em adotar o modal se houvesse condições adequadas de transporte. Firmas com maior interesse pelo modal estão situadas nos estados do Rio Grande do Sul (17%), Bahia (13%), Rio Grande do Norte (13%), Santa Catarina (13%), Pernambuco (8%), Rio de Janeiro (8%), São Paulo (8%), Sergipe (8%), Maranhão (4%), Pará (4%) e Paraná (4%).

    A redução de custos (79%) foi o principal fator para uso da cabotagem pelas empresas que responderam utilizar esse meio, seguido pela segurança no transporte (21%). A analista de infraestrutura da CNI, Paula Bogossian, explica que o fomento a navegação entre portos brasileiros para o transporte de cargas poderia resultar em uma queda expressiva nos custos logísticos do país.

    Os números apontam também que empresas de maior porte têm mais tendência ao uso da cabotagem, inclusive em termos de intensidade. Das empresas de pequeno porte, apenas 7% utilizam o modal, de modo que, todas elas relatam pouco uso.

    Em médias empresas, o serviço é demandado por 22% dos respondentes – a maior parcela aponta utilização moderada (12%). Por fim, 44% das empresas de grande porte destacam uso da cabotagem em suas operações – 8% afirmam utilizar muito o meio de transporte em questão.

    “Os custos de transporte no Brasil são elevados, uma vez que utilizamos equivocadamente o modal rodoviário em longas distâncias. Como mostra a pesquisa, a situação poderia ser diferente se aumentássemos o uso da cabotagem”, aponta Paula. “Estimamos um potencial de redução dos custos logístico em cerca de 13%, se houvesse um melhor equilíbrio na matriz de transportes do país”, acrescenta a analista.

    A pesquisa revela ainda que as empresas que utilizam a cabotagem apresentam maior média de distância no transporte de suas cargas, entre o local de produção e o destino de suas mercadorias (1.213 km). Já aqueles que não usam o modal transportam suas produções em média por 862 km.

    Consulta Empresarial – Cabotagem.pdf(2,6 MB)

    Entenda o que é o programa BR do Mar

    Sancionado em 2022, o BR do Mar reúne um conjunto de medidas voltadas para o aumento da cabotagem no Brasil. O programa foi regulamentado em julho pelo governo federal, com possibilidade de investimentos e aumento de ofertas de navios para o transporte de produtos por via aquática no país.

    Com a publicação do Decreto nº 12.555/25, foram apresentadas as regras a serem cumpridas pela Empresa Brasileira de Navegação (EBN), de modo que esta possa realizar o afretamento de embarcações estrangeiras, de acordo com as condições previstas no BR do Mar.

    A redução de custos seria o principal benefício esperado a partir da efetiva implementação do “BR do Mar” – opção indicada por 85% das empresas que atuam na cabotagem e 70% das empresas que não usam o modal. Em relação aos desafios, sobressai a necessidade de superação dos baixos investimentos em infraestrutura portuária – opção indicada por 69% das empresas que atuam na cabotagem e 70% das empresas que não usam o modal.

    Participaram da Consulta Empresarial um total de 195 empresas de 29 setores da indústria distribuídas por todas as macrorregiões do país.

    Próximos passos

    Ainda que o decreto tenha apresentado os principais requisitos para habilitação das empresas ao BR do Mar, outros dispositivos importantes relacionados à plena execução do novo Marco Legal da Cabotagem ainda deverão ser regulamentados neste ano.

    Merecem atenção especial a portaria que tratará das cláusulas essenciais de um contrato de longo prazo para afretamento de navios, assim como a portaria que vai dispor sobre a definição do conceito de embarcação sustentável para fins de atendimento dos requisitos do programa.

    Sobre as chamadas “embarcações sustentáveis”, o diretor Roberto Muniz ressalta que a CNI busca ativamente a integração da indústria com a agenda ambiental e social, de forma a promover práticas sustentáveis e contribuir para a construção de uma economia de baixo carbono.

    “A Lei tem o objetivo de incentivar a cabotagem. Entendemos a importância de termos embarcações sustentáveis, mas os parâmetros a serem definidos em portaria para políticas de sustentabilidade não podem comprometer a necessária ampliação do uso do modal e o desenvolvimento da indústria naval brasileira, tampouco ser mais restritivos que em outros países”, pondera. “A cabotagem já é seis vezes menos poluente que o transporte rodoviário, se considerados a distância e o volume transportado”, acrescenta Muniz.

    Como a habilitação das empresas no BR do Mar está diretamente vinculada à delimitação desses conceitos, a CNI avalia que é essencial a participação do setor produtivo na Consulta Pública. Essa presença no debate é importante para garantir que o texto proposto nas portarias esteja alinhado não apenas às necessidades do setor transportador, como da indústria naval brasileira e dos usuários do transporte por cabotagem.

  • CNI reúne comunicadores de todo o país para conectar ideias, negócios e pessoas

    CNI reúne comunicadores de todo o país para conectar ideias, negócios e pessoas

    Mais do que discutir tendências, o 1º Encontro de Comunicadores da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi um espaço para ouvir histórias, conhecer casos reais e aprender com a experiência uns dos outros. Reunidos em Brasília nos dias 19 e 20 de agosto, mais de 130 profissionais de comunicação do Sistema Indústria compartilharam vivências, trocaram ideias e descobriram caminhos comuns para enfrentar desafios e ampliar o alcance da comunicação em todo o país.

    O diretor de Comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Nilson Vargas, trouxe como exemplo a Rota FIERG, um programa de aproximação entre as indústrias e as realidades locais. Trabalho feito com visitas, escutas ativas e diálogo com pequenas e médias indústrias.

    Além de aproximar a entidade das indústrias locais, a imersão possibilita o debate e a identificação das prioridades da região, muito por conta da comunicação mais efetiva. Segundo Nilson, o encontro foi uma ponte para elevar a relação entre os comunicadores das federações.

    “O contato próximo, a troca de vivências, a percepção de que muitos desafios são comuns e a solução pode estar num projeto conduzido em outro estado abrem novas portas para parcerias e iniciativas em conjunto. A pauta diversificada dos debates, que incluiu temas como Inteligência Artificial, Diversidade e gestão de conteúdos, enriqueceu muito os dois dias de discussão”, disse Nilson.

    Representante do Espírito Santo, Beatriz Seixas, gerente de Comunicação e Relações Públicas da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (FINDES), inspirou com histórias sobre “indústria em rede” e a participação das mulheres no setor. “ Foi muito importante reforçar o papel estratégico da comunicação não só para o desenvolvimento da indústria, como para a conexão deste setor tão relevante junto à sociedade. Ter a oportunidade de compartilhar experiências e ouvir outras federações foi enriquecedor. Uma boa comunicação requer escuta ativa e atualização constante”, comentou Beatriz.

    Branding e reputação

    A abertura do encontro trouxe um debate de alto nível: branding e reputação foram o tema do bate-papo comandado por dois especialistas no assunto, Alexandre Loures, sócio-controlador e líder da Área Privada na FSB Holding – maior ecossistema de gestão de reputação da América Latina; e Ricardo Sapiro, sócio-fundador da agência Touch Branding, a frente de grandes marcas como Nestlé, Gerdau, Petrobras, Unilever.

    O clima foi de dobradinha: enquanto Sapiro trouxe conceitos e apresentou um case da Gerdau, com várias percepções; Loures mostrou como transformar posicionamento e reputação em estratégia prática, conectada com o negócio e com o público.

    A programação do encontro foi pensada para trazer diferentes experiências. Os de aprendizado, com os painéis, sempre com abertura para responder às perguntas ou tirar dúvidas do público participante; o dos cases, com exemplos e histórias reais, e também de oficinas, com temas pertinentes para a comunicação.

    O painel Mídias Sociais e Influenciadores Digitais reuniu o publicitário Leandro Albuquerque, representando o TikTok, e o gerente de contas André Fagundes, representando o LinkedIn, sob moderação da gerente de Criação de Publicidade e Mídias Sociais da CNI, Joana Pericas.

    Os especialistas debateram como as redes sociais têm transformado estratégias de comunicação e engajamento, explorando diferenças-chave em públicos e formatos de conteúdo e algoritmos. Além disso, os especialistas destacaram como criadores de conteúdo e marcas podem potencializar a presença digital de forma estratégica e autêntica, com dicas de ferramentas das próprias plataformas.

    Como a Inteligência Artificial pode ajudar profissionais da comunicação?

    Na oficina “Inteligência Artificial e novos formatos para a Comunicação”, o pesquisador em ciência da informação pela UniRio Bruno Rodrigues trouxe esse questionamento para o debate: como a I.A pode ajudar? Rodrigues mostrou que é possível aperfeiçoar a produção de conteúdo para as mais diversas plataformas com a parceria dessa ferramenta e deu dicas importantes sobre como fazer isso.

    Segundo Rodrigues, a IA não é uma moda passageira. “Ela veio para ficar e quem não se atualizar e aprender a utilizar a ferramenta de forma profissional e assertiva já está ficando para trás”, comentou.

    Crise?

    Um dos maiores especialistas em comunicação em gestão de crise em organizações públicas e privadas, o comunicador João José Forni foi um dos painelistas do tema “Crise em tempo real”, que também contou com a doutora em comunicação e diretora da Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos/PUCRS, Rosangela Florczak.

    Em um período tomado pelo tarifaço, a palavra crise tem sido cada vez mais comum no cotidiano de organizações públicas e privadas. Mas, como enfrentar cenários que podem colocar em risco a imagem e reputação das instituições e qual o papel da comunicação na gestão de crise?

    Para Forni, sete elementos são fundamentais para o gerenciamento estratégico que começa com a escolha de um líder, um plano de crise, o envolvimento do time de comunicação, a identificação dos stakeholders, a construção de mensagens-chave, a preparação dos porta-vozes e o tempo estratégico para respostas.

    Rosangela Florczak reforçou a necessidade dos planos de prevenção e de mitigação, já que as crises deixaram de ser extraordinárias e tornaram-se cenários permanentes, inclusive nas redes sociais. Florczak diz que é preciso estamos preparados para enfrentar momentos difíceis com efetividade e segurança.

    O painel foi moderado pelo superintendente de Jornalismo do Sistema Indústria, Rafael Mônaco.

    Encontro dos comunicadore

    + Diversidade

    Um dos painéis foi sobre Diversidade na Comunicação. Participaram Marcelo Ramos, gerente de Desenvolvimento Estratégico e Sustentável (ESG) do SENAI CETIQT; Anna Brandão, especialista de RH e responsável pelo programa de Diversidade do Sistema Indústria; e Ana Rosa Fagundes, gerente de Comunicação Institucional, trouxe um case de inclusão e comunicação do Sistema FIEMT.

    A moderação ficou com a analista da Diretoria de Comunicação da CNI Thays Amorim. “O debate de diversidade, equidade e inclusão é fundamental porque amplia vozes, fortalece as organizações e aproxima as pessoas. Foi um momento de escuta, compartilhamento e aprendizado para uma comunicação mais inclusiva e plural”, afirmou Thays.

    Para fechar a programação com chave de ouro, os comunicadores visitaram o SESI Lab. O museu que conecta arte, ciência, tecnologia e educação. O diretor de Comunicação do Sistema Indústria, André Curvello, acredita que a comunicação é ferramenta indispensável na transformação do mundo. “Dois dias debatendo comunicação e temas ligados ao sistema indústria. Nosso encontro de comunicadores termina com uma certeza: ano que vem tem mais. Mais próximos e mais fortes. Agradeço ao presidente Ricardo Alban, colegas de diretoria e toda a equipe que viabilizou a realização deste evento”, afirmou Curvelo.

    Um dos parceiros do evento, o Conselho Nacional do SESI (Cnsesi), foi representado pela gerente-executiva de Comunicação Institucional do Cnsesi, Vanessa Ramos. A gerente citou o filósofo Paul Ricœur para falar sobre construção de memórias. “O que a gente está fazendo aqui é construir memórias. Paul Ricœur fala que memória é um conjunto de narrativas, e o ato de contar histórias promove lembranças, constrói histórias e também identidade. E isso importa muito. Encontro como esse não acontece há cerca de 10 anos. Pode contar com o Conselho para que outros aconteçam”, garantiu Vanessa.