Categoria: Notícias SESI

  • Muito além do robô: robótica educacional potencializa aprendizado em diversas disciplinas

    Muito além do robô: robótica educacional potencializa aprendizado em diversas disciplinas

    Dos eletrodomésticos inteligentes e assistentes virtuais aos brinquedos tecnológicos e processos industriais, a robótica já faz parte do nosso dia a dia. Em Alagoas, a Rede Sesi de Educação Básica se destaca como pioneira ao incorporar essa tecnologia ao currículo escolar. Os resultados são promissores: alunos com desempenho acadêmico aprimorado, maior socialização por meio do ensino de novas tecnologias e programação, além de conquistas em competições nacionais e internacionais.

    A construção de robôs tem o poder de transformar o processo de aprendizagem, tornando as aulas mais atrativas. No Sesi, a abordagem STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts, Mathematics) integra as áreas de conhecimento – Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática – com o objetivo de potencializar as experiências dos alunos.

    Bruno Felipe, do 9º ano da Escola Sesi Centro, em Maceió, conta que melhorou muito em matemática a partir das aulas de robótica. “Nós aprendemos muito a questão da lógica, né? Então, isso interfere bastante na matéria de matemática, que trabalha a questão de cálculos e mais a logística de programação. Ela reflete não só em matemática, mas em outras disciplinas também. Com a robótica, me tornei cada vez mais focado no que eu deveria fazer na sala de aula”, afirmou.

    Tandara Cordeiro está na 1ª série do ensino médio e tinha as mesmas dificuldades que o Bruno. Assim como ele, a robótica ajudou a superá-las durante o processo de montagem do robô. “A gente utiliza matemática para calcular o diâmetro da roda, a circunferência e muitos outros cálculos. Então, me fez ter mais interesse e gostar mais da matéria”, revela. Segundo ela, a disciplina traz outros benefícios. “A robótica trabalha diversos aspectos, desde a comunicação. Ela ajuda o aluno a emergir mais na sala de aula, a prestar mais atenção. Facilita bastante o aprendizado”, conta.

    Entre as fases da robótica educacional estão a pesquisa, a descoberta e a construção da máquina a partir de conhecimentos adquiridos em sala de aula. “A robótica faz com que o aluno teste, experimente, obtenha conhecimento por meio da pesquisa, da socialização com os colegas, através da negociação sobre um tema proposto. Isso é fundamental porque faz o aluno navegar por vários temas, o ajuda a desenvolver a autonomia e a consolidar a autoestima”, explica a diretora da Escola Sesi Centro, Alessandra Damacena.

    Ela reforça que a educação tecnológica é fundamental em um mundo no qual até tarefas como acender uma lâmpada não são feitas como antes. “Como a gente não vai trazer isso para um estudante do sexto ano, do sétimo, até o terceiro ano do ensino médio? A manipulação da tecnologia tem que fazer parte da realidade deles. E a gente traz, através da robótica, a lógica, a programação e a iniciação científica. Tudo junto, por meio dessa ferramenta pedagógica que é tão importante”, afirmou.

    De aluno a instrutor de robótica do Sesi. Na sua trajetória, Joab Almeida destaca que a robótica proporciona desenvolvimento interdisciplinar. “Os alunos ampliam, na verdade, as habilidades que eles já possuem. [Tem] a parte de comunicação, a parte de expressão, a parte de fundação teórica, de pesquisar e verificar se aquela fonte é confiável”, ressalta.

    A robótica é um diferencial para os estudos e para a vida. “Esse método científico é o que fortalece cada vez mais o desempenho deles nas atividades acadêmicas também. Os alunos saem daqui preparados já para um nível de universidade mesmo, porque eles sabem construir um projeto científico, eles sabem realmente questões de regras da ABNT, toda a linguagem portuguesa, gramática toda. Eles saem do Sesi já em um nível acima da média”, concluiu.

  • Saúde mental do trabalhador é tema de evento promovido pelo Sesi/AL

    Saúde mental do trabalhador é tema de evento promovido pelo Sesi/AL

    Em Maceió a convite do Serviço Social da Indústria (Sesi AL), o advogado e médico do trabalho Marcos Mendanha, autor de livros como “O que ninguém te contou sobre Burnout” (Editora Mizuno), disse que, diante de um problema que atinge pessoas de todas as idades e classes sociais, as organizações têm uma “oportunidade ímpar” de fazerem com que as pessoas se sensibilizem sobre a saúde mental.

    Na noite dessa segunda-feira (4), na Casa da Indústria, ele proferiu a palestra “O impacto da saúde mental no futuro do trabalho e suas repercussões para o mundo corporativo”. O público foi formado por empresários, médicos, psicólogos, gestores e recursos humanos, além da diretora de Saúde e Segurança para Indústria (SSI) do Sesi/AL, Cláudia Piatti, do gerente executivo de SSI, Alexandre Calzado e da gerente executiva comercial, Mônica Vieira.

    Os líderes, destaca Mendanha, devem fazer desses cuidados um verdadeiro valor nas empresas. “Porque esse valor, segundo pesquisas, está também associado à maior produtividade, maior índice de felicidade das pessoas. Ou seja, no final, todo mundo sai ganhando quando a gente leva esse assunto com a seriedade que ele merece”, afirmou.

    Na ocasião, Mendanha explicou como é importante o trabalho desenvolvido pelas empresas, juntamente com parceiros como o Sesi, para cuidar do trabalhador. “A pauta produtividade está cada dia mais associada com a pauta saúde. O que as pesquisas em nível mundial têm mostrado é que, quanto maior o nível de saúde dos colaboradores, maior também a produtividade e, consequentemente, a lucratividade. Ou seja, falando no linguajar mais atual impossível, a gente chegou num match muito interessante, onde saúde e produtividade estão alinhadas”, concluiu.

    ASSTI

    Durante a noite em que se debateu a saúde mental do trabalhador, o Sesi Alagoas apresentou a plataforma ASSTI – Avaliação de Saúde e Segurança do Trabalhador da Indústria. Ela permite avaliar a saúde dos trabalhadores e oferece insights práticos para melhorar o ambiente de trabalho.

    Impactos

    O gerente executivo de SSI do Sesi/AL, Alexandre Calzado, afirmou que os cuidados com a saúde mental do trabalhador têm se tornado cada vez mais estratégicos para as empresas e organizações. “Nos últimos 30 anos, a natureza do trabalho tem mudado de braçal a cognitiva, trazendo novos desafios, que foram acelerados após a pandemia de Covid-19. E isso tem impactos observáveis”, destacou.

    Segundo Alexandre, em 2023, o INSS concedeu 288 mil benefícios por incapacidade devido à disfunção da atividade cerebral e comportamental. “Esse número é 38% superior ao de 2022. A nova ferramenta pode auxiliar as empresas a enfrentarem uma das grandes dificuldades da área de saúde e segurança no trabalho, que é fazer a identificação de riscos psicossociais presentes no ambiente de trabalho”, explicou.

    O processo da ASSTI é totalmente on-line. Nela, o colaborador responde a uma pesquisa rápida no chat bot. Com base nas respostas e em protocolos existentes, ele recebe um arquivo personalizado com dicas de saúde. Já a empresa recebe um relatório apresentado pela equipe do Sesi, com insights sobre o que pode ser feito para reduzir riscos e aumentar a qualidade do ambiente de trabalho.

    Também é disponibilizado acesso a um painel de business intelligence para análise de indicadores e tomada de decisões. A ferramenta aborda aspectos relacionados a demografia, estilo de vida, morbidade, produtividade e segurança.

    As soluções do Sesi, explica o gerente, visam a aumentar a produtividade nas empresas por meio da melhoria na saúde dos trabalhadores. “Uma pessoa que passa por ansiedade, depressão, situações de estresse, acaba não produzindo. Isso acaba aumentando o absenteísmo e, de forma geral, o impacto é sentido em toda a empresa. A ASSTI é uma ferramenta muito boa, de fácil de implantação, rápida, 100% on-line e atendendo a toda a LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados]”, finalizou Calzado.

  • Saúde mental do trabalhador: Sesi promove palestra e lança plataforma inovadora

    Saúde mental do trabalhador: Sesi promove palestra e lança plataforma inovadora

    O Serviço Social da Indústria (Sesi) realiza, nesta segunda-feira (4), a palestra “O impacto da saúde mental no futuro do trabalho e suas repercussões para o mundo corporativo”, com o Dr. Marcos Mendanha. Ele é advogado, médico do trabalho e autor do livro “O que ninguém te contou sobre Burnout”, publicado pela Editora Mizuno.

    Empresários, médicos, psicólogos, gestores e recursos humanos vão ter a oportunidade de ouvir um dos mais respeitados especialistas do Brasil em saúde mental no ambiente de trabalho. A iniciativa faz parte da estratégia de ESG – Meio Ambiente, Social e Governança – adotada e disseminada pelo Sesi em Alagoas.

    Na palestra, os representantes das empresas verão exemplos práticos de como investir em ferramentas e iniciativas que, no longo prazo, promovam um ambiente mais saudável, reduzindo problemas como burnout, aumentando a retenção de talentos e a satisfação dos colaboradores.

    “Com referências bibliográficas sólidas, a palestra apresenta, de forma bastante didática, o que uma organização moderna deve fazer para não ‘burnoutar’ ninguém e promover a saúde mental dos seus trabalhadores, aumentando também assim sua eficiência e lucratividade”, destaca Mendanha.

    Além da palestra, o Sesi vai lançar uma novidade: a plataforma ASSTI. Ela permite avaliar a saúde dos trabalhadores e oferece insights práticos para melhorar o ambiente de trabalho. Com indicadores como produtividade, estilo de vida e segurança, a ferramenta ajuda as empresas a identificarem pontos críticos que impactam o desempenho e, por meio de um plano estruturado, propõe intervenções que garantem resultados tangíveis.

    Com esta solução, as empresas têm uma ferramenta poderosa para alcançar não só o compliance com normas de segurança, mas, também, para transformar a saúde dos trabalhadores em um diferencial competitivo. Afinal, um trabalhador saudável e motivado é o maior ativo de uma empresa.

    Serviço

    – Palestra “O impacto da saúde mental no futuro do trabalho e suas repercussões para o mundo corporativo”, com o Dr. Marcos Mendanha

    – Lançamento da plataforma ASSTI

    Quando: 04/11/2024

    Onde: Casa da Indústria

    Horário: A partir das 18h

  • Sesi e Senai marcam presença na Feira Minha Casa Própria

    Sesi e Senai marcam presença na Feira Minha Casa Própria

    Os estandes do Sesi e do Senai são uma atração à parte na Feira Minha Casa Própria, iniciada na quarta-feira, 30, no Shopping Pátio Maceió, bairro Cidade Universitária. Com uma proposta interativa, por meio do Jogo da Memória, QR Code e distribuição de brindes, as entidades levam soluções em educação básica e profissionalizante para os visitantes do evento que se estende até este domingo, 3.

    O Sesi divulga a campanha de matrículas 2025 para as escolas de Maceió – Centro e Benedito Bentes –, que tem como tema “O melhor de dois mundos”, por unir tradição e inovação no ensino ao oferecer uma experiência educacional completa. Há vagas do 6º ano do Ensino Fundamental II até a 3ª Série do Ensino Médio.

    No Senai, as pessoas podem conhecer os cursos profissionalizantes com matrículas abertas nas áreas de Construção Civil, Eletricidade, Tecnologia da Informação, Moda, Química, Segurança, Logística e Meio Ambiente. São cursos com a qualidade de uma instituição que registra 81% de ex-alunos aproveitados no mercado de trabalho.

    O evento

    A 6ª edição da Feira Minha Casa Própria é promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção do estado de Alagoas (Sinduscon-AL). O evento reúne cerca de 2.300 unidades, entre casas, apartamento e terrenos, com preços a partir de R$ 196 mil. A Feira reúne 15 empreendimentos de cinco construtoras: EngenhArq, Engemat, Sanco, Solidez e Telesil Engenharia.

    O evento tem correalização da Ademi-AL e Sebrae; apoio do Governo do Estado e patrocínio da Caixa, Coopercon-AL, Lémix, Mútua, Creci-AL, Fecomércio, Ibratin, Carajás, Algás, Madeiras do Brasil e Rupi Telecom.

  • Inovação: projetos científicos das escolas Sesi são premiados pela Ufal

    Inovação: projetos científicos das escolas Sesi são premiados pela Ufal

    O protagonismo, a criatividade, o raciocínio científico e a capacidade de inovação dos estudantes das escolas Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro foram premiados na Semana Institucional de Pesquisa, Tecnologia e Inovação na Educação Básica (Sinpete), promovida pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

    Nessa terceira edição, a Sinpete foi aberta no último dia 16, com o tema “Inovação Sustentável: Educação, Tecnologia e Empreendedorismo para a Conservação dos Biomas Brasileiros”. A solenidade de encerramento e a premiação dos projetos expostos durante o evento foi realizada nessa terça-feira, 22, no Campus A.C. Simões, bairro Cidade Universitária, em Maceió.

    A expectativa se transformava em vibração a cada anúncio. Entre as escolas da Rede Sesi de Educação Básica, foram dois primeiros lugares e uma segunda colocação, além de cinco menções honrosas.    

    Projetos premiados

    No Ensino Fundamental, o primeiro lugar foi para o projeto Cobogós Ecológicos e Renda Filé – Sustentabilidade e Cultura na Arquitetura, da Escola Sesi Benedito Bentes. O trabalho se destaca por relacionar dois elementos inéditos distintos, o cobogó e a renda filé alagoana, com o objetivo de valorizar a cultura imaterial e promover a sustentabilidade conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O cobogó integra elementos da cultura local com matérias-primas sustentáveis, como a cana-de-açúcar e o pó de coco seco, amplamente disponíveis na região e nacionalmente. Além disso, busca-se criar um produto sustentável que incorpore o cobogó como um símbolo cultural regional.

    No Ensino Médio, os estudantes do Benedito Bentes fizeram uma dobradinha no pódio. Em primeiro, ficou o projeto Sargassole – Produção de Borracha Sustentável. O objetivo dos alunos é desenvolver uma borracha que seja aplicável e biodegradável, utilizando algas pardas como matéria-prima principal, gerando um ciclo de renda para a comunidade local e empregos.

    Em segundo, o Gess Eco – Utilização Sustentável de Casca de Ovo na Produção de Gesso. O projeto visa à sustentabilidade e à aplicabilidade do gesso em setores cruciais, como a construção civil e a saúde. Para isso, prevê a utilização de matérias-primas como casca de ovo, fibra de coco, vinagre, xantana e amido de milho, buscando criar um material ecologicamente correto, eliminando a dependência de processos convencionais e substâncias químicas prejudiciais.

    Menções honrosas

    Os trabalhos dos alunos Sesi também foram reconhecidos com Menção Honrosa. Do Benedito Bentes, foram agraciados a Inclupen: Caneta Adaptada para Pessoas com Parkinson – uma caneta vibratória adaptada para melhorar a escrita de pessoas com tremores; Kuya – absorventes ecológicos feitos a partir da fibra do maracujá e do bambu, visando a minimizar o cenário de pobreza menstrual na sociedade; e Climplent – um composto de biomassas capaz de substituir parcialmente o clínquer na produção de cimento, utilizando subprodutos agrícolas.

    Da Escola Sesi Centro mereceram Menção Honrosa os projetos Plastmob – que propõe a fabricação de mobílias escolares utilizando plásticos e alumínios recicláveis, contribuindo para a sustentabilidade e redução de resíduos; e Mollis Sonus – um abafador de ruído com conexão sem fio ao microfone de professores.

    #escolasesi

  • Começam os Jogos Estudantis Sesi 2024

    Começam os Jogos Estudantis Sesi 2024

    Um momento de celebração da amizade e da competição saudável. Este é o espírito dos Jogos Estudantis Sesi (JES) 2024, abertos nessa segunda-feira, 21, para os estudantes do ensino médio das escolas Sesi Centro e Sesi Benedito Bentes. Nesta quarta-feira, 23, o campo e as quadras da Vila Olímpica Albano Franco, na Cambona, serão tomados pela alegria e pelos gritos das torcidas do ensino fundamental.

    No total, estão inscritos nos JES 2.172 estudantes das duas escolas Sesi. Eles competem nas modalidades futset, futsal, vôlei, queimado, xadrez, dama, atletismo (100m e 400m), arremesso de peso e salto em distância.

    Serão quatro dias de muitas conquistas e aprendizado. “A escola, quando promove os jogos, promove também a inclusão, a parceria e a convivência social entre os alunos”, destacou a gerente executiva de Educação do Sesi em Alagoas, Clarisse Barreiros.

    Este clima de união e de trabalho em equipe tomou conta das escolas Sesi no dias que antecederam os jogos. Gabriel Dias, 17, do 3º ano da Escola Sesi Centro, vivenciou esta experiência com os colegas de sala. “A gente se preparou fazendo o bandeirão e as bandeirinhas, porque a gente vai ter uma torcida surpresa. Foi muito legal, a turma toda ajudou”, lembrou. O jovem, que está em seu último ano na escola, disse que espera fazer o melhor nos jogos.

    Presente no dia a dia do colégio, a diretora da Escola Sesi Centro, Alessandra Damacena, ressaltou o impacto dos jogos entre os alunos. “A gente percebe que os alunos, que adolescentes e crianças, estão vibrando com a ação da escola e que querem participar, colocando todo o seu coração”, afirmou.

    No Sesi Benedito Bentes não foi diferente, revela o diretor Eduardo Barsi. “Estava todo mundo na expectativa, todo mundo querendo receber as camisas para vê-las logo. A expectativa foi muito alta e todos com vontade de que chegasse o dia de hoje para poder participar [dos jogos]. Isso confraterniza mais, o pessoal se une mais, você sente a energia entre eles quando começam a fazer a equipe. Teve ainda a questão do ‘grito de guerra’, do concurso, então, eles se juntam, isso é muito positivo”, afirmou.

    Para a estudante do 7º ano do Sesi Benedito Bentes Hadassa Santos, 13, os JES só começam na quarta-feira, 23. Mas, a expectativa dela é grande e a ansiedade também. “A vibração eu acho que vai ser muito boa, vai ser legal. Os jogos são bons porque a gente forma um time e fica mais unido”, disse ela.

    #escolasesi

  • Dia do Professor: por meio da ciência, professores do Sesi aproximam estudantes da indústria e do empreendedorismo

    Dia do Professor: por meio da ciência, professores do Sesi aproximam estudantes da indústria e do empreendedorismo

    No Sesi Alagoas, a união entre ensino tradicional e métodos inovadores permite aos estudantes terem acesso ao melhor dos dois mundos. Por meio do projeto de Iniciação científica e com propostas que vão desde o empreendedorismo à soluções que podem impactar a indústria, eles se aventuram no universo da faculdade enquanto ainda estão na escola.

    Só neste ano de 2024, os alunos tiveram grandes conquistas com projetos que surgiram como ideias dentro da sala de aula. Em junho, os estudantes do Sesi Benedito Bentes trouxeram para o Brasil o prêmio Champions Awards, do Asia Pacific Open Championship First Lego. O evento é considerado uma das maiores competições de robótica do mundo.

    Já agora em setembro, os sesianos voltaram a trazer mais orgulho para Alagoas ao desenvolverem a Inclupen, uma caneta que facilita a escrita de pessoas com a doença de Parkinson. O produto ganhou o primeiro lugar na 9ª Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic).

    Esses resultados mostram que, quando estimulados a pensar de forma científica e empreendedora, crianças e adolescentes podem ir além da sala de aula e contribuir para a construção de um futuro melhor. E os professores do Sesi são peça fundamental nesse processo, orientando os alunos na busca por soluções inovadoras e significativas.

    “É um processo contínuo de evolução. Temos estudantes com dois ou três anos de experiência em pesquisa científica, e a transformação é evidente. Os alunos da robótica, por exemplo, demonstram mudanças claras na forma como se expressam e se posicionam, seja nos trabalhos escolares, seja em entrevistas de emprego”, destaca o professor de linguagens Alef Marinho.

    Para Vinícius Alves, aluno do 8º ano e integrante da equipe da Inclupen, a orientação do professor Alef foi essencial para o sucesso do projeto. “O professor faz a gente enxergar o que temos dificuldade de ver, ajuda em coisas que nem sabíamos que podíamos fazer e inspira quando a gente perde a esperança. E ele acredita muito na gente.” O depoimento de Vinícius ilustra o impacto que a relação entre professor e aluno pode ter, fortalecendo a confiança dos jovens e estimulando seu potencial criativo.

    Com seis anos de experiência no Sesi, Alef foi mentor do projeto Inclupen desde o início, acompanhando o desenvolvimento da ideia com seus alunos. “É gratificante ver a evolução deles. Eles aprendem a enxergar o mundo com um olhar crítico e a entender como podem transformar a sociedade por meio da ciência e da inovação.”

    A aluna Zahyra Ataíde, por sua vez, conta que sua turma encontrou nos professores o apoio necessário para transformar uma ideia em realidade ao criar a Conecta, uma agência de comunicação liderada por estudantes do Sesi. “Ano passado, minha turma já tinha bastante envolvimento com a parte visual, que eu sempre gostei. Mas eu queria algo mais ativo, que não ficasse preso só na sala de aula”, relata.

    Ela e um grupo de alunos levaram a proposta de uma agência ao diretor da escola, após uma reunião, decidiram criar algo totalmente novo. “Queríamos algo que não apenas ajudasse no nosso aprendizado, mas que também contribuísse para o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.” Assim surgiu a Conecta, um projeto que une criatividade e colaboração para ampliar as habilidades de comunicação dos alunos e melhorar a interação na escola.

    O professor Cleitton Lourenço, responsável pela disciplina Projetos de Vida, também comemora o desempenho dos alunos. Sua equipe desenvolveu cobogós sustentáveis voltados à construção civil, conquistando o segundo lugar na 20ª Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit), realizada em Recife. Cleitton explica que o projeto foi inspirado na renda-filé, com o uso de materiais como bagaço de cana-de-açúcar e pó de coco seco, fortalecendo a conexão entre inovação e identidade local.

    “No total, foram 14 tentativas até encontrarmos uma composição viável. Durante o processo, os alunos aprenderam sobre paciência, resiliência e trabalho em equipe. Com o apoio dos estudantes de edificações do SENAI e orientação técnica do instrutor Eliseu, conseguimos chegar a um protótipo funcional”, relata Cleitton. “Ser professor no Sesi é mediar o conhecimento e preparar os alunos para serem protagonistas do próprio aprendizado.”

    A professora Karolyne Camile, que leciona matemática, também acredita na importância de conectar o ensino às possibilidades reais que os alunos podem aplicar. “É comum eles perguntarem: ‘Eu vou usar isso para quê?’. Por isso, buscamos uma abordagem que vá além dos livros e que faça sentido para a vida real”, explica.

    No itinerário de matemática do Sesi, os alunos trabalham com programação, desenho técnico e conceitos de engenharia, utilizando ferramentas como o GeoGebra para aplicar vetores e geometria na prática. “O foco não é só cálculo, mas desenvolver habilidades que eles possam usar no futuro. Essa metodologia os ajuda a descobrir o que realmente querem fazer e a se prepararem para enfrentar desafios de forma mais segura e consciente.”

    Além dos projetos voltados para os estudantes regulares, o Sesi se destaca pela inclusão por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino que é oferecido gratuitamente através de Editais de Gratuidade. Felipe Aimaás, professor de Ciências da Natureza na EJA há seis meses, acredita que sua missão vai além do ensino de conceitos teóricos.

    “Trabalhar com esse público é aprender um pouco todo dia com suas experiências, é ter empatia e compreender que cada um tem seu tempo. A vida não é linear; ela tem altos e baixos, mas com esforço conseguimos alcançar tudo o que desejamos, independentemente do tempo.” O relato de Felipe ilustra como o SESI busca criar espaços de aprendizagem que se ajustam às diferentes realidades dos alunos, reconhecendo suas vivências e promovendo uma formação que vai além do conteúdo.

    Neste dia dos professores, os exemplos de Alef, Cleitton, Felipe e Karolyne mostram que o impacto de ser professor vai além do ensino em sala de aula: é um trabalho transformador, que desperta talentos e forma cidadãos.

    “Então, toda essa metodologia nossa faz eles começarem a ter esse outro olhar, e eu acho que isso ajuda muito eles a entenderem o que querem fazer no futuro”, relata a professora Karollyne.

  • Estudantes da Escola Sesi Benedito Bentes são premiados na Fenecit 2024

    Estudantes da Escola Sesi Benedito Bentes são premiados na Fenecit 2024

    A Escola Sesi Benedito Bentes, de Maceió, teve quatro projetos agraciados na Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (Fenecit) 2024, que aconteceu no Recife-PE, até o último sábado (12). Na sua 20ª edição, a maior feira de ciência e tecnologia da região teve 129 trabalhos inscritos, sendo 58 do Nordeste – dos quais 15 de Alagoas – e os demais das outras regiões brasileiras e América Latina.

    A Fenecit é realizada pelo Instituto Princípio do Saber, com o objetivo de despertar nos estudantes o interesse pela produção e saber científico, por meio da construção de projetos de pesquisas no cotidiano escolar.

    Premiações

    Ao final da feira científica, o Sesi Alagoas comemorou o segundo lugar de dois projetos: o Paperben – Papel Reciclado Antifúngico e o Gess Eco – Utilização Sustentável de Casca de Ovo na Produção de Gesso. Em quarto lugar, com Menção Honrosa, ficou o projeto Sargassole – Produção de Borracha Sustentável, também reconhecido com o Prêmio por um Mundo sem Lixo Internacional.

    O desempenho dos estudantes do Sesi Alagoas também rendeu às equipes  credenciais para participar de outros eventos científicos. O projeto Cobogós Ecológicos e Renda Filé – Sustentabilidade e Cultura na Arquitetura credenciou-se para a Fecitec Girasoles (Paraguai); o Sargassole para a Izmir International Innovation Science Energy Engineering Fair (Turquia); o Paperben e o Gess Eco para a Milaet Expo-Sciences International 2025 (Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos).

  • Rede Sesi/AL abre matrículas para 2025

    Rede Sesi/AL abre matrículas para 2025

    Nessa terça-feira (1º), a Rede Sesi/AL deu início ao período de matrículas para o ano letivo de 2025, oferecendo vagas a partir do 6º ano do Ensino Fundamental II a 3ª Série do Ensino Médio, nas unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro, em Maceió.

    Em linha com a proposta de oferecer “O Melhor de Dois Mundos”, as escolas Sesi combinam o ensino tradicional com abordagens inovadoras, proporcionando uma experiência educacional completa.

    O material didático digital está incluído para novos e atuais alunos, eliminando custos adicionais para as famílias. Dependentes de trabalhadores da indústria também podem concorrer a 25 bolsas integrais para o 1º ano do Ensino Médio no turno da tarde.

    As matrículas para novos alunos são feitas presencialmente, e oferecem a oportunidade de conhecer a estrutura das unidades, enquanto as renovações podem ser realizadas de forma on-line.

    Formação além da sala de aula e educação inovadora

    Nas escolas Sesi, a aprendizagem vai além da sala de aula. Com uma proposta pedagógica inovadora, os alunos são incentivados a serem protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, enquanto professores atuam como mentores e guias. O ambiente escolar, equipado com tecnologia de ponta e inspirado nas melhores práticas educacionais, estimula o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento socioemocional.

    Com projetos inovadores, competições desafiadoras e congressos estudantis, os estudantes da Rede Sesi/AL são preparados para o mundo do trabalho e as demandas do futuro. A metodologia STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) integra os conteúdos de maneira prática e interdisciplinar, promovendo uma formação completa que prepara os alunos para enfrentar, com confiança, os desafios das próximas etapas da sua vida, visando a melhor adequação para qualquer linha de carreira que esse aluno deseja seguir.

    Cristina Suruagy, Diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai Alagoas, destaca a importância de formar cidadãos prontos para as transformações do futuro.

    “Nosso desafio é formar o cidadão com pensamento crítico, que desenvolva habilidades de solução de problemas com criatividade e inovação, que esteja preparado para o mundo do trabalho, que é incerto e em constante transformação. Para isso, contamos com uma infraestrutura que possibilita aos nossos profissionais, capacitados a trabalharem a proposta pedagógica por área de conhecimento, que integra a cultura maker, a educação tecnológica, reconhecidas pelas nossas atividades de robótica e iniciação científica, fazendo com isso um paralelo entre este mundo de educação inovadora com o que há de melhor na educação tradicional”, reforça.

    Para mais informações sobre matrículas, infraestrutura, preços e agendamento de visitas, entre em contato com as unidades Sesi Benedito Bentes e Sesi Centro ou acesse nosso site: https://escolasesial.com.br/

  • Alunos do Sesi conquistam 1º lugar na Febic com projeto para ajudar pessoas com Parkinson a escrever

    Alunos do Sesi conquistam 1º lugar na Febic com projeto para ajudar pessoas com Parkinson a escrever

    Os alunos da Escola Sesi Benedito Bentes foram o grande destaque da 9ª edição da Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), realizada entre os dias 16 e 20 de setembro, em Pomerode, Santa Catarina. Com o projeto Inclupen, uma caneta vibratória adaptada para melhorar a escrita de pessoas com Parkinson, a equipe alagoana conquistou o 1º lugar na categoria de Iniciação Científica, durante a cerimônia de encerramento do evento na última sexta-feira (20).

    Sob a orientação do professor Alef Jordi, os estudantes Vinícius Alves de Sá, Guilherme Pietro Costa Alves Santos e Vinícius Roberto Camilo dos Santos, todos do 8º ano do Ensino Fundamental, desenvolveram a Inclupen, uma caneta inovadora que utiliza vibrações controladas para estabilizar os tremores característicos da doença de Parkinson, proporcionando maior precisão e legibilidade na escrita.

    Vinícius Alves, um dos alunos envolvidos no projeto, destacou a importância da iniciativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença. “O Parkinson é uma doença que traz muitas dificuldades, na escrita, no andar, em realizar atividades básicas do dia a dia e o nosso projeto veio para ajudar essas pessoas a ter mais dignidade e a possibilidade de se expressar através da escrita.”

    Para o professor Alef, que pôde acompanhar o projeto desde o seu surgimento em sala de aula, passando pelas etapas de ideação e prototipagem, é inspirador ver o crescimento científico dos alunos ao longo do processo.

    “Sair como campeão da Febic é reafirmar a importância da metodologia Sesi na vida de nossos estudantes. É a validação de que nossa ciência é significativa e ativa na vida de nossos alunos. A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, na qual participam mais de 360 projetos não só do Brasil, mas da América Latina. O 1º lugar nos diz que sim, nossos alunos são capazes de transformar o mundo, porque o mundo é todo deles”, completou.

    A Febic é uma das maiores feiras científicas do Brasil, reconhecida por reunir jovens talentos da ciência e promovendo inovação e experimentação. Este ano, o evento contou com 120 equipes e mais de 350 participantes de diversas regiões do Brasil e da América Latina.

    Com sua metodologia STEAM, o Sesi oferece aos alunos a oportunidade de se envolverem em projetos científicos e pesquisas acadêmicas desde a educação básica. O projeto, que competiu na categoria Ciências da Saúde, resultou de uma pesquisa abrangente, que incluiu revisão bibliográfica, desenvolvimento de protótipo e testes com participantes diagnosticados com Parkinson, com o objetivo de melhorar a autonomia e a qualidade de vida dessas pessoas.