Categoria: Notícias FIEA

  • Fiea homenageia sócios da Popular Alimentos pelos 50 anos de atuação da indústria em Alagoas

    Fiea homenageia sócios da Popular Alimentos pelos 50 anos de atuação da indústria em Alagoas

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) homenageou, na manhã desta segunda-feira (9/12), os sócios da Popular Alimentos pelos 50 anos de atividade no Estado. As placas de reconhecimento foram entregues na Casa da Indústria, durante a última reunião da Diretoria da entidade em 2024. “É um empreendimento admirável, que faz parte de um setor da economia relevante e estratégico para o desenvolvimento socioeconômico de Alagoas”, afirmou o presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade, durante a cerimônia.

    Fundada em 1974 por Sebastião Alves da Silva, inicialmente produzindo cocada e quebra-queixo para venda em Arapiraca e cidades vizinhas, a fábrica hoje conta com um mix de mais de 150 produtos, como salgadinhos de milho e de trigo, pipocas, goiabadas e bananadas, doces de leite e de frutas, atomatados, paçocas e cocadas, entre outros.

    Destaque na região Nordeste, a empresa, que gera 700 empregos, possui uma ampla e moderna fábrica situada no município de Limoeiro de Anadia, no Agreste de Alagoas. Para receber a homenagem, Lyra recebeu o fundador, Sebastião Alves, e um de seus filhos, Expedito de Carvalho Alves. O outro filho, José Maria de Carvalho Alves, também homenageado, não participou da reunião por causa de compromissos profissionais.

    Lyra, que em abril do ano passado esteve na empresa, disse que se tornou um admirador do empreendimento e, além de deixar Sesi, Senai e IEL à disposição dos empresários, fez um convite para que eles participem dos encontros mensais na Fiea. “Aqui é a casa do empresário, onde o setor produtivo se reúne para discutir o desenvolvimento de Alagoas e vocês serão sempre bem-vindos”, ressaltou.

    O presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação (Sindipan), Alfredo Dacal, disponibilizou a instituição para, juntamente com a Unidade Sindical da Fiea, atuar na defesa de interesses da indústria. A secretária do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Alice Beltrão, também parabenizou os empresários. “Fico muito feliz de ver o legado ser conduzido com maestria pelos seus filhos”, disse ela a Sebastião Alves.

    Setor estratégico

    Dados do Observatório da Indústria mostram como o setor de fabricação de alimentos é um dos pilares da economia de Alagoas. Ele é responsável por 11,41% dos empregos do estado e concentra 46,05% dos postos de trabalho no setor industrial.

    Em 2022, o segmento gerou uma receita bruta de R$ 7,5 bilhões, representando 36,45% do valor total da produção industrial do estado. Além disso, destaca-se como líder nas exportações alagoanas com a produção de açúcares e melaços, correspondendo a 76% do total exportado.

  • Fiea participa de solenidade histórica no TRT/AL para construção de escola com metodologia Sesi

    Fiea participa de solenidade histórica no TRT/AL para construção de escola com metodologia Sesi

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), representada pelo presidente José Carlos Lyra de Andrade, esteve presente na última terça-feira (3/12) à solenidade realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho de Alagoas (TRT/AL) e pelo Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) para oficializar a destinação de recursos para a construção de uma escola municipal de grande porte com metodologia Sesi, no Conjunto Cidade Universitária, em Maceió.

    A iniciativa, fruto de um acordo judicial envolvendo o MPT/AL e a Braskem, contará com investimento de R$ 25 milhões, parte do montante de R$ 40 milhões de um acordo firmado como forma de reparação pelos danos.

    O termo de cooperação foi homologado durante audiência na 7ª Vara do Trabalho da Capital e corresponde à execução da 3ª cláusula do acordo judicial que previa a construção de quatro escolas e uma creche em Maceió – substituída pela construção de uma escola de grande porte. A obra beneficiará mais de mil estudantes, com ensino fundamentado nos padrões de excelência do Sesi, e será executada pela Fiea.

    A escola, que será construída no modelo Light Steel Frame, terá dois pavimentos, 12 salas de aula e infraestrutura moderna para atender estudantes em dois turnos e, possivelmente, um programa noturno de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A Fiea será responsável pela contratação da empresa construtora, enquanto o Município de Maceió investirá cerca de R$ 6 milhões na aquisição de equipamentos e mobiliário.

    Durante o evento, José Carlos Lyra ressaltou a importância da parceria entre as instituições e destacou a atuação dos juízes do Trabalho Cláudio Santos e Luciana Espírito Santo, que estiveram à frente do processo, e da procuradora do MPT, Rosemeire Lamarca, que foi propositora da ação. “Eles foram fundamentais, e a sociedade alagoana tem que agradecer muito a essas pessoas e hoje comemorar um fato histórico. Estamos falando de um equipamento de educação que será essencial para a população mais carente, oferecendo uma formação com o sistema Sesi, que não forma somente alunos, mas cidadãos”, afirmou.

    Presentes à solenidade o desembargador do TRT/AL, Marcelo Vieira, o promotor de Justiça Jorge Dória, o coordenador institucional da Prefeitura de Maceió, Felipe Lins, o secretário municipal de Educação, Victor Braga, o procurador do Município de Maceió, Bruno Lelis, o gerente de relações institucionais da Braskem, a ex-deputada e ex-secretária municipal de Educação, Jó Pereira, e o desembargador aposentado Severino Rodrigues, representando a Amatra19. O Sesi Alagoas foi representando pela gerente de Educação, Clarisse Barreiros.

  • Campanha de Natal da Fiea mobiliza indústrias para arrecadação de alimentos

    Campanha de Natal da Fiea mobiliza indústrias para arrecadação de alimentos

    Com o objetivo de unir forças para transformar o Natal de famílias em situação de vulnerabilidade, o Sistema Fiea lançou, na última segunda-feira (2/12), a campanha “Elos da Indústria”.  A iniciativa mobiliza colaboradores da indústria, parceiros e a comunidade para arrecadar alimentos não perecíveis, que serão destinados a ONGs parceiras responsáveis pela distribuição às famílias necessitadas.

    A arrecadação segue até o dia 17 de dezembro, com diversos pontos de coleta espalhados pelas unidades do Sistema Fiea (Sesi, Senai e IEL) e indústrias participantes em Maceió e Arapiraca.

    Pontos de arrecadação

    Em Maceió, as doações podem ser feitas na Casa da Indústria, localizada na Avenida Fernandes Lima, no Farol; na Clínica Sesi Cambona e na Escola Sesi Centro, na Avenida Francisco de Menezes e Rua General Hermes, respectivamente; na Escola Sesi/Senai Benedito Bentes, na Avenida Antônio Lisboa de Amorim; na Clínica Sesi Tabuleiro, na Travessa Governador Luiz Cavalcante; e no Senai Poço, na Rua Pedro Américo. Já em Arapiraca, as contribuições podem ser entregues na unidade do Senai e na Clínica Sesi, situadas na Rua Engenheiro Camilo Collier, no bairro Primavera.

    Além das unidades do Sistema Fiea, a campanha conta com o apoio de entidades e empresas do setor industrial, que também se tornaram pontos de arrecadação. São elas: Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Carajás, FP Construtora, Hidrosolo, Isobloco, Lèmix, Tecplast, Telesil e Texas Turbinas.

    O presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade, destacou o caráter solidário da iniciativa. “Essa campanha é mais do que uma ação social; ela representa o compromisso da indústria alagoana com um futuro melhor. Agradeço a cada pessoa que irá contribuir para fortalecer essa corrente do bem”, afirmou.

  • Ética em Foco: Fiea promove discussão sobre combate ao assédio no trabalho

    Ética em Foco: Fiea promove discussão sobre combate ao assédio no trabalho

    O Sistema Fiea promoveu, nesta quarta-feira (4), mais uma edição da capacitação “Ética em Foco”. Realizada semestralmente, a ação é voltada para as lideranças das entidades da Indústria – Fiea, Sesi, Senai e IEL. Nela, são abordados temas centrais para uma boa governança corporativa e para um ambiente de trabalho mais ético, saudável e produtivo. O assunto da terceira edição foi “Assédio moral no ambiente de trabalho: Precisamos conversar sobre isso!”.

    Com o formato de palestras seguidas de bate-papo, o evento na Casa da Indústria teve como convidados a gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Algás, Renata Cappi, a major da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) e psicóloga Amanda Salomão, o Head de Riscos Corporativos da Usiona Coruripe, Thiago Wanderley e a especialista em neurociências aplicadas ao comportamento das pessoas e das organizações, Shyrlene Almeida.

    A gerente executiva de Governança Corporativa do Sistema Fiea, Tânia Laurentino, afirmou que o combate a todos os tipos de assédio deve envolver cada integrante das empresas e organizações, porém, o papel dos líderes é fundamental. “Não apenas para que ele não seja um assediador, mas, para evitar o assédio dentro da equipe”, disse.

    No Sistema Fiea, onde o ambiente de trabalho saudável é prioridade, a Gerência Executiva de Governança Corporativa possui iniciativas importantes como a Ética em Foco, treinamentos, o Código de Ética e o canal de denúncias, que será aperfeiçoado em 2025. “Ele ainda é interno, mas, para o ano que vem, a gente já está contratando um canal de denúncias externo, que vai dar maior credibilidade. A ideia é que as pessoas se sintam mais confortáveis caso seja necessário fazer algum registro”, disse Tânia, que lembrou o apoio da alta gestão a todas as iniciativas neste sentido.

    Renata Cappi, gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Algás, explicou que é preciso falar sobre assédio e, além de conscientizar, adotar medidas efetivas para combatê-lo. “Falar sobre assédio é importante para tudo. Não só para o desenvolvimento das pessoas, mas, também, para o desenvolvimento da organização. E falar sobre o tema ajuda a gente a criar um contexto mais saudável, mais seguro. Quando as pessoas se sentem amparadas, protegidas, elas se sentem mais capazes e geram resultados mais eficazes, então, todo mundo ganha”, declarou.

    A major PM e psicóloga Amanda Salomão lembrou que a qualidade de vida no trabalho é muito importante. “O trabalho é um fator de saúde, mas, ele pode ser um fator de adoecimento. Falar sobre a saúde no ambiente de trabalho é falar sobre a proteção desse trabalhador, é falar sobre como as nossas relações profissionais são importantes e precisam ser cuidadas. Não só para que a gente produza mais, mas, para que a gente possa ser feliz no nosso ambiente de trabalho”, destacou.

  • Fiea, Senai, Nosso Mangue e Maceió Investe apresentam benefícios do “carbono azul” em São Paulo

    Fiea, Senai, Nosso Mangue e Maceió Investe apresentam benefícios do “carbono azul” em São Paulo

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Maceió Investe e o negócio social Nosso Mangue promoveram em São Paulo, no último dia 28, o evento “Carbono azul: Os manguezais como solução para as mudanças climáticas”.

    Durante o encontro realizado com apoio da Carbonext e do Senai Cimatec, as entidades mostraram as ações que desenvolvem localmente para que os benefícios econômicos do chamado “carbono azul” gerem riqueza de forma sustentável.

    O Sistema Fiea foi representado pelo assessor executivo Júlio Zorzal, que mostrou o compromisso da instituição com o desenvolvimento sustentável. “O objetivo desse encontro é apresentar para empresas e investidores as iniciativas do Sistema Fiea e do Senai para o desenvolvimento de projetos e negócios sustentáveis. Neste caso, o apoio que realizamos com o negócio social Nosso Mangue para geração de negócios de impacto socioambiental no estado de Alagoas, gerando benefícios para a sociedade local”, explicou.

    Também foram apresentadas as oportunidades econômicas que podem ser exploradas com a geração de créditos de carbono. É um grande mercado, cujas estimativas dão conta de que os manguezais brasileiros podem captar 1,9 bilhão de toneladas de CO2/ano, com um potencial de gerar mais de R$ 75 milhões no mercado voluntário e com expectativa de gerar R$ 1,6 bilhão no mercado regulamentado anualmente.

    Atualmente, o Brasil é o segundo país com maior extensão de manguezais no planeta, atrás apenas da Indonésia. Em breve, será realizado um estudo na cidade de Maceió para validar, com protocolos científicos precisos, o potencial de captação de carbono do ecossistema local e ajudar a trazer resultados ambientais positivos para a preservação da biodiversidade. A pesquisa também vai ajudar a compreender o potencial dos manguezais na geração de benefícios sociais para a população.

  • Palestra na Fiea apresenta potencialidades da exploração sustentável da economia do mar

    Palestra na Fiea apresenta potencialidades da exploração sustentável da economia do mar

    Nos últimos anos, o Brasil tem despertado para o potencial da exploração econômica sustentável da chamada “Amazônia Azul”, que, segundo a Marinha do Brasil, “compreende a superfície do mar, águas sobrejacentes ao leito marinho, solo e subsolo marinhos contidos na extensão atlântica que se projeta a partir do litoral até o limite exterior da Plataforma Continental brasileira”.

    Alagoas deu o primeiro passo para iniciar a discussão sobre como explorar suas potencialidades de forma sustentável nesta sexta-feira (29/11), com a realização da palestra “A importância da Economia do Mar para o Desenvolvimento Econômico”, ministrada pelo subsecretário adjunto de Economia do Mar do Rio de Janeiro, Marcelo Felipe Alexandre.

    A iniciativa é da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), com apoio da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg-AL) e da Capitania dos Portos. “O evento foi importante e teve uma representatividade muito forte”, enfatizou o vice-presidente da Fiea, José da Silva Nogueira Filho, ao destacar a presença de representantes da academia e dos setores público e privado na Casa da Indústria, o que demonstrou o grande interesse despertado pelo tema.

    A segunda ação já tem data para ocorrer. Nogueira anunciou o 1º Fórum de Economia do Mar, marcado para 13 de fevereiro de 2025, que vai reunir parceiros para discutir como avançar no crescimento sustentável da economia do mar em Alagoas. “Esta é mais uma vertente que a Federação trabalha com o objetivo de trazer investimentos e promover o desenvolvimento do nosso estado”, afirmou.

    Oficial superior da Reserva da Marinha do Brasil, Marcelo Felipe trouxe as experiências do Rio de Janeiro para os participantes do encontro na Fiea. “O governo criou a Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar (Sinemar), a primeira do Brasil nessa área, que tem desenvolvido algumas iniciativas pioneiras, envolvendo a sociedade. Uma delas é a Comissão Estadual de Desenvolvimento da Economia do Mar, a Cedemar, que junta academia, empreendedores, governo estado e iniciativas que sugerem a formulação de políticas públicas nessa área, sempre no foco na geração de emprego, renda e alimentos através da pesca e da economia do mar”, explicou.

    Potenciais

    O comandante Rodrigo Garcia, capitão dos Portos de Alagoas, disse que o desenvolvimento da economia do mar é um caminho irreversível, e que o país tem um grande potencial, uma vez que a Amazônia Azul possui 5,7 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 60% do território nacional, sendo rica em biodiversidade, recursos vivos, não vivos, petróleo e gás natural.

    Segundo ele, o estado tem muito a ganhar com a soma de esforços visando aproveitar as oportunidades com foco na sustentabilidade. “Eu acho que Alagoas tem um potencial enorme para a economia do mar, especialmente, no turismo náutico e na pesca. Esse evento de hoje nada mais é do que um pontapé inicial, em que conseguimos congregar poder municipal, estadual, academia e forças empresariais de Alagoas. Quem sabe, em um futuro próximo, a gente consiga implementar uma Secretaria da Economia do Mar aqui no estado e ter grupos de trabalho para ter um bom proveito, de forma sustentável, da economia do mar?”, concluiu.

    Com o mar de um lado, rios do outro e banhado por lagoas, o estado tem um potencial “imenso” que, se bem aproveitado, pode alavancar a economia local, disse o presidente da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), coronel PM Gerônimo do Nascimento. “A gente pode explorar a indústria de pesca, as fazendas de pescados e também a produção de algas, que hoje já é uma novidade, e Santa Catarina já faz isso muito bem. A gente pode trazer essas novas ideias e explorá-las para desenvolver o nosso estado”, afirmou.

    Turismo e pesca

    A economia do mar, para Alagoas, é uma vocação natural, disse a secretária de Estado do Turismo, Bárbara Braga. “O estado é banhado de rios, mares e lagoas, inclusive, a gente precisa, cada vez mais, incentivar esse segmento do Norte ao Sertão do nosso estado, como grande vetor de desenvolvimento econômico e de geração de emprego e renda”, disse ela.

    Como exemplo de como a economia do mar gera riqueza, a secretária destacou a chegada de cruzeiros na capital, que na temporada 2024/2025 baterá recordes, com mais de 140 mil leitos, a bordo de 13 navios, que farão 33 paradas no Porto de Maceió. “Isso é um dado histórico, mas, a economia do mar não conta somente com os cruzeiros marítimos. Vai desde o ambulante, o restaurante, o bar, que fica localizado nas encostas das nossas águas, sem contar com a grande possibilidade que a gente tem de fazer a interiorização do turismo”, explicou.

    Além do emprego e da renda, a economia do mar põe comida na mesa. A presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado de Alagoas (Fepeal), Maria José Santos, ressalta que este movimento vai fomentar mais do que o setor da pesca em Alagoas. “Todos os setores ganham e vai dar uma alavancada muito grande dentro da nossa economia”, concluiu.

  • Diretores da Fiea e industriais alagoanos participam do Encontro Nacional da Indústria

    Diretores da Fiea e industriais alagoanos participam do Encontro Nacional da Indústria

    Liderados pelo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), José da Silva Nogueira Filho, dirigentes da Indústria alagoana e do Sistema Fiea participaram, nesta quarta-feira (27), em Brasília-DF, do principal evento de mobilização do setor do país – o Encontro Nacional da Indústria (Enai).

    Na sua 14ª edição, o encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) teve como tema “Neoindustrialização e redução do Custo Brasil: uma nova indústria para um futuro sustentável”. As discussões abordaram o futuro da indústria, alinhando avanços tecnológicos, inovação e sustentabilidade às demandas do século 21. 

    A abertura do Enai, pela manhã, teve as presenças do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do vice, Geraldo Alckmin, do presidente da CNI, Ricardo Alban, entre outras autoridades. “O Encontro Nacional da Indústria é uma oportunidade para discutirmos políticas e soluções que impulsionem a produtividade, preparando o setor industrial brasileiro para enfrentar as transformações do mercado e as exigências de sustentabilidade e inclusão, fundamentais para o desenvolvimento do país”, destacou o presidente da CNI.

    Durante o dia, o Enai contou na programação com painéis, mesas-redondas, celebração de acordos de cooperação, apresentação de estudos, além de uma feira de oportunidades, em que as instituições de fomento que operam programas e recursos da Nova Indústria Brasil (NIB) – BNDES, Finep, Senai, CNI, Embrapii e Sebrae – tiveram estandes para atendimento ao público empresarial tirando dúvidas sobre oportunidades de apoio e financiamento.

    De Alagoas, participam os representantes dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), das Indústrias de Energia (Sindenergia), das Indústrias de Extração Mineral (Sindmineral), das Indústrias de Plásticos e Tintas (Sinplast), das Indústrias de Mármore e Granito (Simagral), das Indústrias de Cerâmica (Sindicer), das Indústrias de Vestuário (Sindvest) e da Indústria do Açúcar e do Álcool (Sindaçucar). O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AL), Hélvio Braga Vilas Boas, também integrou a comitiva.

  • José Carlos Lyra cumpre agenda de trabalho em Brasília

    José Carlos Lyra cumpre agenda de trabalho em Brasília

    O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), empresário José Carlos Lyra de Andrade, cumpriu agenda em Brasília-DF, nessa terça-feira (27), que incluiu participação na reunião da Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O fórum reúne empresários e lideranças de todo o país, que discutem temas estratégicos para o desenvolvimento da Indústria brasileira.

    Ainda na terça-feira (26), presidentes de Federações das Indústrias dos nove estados nordestinos elegeram a nova Diretoria da Associação Nordeste Forte, na qual Lyra se tornou um dos seus vice-presidentes. Por aclamação, o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiepb), Cassiano Pascoal Pereira Neto, assume a presidência da Nordeste Forte em 1º de março de 2025, com mandato até 28 de fevereiro de 2027.

    A Associação foi criada em 2016, e representa todas as Federações de Indústrias da região Nordeste, atuando na promoção de ações de desenvolvimento socioeconômico, contribuindo para a competitividade do setor industrial nordestino. José Carlos Lyra estava acompanhado do vice-presidente da Fiea, José da Silva Nogueira Filho.

    Durante a eleição, na sede da CNI, o presidente Cassiano Pereira destacou o protagonismo do Nordeste dentro do setor industrial brasileiro. “Sempre foi um sonho – enquanto industrial há mais de 40 anos, ver o Nordeste disputando com outras regiões do nosso país, o protagonismo no setor industrial. A indústria do futuro é sustentável, é para todos e com certeza, à frente do Nordeste Forte vamos promover ainda mais o desenvolvimento e o crescimento da maior e mais promissora região do Brasil! Vamos ajudar a fazer do Nordeste a região mais forte!”, ressaltou.

    Ele foi cumprimentado pelo presidente da Confederação Nacional das Indústrias, Ricardo Alban. “A pauta do Nordeste possui muitas demandas, mas, todos reconhecem o esforço do presidente Cassiano Pereira à frente da Federação das Indústrias da Paraíba. Desejamos sucesso também, à frente do Nordeste Forte”, disse.

    Composição da nova diretoria da Associação Nordeste Forte

    Presidente – Cassiano Pascoal Pereira Neto (FIEPB)

    Vice-presidente Secretário – Bruno Salvador Veloso da Silveira (FIEPE)

    Vice-presidente Tesoureiro – Antonio José de Moraes Souza Filho (FIEPI)

    Vice-presidente – José Ricardo Motenegro Cavalcante (FIEC)

    Vice-presidente – José Carlos Lyra de Andrade (FIEA)

    Vice-presidente – Carlos Henrique de Oliveira Passos (FIEB)

    Vice-presidente – Edilson Baldez das Neves (FIEMA)

    Vice-presidente – Roberto Pinto Serquiz (FIERN)

    Vice-presidente – Eduardo Prado de Oliveira (FIES)

  • Fiea reforça preocupação com impacto da reforma tributária na construção civil

    Fiea reforça preocupação com impacto da reforma tributária na construção civil

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) intensifica seu acompanhamento do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, atualmente em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A entidade tem como principal preocupação o impacto negativo que o novo sistema tributário pode gerar para o setor da construção civil, aumentando os custos habitacionais e prejudicando o mercado imobiliário. Para evitar tais efeitos, a Fiea defende ajustes no texto, mesmo que isso implique no retorno da proposta à Câmara dos Deputados.

    Na semana passada, o presidente da Federação, José Carlos Lyra de Andrade, e o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Alagoas (Sinduscon-AL), Alfredo Brêda, estiveram em Brasília para discutir o tema com a bancada alagoana no Senado. Durante audiência com o senador Renan Calheiros (MDB), foi definido que o próximo passo será uma reunião com o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto, para reforçar os pleitos do setor e buscar alterações no texto.

    Segundo Alfredo Brêda, a proposta atual, que estabelece um redutor de 40% sobre a alíquota padrão do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), resultará em um aumento da carga tributária e do custo da moradia. “Defendemos um redutor de 60%, que foi calculado com base em estudos técnicos independentes e transparentes. Essa medida preservaria a carga tributária para o Minha Casa, Minha Vida e evitaria o aumento nos preços dos imóveis, garantindo a neutralidade tributária anunciada como objetivo da reforma”, afirma Brêda. Ele destacou ainda que o aumento da carga tributária desestimularia novos investimentos e comprometeria a sustentabilidade econômica do setor.

    Além do aumento do redutor, o setor da construção civil reivindica a adoção de um regime de transição que mantenha a carga tributária atual para empreendimentos iniciados antes da vigência do novo sistema. Outras demandas incluem a aplicação de regime tributário simplificado para lotes, regras claras para evitar a tributação de pessoas físicas em aluguéis e vendas de imóveis, e o reconhecimento de serviços de engenharia e gerenciamento de obras como atividades inerentes ao setor.

    Para a Fiea, o diálogo contínuo com o Senado será fundamental para ajustar o texto e assegurar que a reforma não comprometa o desenvolvimento do setor e a geração de empregos. “Estamos unidos na busca por uma solução que equilibre a carga tributária e preserve a competitividade do setor da construção civil, essencial para o desenvolvimento econômico de Alagoas e do Brasil”, conclui José Carlos Lyra.

  • Sistema Fiea e BNB firmam convênio para facilitar acesso de empresas ao crédito

    Sistema Fiea e BNB firmam convênio para facilitar acesso de empresas ao crédito

    A Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) firmaram uma parceria com o objetivo de melhorar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade nas empresas, por meio do fomento e acesso facilitado a programas de crédito. O presidente da Fiea, José Carlos Lyra de Andrade, e o superintendente do banco em Alagoas, Sidnei Reis dos Santos, assinaram o termo de cooperação técnica nessa quinta-feira, 21, na Casa da Indústria Napoleão Barbosa.

    Durante o ato, Lyra reforçou que o acesso ao crédito é um dos principais desafios para as empresas viabilizarem projetos e buscarem a inovação. “O banco vai capacitar os nossos colaboradores, que darão suporte técnico para os empresários terem acesso ao crédito, visando a tornar suas empresas mais modernas, eficientes e competitivas”, destacou o presidente da Fiea.

    O superintendente estadual do BNB, Sidnei Reis, disse que a parceria beneficiará os setores da Indústria, Agroindústria, Comércio e Serviços. Juntamente com a Fiea, a instituição financeira quer reduzir as dificuldades que, historicamente, os empresários enfrentam para chegar ao ponto de conseguir o crédito propriamente dito. Para isso, os colaboradores do Sistema Fiea vão auxiliá-los no preenchimento de formulários e entrega da documentação, além de manter os participantes informados sobre os programas de crédito do BNB.

    “Nós temos políticas de crédito muito importantes e que podem ser molas propulsoras destes aspectos [competitividade, inovação e sustentabilidade]. O banco, como já tem esse know how de atuar, principalmente, junto às empresas de menor porte, se uniu à Fiea para acelerar esse acesso ao crédito e facilitar a chegada desses recursos nas mãos de quem gera emprego, renda e promove o desenvolvimento econômico e social”, disse Sidnei Reis.